Arquivo diário 14 de junho de 2021

Jovem pedreiro, que sustentava a família com seu salário, ganha bolsa de estudos e vai se tornar arquiteto

Ariel explica que os pais não tiveram a oportunidade de estudar, mas que sempre lhe ensinaram a importância da educação para transformar vidas!

Muitas pessoas encontram dificuldades quando tentam perseguir seus sonhos, não porque se sentem desmotivadas ou não tenham força de vontade, mas porque as adversidades fazem com que os objetivos fiquem cada vez mais distantes.

Nem todos têm a chance de concluir os estudos, ainda na infância ou adolescência, muitos precisam abandonar a escola para trabalhar a fim de complementar a renda da família ou precisam se sustentar sozinhos. Com o trabalho, fica complicado conciliar os horários de aula e o ganha-pão, sendo lógica a escolha que o indivíduo faz.

Em Mendoza, na Argentina, o jovem Ariel Flores sempre ouviu de seus pais que deveria valorizar a educação. Mesmo sendo de uma família extremamente pobre, em que as oportunidades eram escassas, todos faziam questão de enaltecer aquilo que estava tão distante, talvez por ser um sonho para todos: a faculdade.

Os pais de Ariel não foram capazes de concluir os estudos, o árduo trabalho os impossibilitou de nutrir sonhos, e acabaram fazendo o que todos fazem: torcendo para que a realidade do filho fosse melhor.

A infância não foi confortável e, conforme foi crescendo, o jovem precisou trabalhar como pedreiro, segundo reportagem do jornal local Los Andes.

Direitos autorais: reprodução Facebook/Diario Móvil.
Fonte: OSegredo

Mesmo tendo de viver uma dura realidade, os pais ajudaram a alimentar os sonhos e esperança do filho, que sempre quis se tornar arquiteto. A mãe trabalha como vendedora ambulante nas ruas de sua cidade, enquanto o pai foi aposentado por invalidez por causa de problemas de saúde adquiridos durante os anos no ramo da construção.

Mas a escassez financeira não foi uma barreira intransponível, com o pai Ariel aprendeu tudo o que podia sobre construção civil, até ele desenvolver uma hérnia de disco e precisar se afastar. E se manteve firme na escola, tirando boas notas e se esforçando para aprender o máximo que pudesse, aquilo sempre foi importante para toda a família.

Todos perceberam que Ariel tinha vocação para arquitetura desde a infância, já que assistia a desenhos animados na televisão e, de memória, copiava as construções usando lápis e papel.

O jovem também costumava desenhar cartuns, isso tomava todo o seu dia, quando o trabalho ainda não havia se tornado uma obrigação.

Seu conhecimento em desenho e na construção o fez pegar um caminho que o leva direto à realização de um sonho. Ariel foi aceito na Escola de Arquitetos Manuel Victor Civit, da Universidade de Congreso, e o reitor decidiu conceder-lhe uma bolsa de estudos, dada a atual crise econômica e sanitária do país.

Ariel não pode apenas fazer faculdade, mesmo com a bolsa de estudos, porque sua família conta com sua renda para ajudar a custear as despesas da casa. Ele decidiu que vai conciliar faculdade de Arquitetura com o trabalho como pedreiro, sabendo que isso vai ser difícil equilibrá-los. Mas o jovem está confiante em sua garra e persistência, além de se animar por poder talvez realizar seu grande sonho!

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Fonte: Reprodução na íntegra do site O Segredo

Copa América no SBT tem menor público da história e perde para a Globo

Nem mesmo a seleção brasileira foi capaz de tirar a Globo da liderança. A vitória de 3 a 0 do Brasil diante de uma enfraquecida Venezuela fez com que a amarelinha tivesse a sua partida com menor público em toda a história da Copa América. Na Grande São Paulo, região usada como referência para o mercado publicitário, o primeiro jogo do torneio foi assistido por pouco mais de dois milhões e 793 mil pessoas. Até então, a lanterninha era de um confronto de 2016 contra o Equador, assistido por três milhões e 956 mil pessoas, e de um Brasil x Venezuela, de 2011, visto por 1.164.720 domicílios na metrópole — ambos foram exibidos na Globo.

De acordo com os dados prévios, enquanto a bola rolava em Brasil versus Venezuela, o SBT alcançou média de 13,6 pontos, com um pico de 15,8 às 19h51 e foi sintonizado por 22 em cada 100 TVs ligadas na principal metrópole do país. Apesar de ter permanecido em segundo lugar durante todos os minutos, a partida da seleção brasileira fez a rede crescer 55% em apenas uma semana. No domingo anterior, a emissora de Silvio Santos marcou média de 8,8 pontos entre 18h02 e 19h54, com a exibição do programa de Eliana e do game show Roda a Roda.

A Globo, mesmo enfraquecida com a ausência de Fausto Silva, permaneceu na liderança de audiência durante a faixa horária. Durante a partida disputada no Estádio Mané Garrincha, o Domingão de Tiago Leifert cravou 16,4 pontos e teve um pico de 18,6 às 19h52. Ao todo, cerca de 575 mil e 55 pessoas separaram a programação habitual da emissora da partida transmitida pelo SBT. Em terceiro lugar, a Record ficou com 7,4 pontos.

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Levando em consideração também o pré e pós-jogo da rival, a vitória da Globo foi mais acachapante. Entre 17h36 e 19h59, a emissora teve 17,0 pontos contra 12,4 da transmissão comandada por Téo José. Mais uma vez, a Record garantiu o terceiro lugar, com 7,2 pontos, seguida por 1,2 da Cultura e por 1,0 ponto da Band, na quinta posição.

Na Grande São Paulo, cada ponto de audiência representa a sintonia de 76.555 domicílios e 205.377 pessoas na respectiva emissora. O TV Pop divulgará o resultado consolidado da estreia da Copa América do SBT e dos demais programas do final de semana na manhã desta segunda-feira (14).

Fonte: TV POP