Categoria Curiosidades

Repórter da Record faz teste ao vivo e descobre que está com coronavírus

Kelly Borges, repórter da Record em Santa Catarina, testa positivo para covid-19 durante reportagem

A repórter da Record Kelly Borges tomou um susto na última segunda-feira (15) durante uma reportagem sobre testes rápidos para o novo coronavírus. A jornalista da NDTV, afiliada da emissora em Santa Catarina, fez o exame ao vivo no ‘Balanço Geral Joinville’ e descobriu que está infectada com a covid-19.

O programa mostrou uma profissional da saúde colhendo o sangue de Kelly em um terminal rodoviário da cidade. Acontece que a repórter não voltou a entrar ao vivo no programa para revelar o resultado. Ontem, a apresentadora do ‘Balanço Geral Joinville’ Sabrina Aguiar divulgou que a colega foi afastada do trabalho por causa da doença e ficará isolada por sete dias.

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A emissora afirmou que o cinegrafista que acompanhava Kelly no dia da reportagem e outras três profissionais que trabalharam diretamente com ela também fizeram o exame e testaram negativo para o novo coronavírus.

De casa, Kelly Borges participou do programa e relatou a situação. “A covid-19 não escolhe quem ataca. (…) Quando eu sentei, fiz de uma forma tranquila. Tomo todas as medidas para me manter protegida tanto no trabalho quanto em casa. Não imaginava mesmo. Não foi um susto, mas uma surpresa. E não tenho os sintomas”, dispara. Confira:

 

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As informações são de Yahoo Vida e Estilo.

(Foto: Reprodução/TV Record)

O poder de cura do açafrão: Raiz é capaz de aniquilar tumores cancerígenos

Atualmente, um dos melhores programas da TV brasileira, o Globo Repórter viajou para Goiás e fez uma belíssima reportagem que nós do Café com Poemas fizemos questão de reproduzir aqui, pela riqueza de informação sobre essa raiz extraordinária chamada “Açafrão-da-terra”, confira!

No cerrado brasileiro, uma especiaria trazida da Índia se adaptou bem. Pelo nome, pouca gente conhece o cúrcuma. É uma planta da família do gengibre. A parte usada na culinária fica na raiz. Depois de seca e moída, ela vira um ingrediente que a dona de casa chama de açafrão. 

“Na raiz encontram-se todos os componentes do açafrão, inclusive o corante, que é a curcumina, que é bem amarela”, explica o engenheiro de alimentos Celso José de Moura, da Universidade Federal de Goiás (UFG). 

Celso José de Moura explica que a planta dá em qualquer lugar e requer pouca água. Mas o sabor do açafrão da terra, como é conhecido na região, caiu no gosto do povo goiano. Uma boa galinhada fica bem amarela por causa do tempero. 

Mas o que ninguém conhecia era o poder de cura dessa raiz. A riqueza maior da cúrcuma está sendo descoberta nos laboratórios da UFG. “Quanto mais pesquisamos mais nos empolgamos porque o número de doenças em que ele tem se mostrado ativo é realmente impressionante”, diz a química Lídia Andreu. 

A curcumina, um pó amarelo extraído da raiz, é cicatrizante e antiinflamatório. É usada há mais de cinco mil anos na ayurveda, a medicina tradicional indiana. Por isso, Marcella Carneiro, uma bióloga apaixonada por plantas medicinais, questionou: seria a curcumina poderosa também contra o câncer? 

Raiz de cúrcuma, de onde é extraída a curcumina
Foto: Internet

Marcella aplicou a curcumina sobre células com melanoma, o mais grave tipo de câncer de pele. Em poucas horas, um resultado impressionante. 

“Nossos testes demonstraram que ela matou 90% de células de melanoma. A curcumina pode agir de duas maneiras: impedindo o crescimento das células cancerígenas e provocando a morte celular, aniquilando o tumor”, esclarece Marcella Carneiro. 

O núcleo das células com câncer é implodido pela curcumina, mas os pesquisadores ainda não sabem os efeitos colaterais. Em breve, pacientes terminais devem testar um tratamento experimental em Goiânia. 

“É muito interessante saber que a partir de uma especiaria você pode obter um tratamento para o câncer, por exemplo”, ressalta Marcella Carneiro. 

O maior desafio é aumentar a absorção da curcumina pelo corpo humano. Para isso, os pesquisadores precisam vencer outro obstáculo: dominar a técnica de extração da curcumina. O extrato da planta é importado – e caríssimo. 

“Pagamos em torno de R$ 1 mil por dez gramas de curcumina pura. Então, se conseguirmos extrair curcumina de alta qualidade, pura, com certeza o medicamento vai se tornar mais eficaz e vai ser bem mais barato. Eu diria que, para a saúde, esse pó amarelo vale ouro”, constata Lídia Abreu. 

Mais um motivo para popularizar, no Brasil, essa especiaria tão comum na Índia.

Confira a Reportagem aqui.

Ela tem 83 anos e fugiu do asilo para realizar sonho de fazer sua primeira tatuagem

Questionada sobre o que sua família poderia pensar, ela respondeu: ”Eu não dou a mínima. Quando você chega à minha idade só tem que viver a vida plenamente todos os dias”, afirmou

Será que tem idade para fazer o que se gosta? Para Sadie Seller, de 83 anos, a resposta é não. Mesmo sem avisar para a família, ela “fugiu” do asilo (isso foi em 2015), na Irlanda, para curtir a vida do jeito que bem entende. Mas não foi para qualquer lugar, a idosa foi para um estúdio de tatuagem.

Segundo o jornal “Mirror“, o filho da idosa, Tony Sellers, percebeu a ausência da mãe, ao ver a cadeira em que ela costumava ficar sentada vazia.

O filho iniciou a busca pela mãe e, depois de procurar por vários locais, descobriu que a senhora estava com a neta, Samantha, em um estúdio de tatuagem.

Saddie não foi acompanhar a neta, mas fazer uma tatuagem de coração no braço esquerdo. Ao ser questionada sobre o que sua família poderia pensar, ela respondeu: “Eu não dou a mínima. Quando você chega à minha idade só tem que viver a vida plenamente todos os dias”, afirmou.

A idosa, que já é bisavó, decidiu fazer a tatuagem quando a neta, Samantha, mostrou um desenho que tinha feito no próprio corpo. “Eu perguntei para o cara quanto tempo ia levar e ele disse que a tatuagem já estava pronta há cinco minutos. Eu não senti nada!”, disse.

Depois de levar a avó ao estúdio de tatuagem, os funcionários disseram a Samantha que ela só poderia voltar ali se levasse a avó junto. De acordo com o Mirro, a tatuagem fez sucesso no asilo. Quando a idosa retornou ao asilo, todos os moradores foram falar com ela para ver o coração no braço esquerdo.

5 curiosidades sobre o poeta Fernando Pessoa que talvez você não conheça

Fernando Pessoa, nasceu em Lisboa em 13 de junho de 1888, considerado o poeta que foi muitos: “A minha arte é ser eu. Eu sou muitos”.

Ficou órfão de pai aos 5 anos e seu padastro foi um comandante militar que fora nomeado cônsul de Portugal em Durban na África do Sul, lá foi educado em inglês, idioma que usou para escrever os primeiros textos e adotou alguns pseudônimos e os heterônimos mais populares, que sempre estiveram de mãos dadas com o próprio criador Fernando Pessoa. Há quem diga que ele criou seu primeiro heterônimo aos 6 anos, chamado de Chevalier de Pas.

Uma outra curiosidade desta personalidade multifacetada é que Pessoa tinha paixão pela astrologia, que resultou na criação de mapas astrais para estas diferentes personalidades (ou, inclusive, para clientes).

Neste processo criativo nada convencional, os heterônimos (personagens com “vida própria”, data de nascimento e morte, com endereço, escolaridade, profissão e estilo literário) lhe fazem companhia, têm uma relação afetuosa e foi através deles que o poeta fez uma profunda reflexão sobre verdade, existência e identidade.

Mas sabia que um dos seus heterônimos, Maria José, era uma jovem corcunda de 19 anos? E que há um vinho batizado em honra desta incontornável figura maior da literatura? E alguma vez ouviu dizer que Pessoa tentava comunicar com os espíritos, através da sua escrita?

Fomos tentar descobrir algumas das curiosidades sobre o desassossegado poeta que tinha em si todos os sonhos do mundo.

1. O PRIMEIRO POEMA

Numa carta de 1935, a Adolfo Casais Monteiro, Fernando Pessoa afirma que tinha seis anos quando começou a interagir com o cavaleiro francês Chevalier de Pas, com quem trocava cartas e “cuja figura, não inteiramente vaga, ainda conquista aquela parte da minha afeição que confina com a saudade”.

É na escrita que encontra consolo para o seu isolamento, principalmente após a morte do pai e, um ano mais tarde, do irmão. Sensivelmente nesta altura, escreve aquele que aparenta ser o seu primeiro poema, dedicado à sua mãe: “Ó terras de Portugal / Ó terras onde eu nasci / Por muito que goste delas / Inda gosto mais de ti.”

2. MARIA JOSÉ, A JOVEM CORCUNDA

Entre os vários heterônimos de Pessoa, há um feminino, utilizado uma única vez: Maria José. Uma jovem com 19 anos, com pouco tempo de vida, em consequência da tuberculose. Além de corcunda, sofria também de um problema nas pernas, que lhe limitava a mobilidade.

Era uma mulher daquelas figuras que vêem o mundo passar pela janela, sem poder desfrutá-lo. É por essa janela que se apaixona pelo serralheiro, o Sr. António, que por ela passa todos os dias. Sem coragem para lhe falar, confessa o seu amor numa carta, que começa em tom de despedida: “O senhor nunca há-de ver esta carta, nem eu a hei-de ver segunda vez porque estou tuberculosa, mas eu quero escrever-lhe ainda que o senhor o não saiba, porque se não escrevo abafo”.

3. O FLAGRANTE DELITRO

Quando trabalhava era comum Fernando Pessoa levantar-se no meio do expediente, pegar seu chapéu, ajeitar os óculos e dizer que ia até ao Abel. Este hábito do poeta intrigou um  dos seus colegas de trabalho, que percebeu algum tempo depois, que as idas ao Abel eram, nada mais nada menos, que uma visita ao depósito mais próximo, a casa Abel Pereira da Fonseca, fundador da Companhia Agrícola do Sanguinhal, para tomar um copo de vinho.

Em homenagem ao poeta e ao fundador desta empresa, foi recriada a marca de vinhos Casabel. Nos rótulos, foi reproduzida a dedicatória que Pessoa fez a Carlos Queirós (1907-1949): “Carlos: Isto sou eu no Abel, já próximo do paraíso terrestre, aliás perdido”.

Ofélia, a eterna namorada do autor do “Livro do Desassossego”, quis uma fotografia igual à que seu sobrinho recebeu de Pessoa e quando ele lhe fez a vontade, ofereceu-a com uma dedicatória: “Fernando Pessoa em flagrante delitro”.

O flagrante delitro no depósito de vinho do Abel. Foto: Domínio público

4. EM CONVERSA COM OS ESPÍRITOS

Teresa Rita Lopes é uma das mais reconhecidas investigadoras do poeta em Portugal. Estuda a obra de Fernando Pessoa há mais de meio século e revela que ele fazia escrita mediúnica, com o intuito de perceber se os espíritos se manifestavam através dele. “Ele estava sempre no limiar entre acreditar e brincar com isso”- afirma.

5. AS DUAS TENTATIVAS DE ‘POESIA DA MESQUINHEZ’

“Conto de fadas de quem não tem imaginação”, “poesia da mesquinhez”. Foi assim que Fernando Pessoa descreveu o romance, gênero literário de que nunca gostou particularmente. Apesar disso, existem dois romances que — como muitos outros textos — ficaram inacabados. “Reacção” e “Marcos Alves” foram escritos por volta de 1909, que agora estão acessíveis ao público no livro “A Porta e Outras Ficções”, editado pela Assírio & Alvim em Portugal.

Os dois romances, que se juntam a sete contos inéditos na ficção pessoana, são os únicos do gênero encontrados no seu espólio. Fernando Pessoa achava “difícil, senão impossível, manter, num longo texto, a perfeição desejada”.

Texto extraído da Revista Ecos da Paz

Eles abandonaram a vida em sociedade para viver isolados na floresta

Há muitas maneiras de viver no mundo moderno e nem todos querem a vida padronizada das grandes cidades. Algumas pessoas escolheram um caminho fora do rebanho, decidindo abandonar o conforto e comodidades para viverem uma vida simples e isolada na floresta. O fotógrafo russo, Danila Tkachenko, conseguiu encontrar e fotografar muitas dessas pessoas e em uma série de fotos intitulada “Escape”, conseguiu captar vários momentos delas em situações cotidianas.

“Eu viajei em busca de pessoas que decidiram fugir da vida social,  para viverem sozinhas na natureza selvagem, longe de qualquer aldeia, vila ou pessoas.  Os principais personagens do meu projeto abandonaram as normas sociais por razões diferentes. Pelo desejo de abandonar completamente a vida em sociedade para viver sozinho na natureza selvagem,  para gradualmente perderem sua identidade social” – diz ele.   “Eu cresci no coração da cidade grande, mas sempre fui atraído pela vida selvagem – para mim é o lugar onde eu posso encontrar e sentir o verdadeiro eu, o meu verdadeiro eu, fora do contexto social.” – completa.

As fotos, que foram tomadas em florestas na Rússia e Ucrânia e fazem parte do livro “Escape”, que você pode conferir no site de Danila Tkachenko.

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Fontes: onemorepost.com, danilatkachenko.com