Categoria Pipocando na Net

Cabrini entrevista Bianca Rodrigues e Jonathas Cruz, amigo de Kevin, e faz acareação entre ambos

Ainda há muito a ser explicado sobre a morte de MC Kevin que aconteceu no último domingo 16 de maio por volta das 18h, após ele sofrer a queda do quinto andar de um hotel de luxo no Rio de Janeiro. Os dias que sucederam o mergulho de Kevin para a morte foram repletos de questionamentos, familiares, a noiva e amigos do cantor querem saber o que realmente aconteceu dentro do quarto 502, onde o funkeiro estava com a garota de programa Bianca Domingues e com o amigo MC VK.

No auge da carreira, MC Kevin teve os sonhos interrompidos que só quem pode dizer a verdade são aqueles que estavam com ele no quarto. Em entrevista concedida para o jornalista Roberto Cabrini, que vai ao ar no ‘Domingo Espetacular’, por volta das 19h no próximo domingo (23).

Bianca Dominguez confessou que foi contratada por 2 mil reais para fazer um programa com MC Kevin e MC VK, ela deu detalhes do que aconteceu no quarto. Bianca revelou que manteve relações íntimas com VK e Kevin, revelou que Jonathas Cruz, um outro amigo do funkeiro, também queria participar do programa mas que foi expulso do quarto por Kevin.

Algum tempo depois, Jonathas teria aparecido novamente no quarto e afirmado que a noiva de Kevin, Deolane estava procurando por ele.

“O Jonathas apareceu novamente. E aí ele falou: ‘Moiô, moiô, moiô! Sai fora que moiô!’ Eu já fiquei meio assim, né, assustada. Aí o Victor falou para o Kevin: ‘Sai fora, sai fora que moiô’. O Kevin levantou, foi em direção à varanda, que era bem próxima”, revelou.

Contradizendo o depoimento, Bianca contou que Kevin a chamou para ir até a varanda, mas que ela chegou até a porta que dava acesso a sacada, neste momento Kevin estaria encostado no parapeito e não deu nenhum tipo de indício de que iria tentar fugir.

A garota de programa revelou que tudo aconteceu muito rápido, que do fundo do coração se tivesse como impedir que Kevin tentasse passar de uma sacada para a outra teria ajudado. Bianca fez uma acusação bastante séria, ela acredita que os amigos de Kevin foram responsáveis pelo que aconteceu:

“Eu acredito que a brincadeira de mau gosto resultou nisso. Porque não tinha ninguém ali, e eles falaram que estava vindo gente, iria moiar, moiar, moiar”, conclui Bianca.

Via: recordtv.r7.com

Video: Domingo Espetacular

DEFENSOR DA ‘SUPREMACIA BRANCA’ DESCOBRE QUE TEM DNA AFRICANO AO VIVO NA TV

Um vídeo que circula na internet, desde 2013, mostra a impagável reação de Craig Cobb, um fervoroso defensor da supremacia branca que decidiu se submeter a um exame de DNA para provar que era 100% branco. O resultado do teste foi apresentado ao vivo durante um programa de TV, e o que ele revelou certamente não agradou nadinha ao convidado.

Confira:

O clipe está em inglês, mas não se preocupe, pois o conteúdo será explicado a seguir.

Para a surpresa de Cobb, o teste revelou que 86% dos genes do branquelo são europeus, e que os restantes 14% são africanos subsaarianos! Melhor ainda do que a cara de tacho do racista foram as gargalhadas da outra convidada, que é negra. Aliás, é tão absurdo que a ideia de supremacia étnica ainda exista em um mundo tão miscigenado como o nosso, que só podemos fazer coro às risadas descontroladas da outra participante do programa.

Visivelmente chocado, Craig ainda tenta argumentar sobre o resultado do exame, mas é prontamente cortado pela apresentadora Trisha Goddard, que diz a Cobb que ele tem um pouco de negro dentro dele, e até o chama de “Bro”. De acordo com o The Huffington Post, Cobb, de 62 anos de idade, é o idealizador de uma iniciativa que pretende transformar uma cidade da Dakota do Norte, nos EUA, em um reduto para neonazistas e supremacistas brancos.

Entretanto, Craig possivelmente será banido de seu próprio grupinho, além de ter se tornado motivo de piada no mundo inteiro. E muito bem-feito, você não acha, leitor?

Fonte: Mega Curioso/MARIA LUCIANA RINCÓN

Imagem: extraída do site kvrr.com

Professor dá resposta perfeita a alunos que perguntaram se ele é gay

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O caso aconteceu em 2016.

Vitor Fernandes, professor do Rio de Janeiro, teve sua orientação sexual questionada por uma aluna em sala de aula. A jovem estava curiosa para saber se ele era gay.

A resposta poderia ser um “sim” ou “não”, mas o professor resolveu ir além e usou a sua página do Facebook para abordar o assunto.

A partir do questionamento inicial da aluna, Vitor Fernandes resolveu estimular os outros estudantes perguntando os motivos que os levavam a questionar a sua orientação sexual — eles também estavam curiosos. Tudo em uma conversa clara, aberta, e sem ofensas.

Dessa forma, o professor agarrou a oportunidade e aproveitou a aula para debater os estereótipos associados ao que é “ser homem heterossexual”.

Foi então que os alunos apontaram alguns comportamentos que acreditam mostrar a orientação sexual de uma pessoa. Imediatamente, o professor foi listando no quadro da sala de aula.

No mês passado, Vitor relatou em sua rede social o ocorrido. A postagem já acumulou 95 mil curtidas. Veja abaixo:

Professor, o senhor é gay?

Já ouvi essa frase algumas vezes. Uma vez por ano ao menos algum aluno pergunta. Na verdade, geralmente alunas. Como já ouvi várias vezes e sempre me intriguei com o porquê da pergunta e, hoje, a pergunta veio de uma aluna de uma turma de 1º ano no meu CIEP, em Inhoaíba, resolvi usar Paulo Freire e partir do concreto para o abstrato.

Parei a aula e mudei o tema para “gênero e sexualidade” (estudávamos antropologia, então é pertinente). Usei a pergunta da aluna e a mim mesmo como exemplo.

Perguntei a ela o que a levou a fazer a pergunta. Qual era o motivo da suspeição da minha homossexualidade? A aluna não quis responder, com medo de uma reação negativa ou até agressiva minha, como é bastante comum na sociedade. Insisti e ela começou a falar. Daí todos os alunos se interessaram muito e começaram a falar também os motivos de suas suspeitas.

Resolvi, para ser didático, anotar no quadro os motivos para debater um a um.

Os motivos, que para eles são características da homossexualidade que eu tenho, foram os seguintes:

– Uma aluna me deu mole e eu não “peguei”.

– Coloco às vezes a mão na cintura

– Gestos e fala característico de homossexual (segundo dois garotos apenas)

– Não fala de relacionamentos, namorada, nem da vida pessoal, o que fez no fim de semana, etc. E outros profs falam…

– Sou professor novo, moderno, simpático. Isso n é característica masculina.

– Tem outros alunos comentam que eu sou gay

– Sou vaidoso, me cuido esteticamente.

– Quando os alunos me perguntaram se eu era gay, não neguei agressivamente, mas debati o assunto. Só no final disse que não era. Não provei que era hétero mostrando fotos minha com alguma namorada, etc

– Não sou machista

– Tenho 30 anos, não casei e não tenho filhos. Todas as pessoas de trinta anos que eles conhecem já casaram e tiveram filhos. Só gays chegam aos 30 sem casar.

– Tenho amigos gays.

Sim, a lista foi longa (rs) e os instiguei a falar tudo.

Não é difícil deduzir que os pressupostos (anotados no quadro tb) dessas falas são:

– Homem que é homem, pega aluna, não rejeita mulher.

– Homem que é homem não coloca a mão na cintura.

– Homem que é homem fala das mulheres que “pega”, “prova” que é homem através de fotos com mulheres.

– Professor hétero não é simpático. Simpatia não é característica masculina.

– Homem que é homem não é vaidoso.

– Homem que é homem nega com veemência a homossexualidade, como se fosse um crime. E é obvio que homem de verdade não debate esses assuntos, muito menos usando a si mesmo como exemplo.

– Homem que é homem é machista.

Obs.: como eu queria as feministas “linha dura” que me acham O escroto machista lá naquela sala pra debater isso com eles. rsrs

– Homem de verdade casa antes dos 30 e tem filhos antes disso.

Talvez você se pergunte o porque eu não neguei com veemência e encerrei o assunto? Por que debati algo pessoal com adolescentes de 15 anos em média?

Primeiro: qual o problema em ser gay? Porque negar isso com veemência? É crime? Imoral? Não. Ser gay ou hétero para mim é como ser flamenguista ou botafoguense. Não tem nada de bom ou ruim em nenhum dos dois.

Segundo: Acho que foi a melhor das oportunidades de debater um assunto tão delicado e proporcionar o acesso à uma outra visão de mundo aos alunos.

Não. Não sou gay rs e fiquei impressionado com a visão estreita de gênero e sexualidade de adolescentes me pleno 2016, tão limitada e machista. E fiquei imaginando a feroz repressão que os homossexuais sofrem no dia-a-dia.

Por outro lado é compreensível os alunos terem essas concepções na cultura onde estão inseridos.

Como assim vc tem 30 anos e não casou se as meninas têm filhos aos 15 às vezes? rs

Como assim vc não pega aluna que te dá mole? Só pode ser viado rs

Eu resolveria facilmente o “problema” mostrando foto com alguma mulher com que fiquei, mas porque eu me preocuparia em provar a heterossexualidade como quem prova a inocência. Por que usaria uma mulher como prova de algo?

Pode parecer engraçado para muita gente ler isso, e pra mim foi. Muito, rs. Mas para eles não. É o que pensam mesmo. Parece anos 1940, mas é 2016…

Imaginem se o projeto “escola sem partido” continua avançando como está. Voltaremos às trevas em pouco tempo.

Precisamos debater gênero e sexualidade nas escolas, mais do que nunca!

O machismo é opressor com os homens também, se liguem nisso!

Obs.: Hoje fui trabalhar com uma camisa rosa. Aí ferrou… rs

 

*com informações do jornal O Tempo e do site o Pragmatismo Político

Confira a seguir, a postagem original:

 

A que geração você pertence? Baby Boomer, X, Y ou Z? Entenda onde você se encaixa

Os jovens sempre foram apontados como rebeldes. Questionadores por natureza, sempre buscam mudar de comportamento em relação às gerações anteriores. Para compreender e explicar as linhas traçadas pelos jovens e pelas gerações anteriores no Brasil, a revista Consumidor Moderno, em parceria com a REDS e com o Centro de Inteligência Padrão (CIP), desenvolveu o estudo Comportamento do Consumidor Brasileiro, exclusivo no mercado, para mapear o perfil de cada geração.

Em uma série de reportagens, apresentaremos o estudo Comportamento do Consumidor Brasileiro, realizado pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) e pela REDS, que traz hipóteses e dados sobre as gerações no Brasil.

Classificar períodos da vida dos indivíduos – dentro do Brasil ou fora dele – não é uma tarefa fácil. Porém, existe um consenso mundial a respeito da existência de quatro gerações: Baby BoomersXY (ou Millennials) e Z.

Um insight visionário

Apesar do consenso na classificação, Roberto Meir, publisher da revista Consumidor Moderno e presidente do Grupo Padrão, levantou a hipótese de que a geração Y brasileira tem uma defasagem de alguns anos em relação à americana. Essa tese se materializou neste estudo.“Isso muda tudo, porque não é possível categorizar hábitos de consumo de americanos e brasileiros da mesma forma. Isso se deve aos aspectos da conjuntura social, política, econômica, cultural e tecnológica do país”, aponta Meir.

A partir de profundas análises e cruzamentos dos resultados da pesquisa realizada pela REDS e CIP, foi possível obter a possibilidade de uma nova classificação de gerações para a população brasileira. Assim, supomos que existe uma diferença de cinco anos entre o início e o final da geração Y brasileira em comparação com a geração Y americana.

qual geração você pertence café com Poemas 2

Foto: Divulgação

Transição

Outra inovação trazida pelo estudo é o período de transição entre as gerações. Aqueles que nasceram nos anos de cruzamento carregam aspectos comportamentais e de interação com a tecnologia similares às duas gerações entre as quais transitam. Como é possível verificar a partir das datas de transição, os períodos em questão são cada vez menores. “Verificamos uma diminuição constante no período de cada geração e das gerações de transição. As mais jovens tendem a ser cada vez mais curtas. E isso se deve à velocidade com que têm ocorrido as mudanças tecnológicas e sociais no mundo atual”, esclarece Aline Tobal, gerente do Centro de Inteligência Padrão (CIP).

Grupos de transição das gerações
Geração BBX (1958-1964)
Grupo de transição entre Baby Boomers e X
Geração XY (1976-1984)
Grupo de transição entre a geração X e Y
Geração YZ (1995-1999)
Grupo de transição entre a geração Y e Z

Classificação americana das gerações
Baby Boomers – 1945 – 1964
Geração X – 1965 – 1979
Geração Y – 1980 – 1994
Geração Z – 1995 – Atual

Classificação brasileira das gerações
Baby Boomers – 1945 – 1964
Geração X – 1965 – 1984
Geração Y – 1985 – 1999
Geração Z – 2000 – Atual

Pais e filhos

A análise das gerações é feita de acordo com o uso das tecnologias pelos indivíduos e das relações entre elas e os consumidores. Os aspectos comportamentais, naturalmente, não ficam para trás e também são fundamentais. O perfil comportamental de pessoas nascidas no mesmo período, no entanto, é o que determina uma geração.

Segundo Roberto Meir, ao analisar as gerações mais antigas, o que se vê é uma infância repleta de brincadeiras de crianças fora de casa. “Quando os garotos e garotas dessa geração se tornaram pais e mães, perceberam que a violência havia aumentado e não quiseram que os filhos tivessem a mesma rotina. Decidiram investir em segurança: criaram um quarto com TV e computador, notebook para o filho não sair”, diz o Publisher.

A tentativa dos pais, porém, foi frustrada. Os filhos saíram de casa virtualmente porque, pela internet, era possível acessar o mundo. Desse jeito se fez a tão complexa relação entre gerações de pais e filhos – e assim nasceu a tão conectada geração mais jovem.

Comportamento geracional

De acordo com o estudo, para 64,7% dos jovens que possuem até 15 anos de idade – nascidos a partir de 2000 – o primeiro contato com a internet aconteceu até os 11 anos de idade. Para 77,9% daqueles que possuem entre 16 e 30 anos o primeiro contato com a internet aconteceu entre 6 e 15 anos de idade.

“A geração Y, no Brasil, começa quase 10 anos antes do real”, explica Aline. “O que notamos é que a essa geração foi influenciada por uma série de transformações tecnológicas e sociais que ocorreram no Brasil e no mundo. Por exemplo, eles possuem mais flexibilidade em aceitar as diferenças. O fato de terem nascido em um período de transformações políticas influencia seu comportamento”, diz.

A geração Z, por sua vez, começa em 2000. “Com as políticas de inclusão digital, as pessoas nascidas após esse período têm maior facilidade de acesso à internet”, aponta a gerente do CIP. “Ao compararmos essa geração com aqueles que nasceram em 1990, vemos bastante diferença em relação ao uso da tecnologia”. Ou seja, a geração Z se mostra muito mais conectada com maior facilidade em interagir com qualquer dispositivo eletrônico.

Estudo

Para chegar ao resultado, dois mil consumidores, com idade entre 15 e 70 anos, foram entrevistados. A pesquisa, realizada entre outubro e novembro de 2015, aconteceu em todas as regiões do Brasil. Assim, analisa indivíduos das gerações baby boomer, X, Y e Z.

 

 

As informações são do site Consumidor Moderno

Repórter da Record faz teste ao vivo e descobre que está com coronavírus

A repórter da Record Kelly Borges tomou um susto na última segunda-feira (15) durante uma reportagem sobre testes rápidos para o novo coronavírus. A jornalista da NDTV, afiliada da emissora em Santa Catarina, fez o exame ao vivo no ‘Balanço Geral Joinville’ e descobriu que está infectada com a covid-19.

O programa mostrou uma profissional da saúde colhendo o sangue de Kelly em um terminal rodoviário da cidade. Acontece que a repórter não voltou a entrar ao vivo no programa para revelar o resultado. Ontem, a apresentadora do ‘Balanço Geral Joinville’ Sabrina Aguiar divulgou que a colega foi afastada do trabalho por causa da doença e ficará isolada por sete dias.

➤ Leia também:

A emissora afirmou que o cinegrafista que acompanhava Kelly no dia da reportagem e outras três profissionais que trabalharam diretamente com ela também fizeram o exame e testaram negativo para o novo coronavírus.

De casa, Kelly Borges participou do programa e relatou a situação. “A covid-19 não escolhe quem ataca. (…) Quando eu sentei, fiz de uma forma tranquila. Tomo todas as medidas para me manter protegida tanto no trabalho quanto em casa. Não imaginava mesmo. Não foi um susto, mas uma surpresa. E não tenho os sintomas”, dispara. Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Kelly Borges (@kelly.borges) em

As informações são de Yahoo Vida e Estilo.

(Foto: Reprodução/TV Record)

Editorial: A nossa página “Café com Poemas” bateu mais de 10.000 mil inscritos, gratidão!

Neste mês de junho de 2020, a nossa página, atingiu um público de mais de 10.000 mil inscritos! A meta era um desejo nosso, quando no começo deste ano, lançamos a campanha:Convide seus amigos a curtirem a nossa página e ganhe brindes. A peça publicitária foi um sucesso. Saímos da marca de 1.932 mil inscritos para mais de 10 mil, em pouco mais de 5 meses. Evidente, que não adotamos apenas esse método de “chamar amigos para curtirem”.

Tivemos também que recauchutar os conteúdos, interagir mais com o nosso público, conhecer o processo de interesse de publicações, presente nas redes sociais (o que as pessoas gostam de curtir e compartilhar), além de impulsionar uma ou duas vezes alguns conteúdos.

O Processo de impulsionamento, sinceramente, foi um dos que renderam menos resultados, (até porque não foi o foco da campanha). Mas, o resultado, finalmente, foi alcançado e agora caminhamos para atingirmos mais resultados, de maneira que o projeto seja cada vez mais conhecido e apreciado. E que a página atinja de maneira substancial o seu objetivo: que é levar conteúdos novos,  interessantes, significativos.

Que a poesia, então, seja cada vez mais o elo de ligação entre o entretenimento, a inspiração, as boas notícias e conteúdos interativos, com respeito, sobretudo, àqueles que despertaram o interesse de curtir e saborear “Café com Poemas”.

O nosso projeto conta com a plataforma de publicações que envolve, perfil no instagram, página no Facebook e o site. Além de editoração de livros, projetos particulares e sociais como o Movimento Cultivista Brasileiro (presente em algumas cidades na Bahia e outros estados), Projetos Cartas e Depoimentos, entre outros. 

Nós do Café com Poemas, agradecemos, a cada curtida, compartilhamento e leitura em nosso site e página. O conteúdo que oferecemos é gratuito, pensado com muito amor e compromisso com vocês, leitores e parceiros. 

Caso você tenha, alguma sugestão ou critica que leve ao melhoramento da ideia, ou que queira enviar-nos algum conteúdo de sua autoria ou de terceiros que seja interessante ao site,  favor entrar em contato através do e-mail: [email protected] ou aqui, através deste LINK (Envie seu texto).

No mais, só agradecer e pedir que continuem nos apoiando e se possível, convide e indique o nosso projeto. 

Um grande abraço,

Equipe_CP

 

Dica: 5 filmes importantes para refletir e aprender sobre o racismo

A discriminação com base na cor da pele afeta milhares e milhares de pessoas no mundo inteiro, e no Brasil, essa prática é mais comum quando se fala de brancos sendo preconceituosos com negros, do que com outras minorias.

Todo ano, no dia 20 de Novembro, temos o Dia da Consciência Negra. É considerado importante no reconhecimento dos descendentes africanos e da construção da sociedade brasileira. A data, dentre outras coisas, suscita questões sobre racismo, discriminação, igualdade social, inclusão de negros na sociedade e a cultura afro-brasileira, assim como a promoção de fóruns, debates e outras atividades que valorizam a cultura africana.

No cinema, temos ótimos filmes que remetem à escravidão, a luta pelos direitos raciais e casos baseados em fatos reais, trazendo ao papel principal grandes atores e atrizes e suas exaltadas atuações.

Abaixo, temos aqui uma lista de filmes que você poderá assistir não somente neste dia, mas como em qualquer outro.

1. À Espera de Um Milagre (1999)

a espera de um milagre cafe com poemas

Imagem: Divulgação

O filme À Espera de Um Milagre mostra a história de John Coffey (Michael Clarke Duncan), um homem negro condenado à morte pelo assassinato brutal de duas irmãs gêmeas de nove anos, em um momento em que a segregação racial era muito forte nos Estados Unidos. Na prisão, ele conhece o carcereiro Paul Edgecomb (Tom Hanks), que começa a entender melhor o acusado e descobre que não há nada de mal em seu ser, muito pelo contrário.

Você pode assistir ao filme À Espera de Um Milagre na Netflix.

 

2. Infiltrado na Klan (2018)

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Imagem: Divulgação

Em Infiltrado na Klan, filme de Spike Lee, conhecemos a história de Ron Stallworth (John David Washington), um policial que, em 1978, conseguiu se infiltrar em um grupo da comunidade racista Ku Klux Klan, mesmo sendo negro. Com bastante destreza, ele se comunica com a comunidade por meio de cartas e telefonemas, enviando outro policial branco em seu lugar quando precisa aparecer fisicamente em encontros.

Infiltrado na Klan pode ser assistido no Claro Video.

 

3. Fruitvale Station (2013)

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Imagem: Divulgação

Fruitvale Station é um filme que mostra a luta de Oscar Grant (Michael B. Jordan), um jovem de 22 anos que perde o emprego e esconde a informação da mãe de sua filha, Sophina (Melonie Diaz), por achar que é capaz de recuperar o trabalho. No entanto, a situação se complica quando o personagem acaba sendo vítima do preconceito em uma noite que deveria ser de comemorações.

Fruitvale Station está disponível no Amazon Prime Video e no Globo Play.

 

4. Green Book (2018)

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Imagem: Divulgação

Vencedor do Oscar de Melhor Filme, a produção dirigida por Peter Farrelly se passa em 1962 e conta a história de Don Shirley (Mahershala Ali), um pianista famoso mundialmente que começa uma aventura pelo sul dos Estados Unidos para a sua turnê musical. Ele contrata Tony Lip (Viggo Mortensen) para ser seu motorista e segurança, e então os dois começam a enfrentar problemas em suas viagens devido à segregação racial.

Você pode assistir a Green Book no Amazon Prime Video.

 

5. 12 Anos de Escravidão (2013)

12 Anos de Escravidão (2013) café com poemas dicas quarentena 1

Imagem: Divulgação

Também vencedor do Oscar de Melhor Filme, 12 anos de Escravidão tem como cenário a vida de Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um jovem livre e que vive com tranquilidade junto aos filhos e sua esposa no ano de 1841. A vida do rapaz muda completamente quando ele é sequestrado e vendido como um escravo.

12 Anos de Escravidão está disponível na NetflixClaro Video e TeleCine Play.

 

*Confira a lista completa no site canaltech ou em geekofnerd.

 

George Floyd: as marcas da segregação racial que movem protestos nos EUA

Desde o meio desta semana, cidades americanas têm sido palco de uma série de protestos, que têm como bandeira principal o movimento “Black lives matter” (“vidas negras importam”). Minneapolis é o município onde acontecem as manifestações mais radicais e que ganharam mais visibilidade: lojas foram depredadas, saqueadas e o prédio de uma delegacia foi incendiado. 

O motivo? Era lá que trabalhava o policial que matou George Floyd asfixiado, nesta quarta (27), depois de abordá-lo por supostamente ter usado uma nota falsificada de 20 dólares em uma loja.

 

➤ Leia também:

 

George Floyd era negro. No vídeo gravado por uma testemunha, ele é imobilizado no chão pelo policial, que aperta seu pescoço com o joelho. Antes de morrer, ele repetiu diversas vezes que não conseguia respirar. 

Embora os quatro policiais envolvidos no caso já tenham sido demitidos, até agora nenhuma acusação formal foi apresentada, e a impunidade alimenta a revolta de manifestantes que já viram tantos casos semelhantes se repetirem sem consequências no país. O caso de Floyd, na verdade, evoca um episódio muito parecido que ocorreu em 2014, quando Eric Garner repetiu 11 vezes que não conseguia respirar enquanto era estrangulado por um policial, que o abordou por suspeitar que estava vendendo ilegalmente cigarros avulsos. 

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O homem que ficou conhecido pela cena do policial com o joelho sendo pressionado em seu pescoço até a morte.

Infelizmente, os casos não são coincidência: basta olhar o histórico de abordagens policiais que acabaram em mortes no país para concluir que se trata de um racismo estrutural, que permeia as instituições e a sociedade americana. Trayvon Martin, Michael Brown, Walter Scott, Freddie Gray, Sandra Bland e outros são algumas das vítimas de violência policial que tiveram seus casos repercutidos pela imprensa depois de ondas de protestos nos últimos anos. 

Muitos outros ficaram marcados apenas nas estatísticas: um levantamento feito pelo jornal The Washington Post revelou essa semana que a maioria dos assassinatos cometidos por policiais no ano passado teve como vítimas afro-americanos. Um outro estudo da ONG Mapping Police Violence revelou que negros têm quase 3 vezes mais chances de serem mortos por policiais nos Estados Unidos do que brancos. 

Para entender as raízes do racismo e a violência policial nos Estados Unidos

A herança escravagista, assim como acontece em muitos países, é o ponto de partida para entender o racismo nos Estados Unidos. Colônia inglesa até 1776, os EUA só foram encerrar de vez a escravidão em meados do século 19, com a Guerra de Secessão. Neste texto, explicamos as particularidades do sistema escravagista e da abolição dele no país. 

Mas quem pensa que o fim da escravidão representou uma completa mudança na vida dos negros americanos está bastante enganado. Assim como ocorreu no África do Sul, os Estados Unidos também viveram o seu apartheid. A segregação racial instituída pelo Estado, que dividia de escolas a bebedouros para negros, só teve fim definitivo em 1964, com a promulgação da Lei dos Direitos Civis. Para que essa conquista fosse alcançada, grupos de resistência como Os Panteras Negras e ativistas como Martin Luther King trilharam um longo caminho de luta. 

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A indignação pela morte de George Floyd, 46, vai além de sua família e amigos. Várias celebridades reagiram ao incidente nas redes sociais

O fato é que mesmo que abolidas por lei, a escravidão e a segregação racial no país da liberdade deixaram heranças racistas que se refletem em diversos setores da sociedade americana, seja nos índices de pobreza ou na violência policial escancarada pelo caso de Floyd e tantos outros. 

Em 2019, a minissérie Olhos que Condenam, lançada pela Netflix, contou a história de cinco adolescentes negros que foram condenados por um crime que não cometeram. A mesma diretora da série, Ava Duvernay, também abordou a violência policial e o sistema penitenciário racista americano no documentário A 13ª Emenda, que traz dados relevantes para entender a prisão em massa e a criminalização de negros nos Estados Unidos. 

No Brasil, um cenário não muito distante

Pois é, vale lembrar que, embora não tenhamos tido um apartheid por aqui, o Brasil esteve entre os últimos países do mundo a abolir a escravidão, em 1888. E a violência policial também é, sem dúvida, uma de nossas heranças escravagistas. A 13ª edição do Anuário da Violência, publicado no ano passado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, revelou que 75,4% dos mortos pela polícia entre 2017 e 2018 eram negros. 

A relevância do tema pode colocá-lo na mira dos grandes vestibulares, seja em questões ou no tema de redação. Mesmo o Enem já cobrou, em 2017, uma redação sobre os caminhos de combate ao racismo no Brasil

*As informações são do site Guia do Estudante.

Cristiano Ronaldo não transformará seus hotéis em hospitais

Em menos de 12 horas, o desmentido. Na manhã deste domingo, o jornal português O Observador conseguiu checar a informação com fontes próximas a Cristiano Ronaldo e comprovou que não é verdade que seus hotéis em terras lusitanas serão transformados em hospitais para tratar gratuitamente de pacientes diagnosticados com o novo coronavírus. A notícia original surgiu no diário Marca, da Espanha, e logo se espalhou pelo mundo, sendo reproduzida pelo GloboEsporte.com.

O desencontro de informações se originou de um post de Edgar Caires, ex-marido de Elma Aveiro, irmã do craque. Nos stories de sua conta do Instagram, compartilhou uma imagem do site luso Arena Desportiva, em que se noticiava o plano de CR7. Logo, a ideia se espalhou e foi reproduzida pelo mundo.

Na manhã deste domingo, nem o cunhado do craque, tampouco o site português mantinha no ar as imagens que deram origem à notícia do jornal Marca. Mas, na página do Arena Desportiva no Facebook, havia o esclarecimento sobre a fonte da informação. Surgiu de Paula Carvalho, presidente da associação sem fins lucrativos Essência Humana, baseada em Lisboa. Pela conversa da rede social, ela lamentava que tinha sido induzida ao erro por outras pessoas.

O que de concreto há em relação a Cristiano Ronaldo é que está está em quarentena em sua casa na Ilha da Madeira. O craque segue a orientação da Juventus depois da confirmação de que o zagueiro Rugani foi infectado com o novo coronavírus. Na sexta-feira passada, o ídolo português postou mensagem sobre os cuidados que todos devem ter contra a pandemia.

(*) Com informações do Globo esporte

Quatro gatinhos assistem show de um artista que as pessoas ignoravam

Ignorados pelas pessoas, somente os gatinhos pararam para ouvi-lo cantar e o show foi ótimo!

O artista Jass Pangkor Buskers, que ganha a vida se apresentando nas ruas da Malásia, tem emocionado a internet com sua apresentação exclusiva para quatro gatinhos de três meses de idade.

Com a correria do dia a dia, cada vez menos pessoas param para assistir o trabalho de Jass nas ruas. Tocando sem platéia, a feição do rapaz era de pura tristeza, até os gatinhos aparecerem.

O momento foi captado por uma pessoa que passava pelo local e que ficou sensibilizada com o carinho dos animais.

“É como se os gatos soubessem o que ele estava sentindo e lhe deram apoio. Os gatinhos acompanharam a canção até o final”, disse em entrevista ao site Bored Panda.

O vídeo, que mostra a compaixão dos felinos, é comovente.

Fonte: ANDA

Veja o vídeo: