Categoria Reflexões

MENSAGENS PARA QUEM SOFRE DE DEPRESSÃO

Belas mensagns motivacionais de conforto, de carinho, de aconhego para quem está passando por momentos difícieis

A depressão é capaz de afetar toda a alegria da vida de uma pessoa. Os sentimentos começam a se revirar e tudo parece estar de ponta à cabeça. Viver com essa sensação tira de nós todos as boas vivências que a vida pode nos proporcionar. Se você conhece alguém que esteja enfrentando essa doença, não deixe de demonstrar suas preocupações, seus sentimentos de amor, carinho etc. Tudo que uma pessoa com depressão precisa é ter as emoções e os sentimentos estimulados, para que possam se sentir humanos. Separamos uma sequência de mensagens cheias de amor e carinho para que cheguem até as pessoas que sofrem de depressão. Leve o amor para o coração de quem convive com essa doença.

 

 

       Aprendemos sempre

“A vida não é para quem sabe viver, a vida é para aqueles que demonstram, sem vergonha, tudo o que se passa dentro de si, ou seja, é para quem tem coragem! Você é corajoso, expôs suas fraquezas, suas inseguranças, sua depressão, você pediu ajuda, você é humano! Mesmo achando que nada mais tem sentido, tudo tem um propósito e nós aprendemos tanto no amor, quanto na dor… não deixe de demonstrar pois pessoas para te darem as mãos não irão faltar!”

 

       No seu momento

“Eu acredito que em dias de dor e sofrimento até o canto dos pássaros incomoda, a luz do sol cega e sair de casa é uma batalha. Mas não deixe isso te dominar, nos momentos mais íntimos, entre você e você, distraia-se com os pequenos prazeres que o Universo nos proporciona, não deixe que as más energias e a depressão tomem conta do seu ser e então, tenha fé nas boas ações, nas pessoas de boas intenções e principalmente em Deus!

Mande a tristeza embora porque aqui só cabe felicidade!”

 

       Sinta-se

“Nos dias mais difíceis, acalme teu coração, sinta o pulsar em todo seu corpo, preste atenção em sua respiração… deixe o vento bater sobre o teu rosto, faça carinho em teus próprios braços e perceba, perceba que está vivo! Perceba que todos os minutos são uma chance para o recomeço e não oprima seus sentimentos, depressão não é frescura, então, peça ajuda profissional e faça todos os dias o trabalho de formiguinha consigo.”

 

       Vai passar

“Não há como explicar ou entender o que você sente, apenas você consegue saber o tamanho da dor que existe em seu ser. E esse vazio parece aumentar a cada dia, te consumindo e levando suas forças. Mas saiba que um dia toda dor termina e o raiar do sol estará disposto a te devolver toda a alegria que você um dia perdeu.

Recomece sem medo com nossas frases de superação!”

 

      Não está sozinho

“Você não precisa achar que deve carregar o mundo em suas costas. Essa luta não é sua e você precisa para de lutar contra o que não pode vencer. Descanse em Deus e confie que mesmo que tenha aflições, você vencerá, pois Ele venceu e somente Ele pode te alegrar novamente. Seja paciente, confie e acredite que toda essa dor passará.”

 

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Salve, Jorge! Viva o português de Portugal!!!

Homenagem ao grande Educardor baiano, Jorge Portugal, que faleceu recentemente

A Bahia, o Brasil e a cultura universal em si, sofrem uma perda irreparável. Jorge Portugal foi, talvez, um dos maiores mestres que tivemos na atualidade.

Dono de um vocabulário ímpar e de uma didática que era quase impossível não reconhecer, “português é com Portugal”, Jorge era a cara e a voz da Bahia, uma Bahia erudita, culta, cheia de significados que só ele sabia traduzir de uma forma peculiar e original. Jorge se foi, mas deixa uma extensa trajetória, contribuições e ensinamentos para educação brasileira… seu nome, certamente, já está marcado entre os grandes…

por isso, em homenagem a esse grande educador baiano, deixo o meu “salve Jorge”.

Viva o português de Portugal!!!

Autoria: Leandro Flores

Leandro Flores é fundador e produtor dos Projetos ligados ao Café com Poemas.

 

Jornalista, Sertanista, Comendador, Poeta, Editor de Livros e Revistas e Designer Gráfico. Leandro é autor dos livros “Sorriso de Pedra – A outra face de um Poeta” e “Portfólio: Traços e Conceitos”.

É membro-fundador da Academia de Letras do Sertão Cultivista, membro da CAPPAZ – Confraria Artistas e Poetas pela Paz, além de outras instituições Acadêmicas pelo país. Também é Coordenador e Idealizador do Movimento Cultivista Brasileiro e do Projeto Cartas e Depoimentos. Já fez participações em dezenas de antologias poéticas, além de ORGANIZAR e AUXILIAR outras publicações. Leia mais…

Antônio Santana: Quanto custa um voto?

Reflexão

Na Grécia antiga, a palavra política ( polítikós) referia-se às questões relativas à vida da cidade.

A política não era uma atividade qualquer: dela dependia a organização cotidiana e o futuro da pólis ( cidade-Estado). Por isso, participar da política era uma atividade constitutiva do cidadão, ou seja, não seria um cidadão se não se interessasse pela política e a praticasse.

No Brasil, vivemos em um Sistema politicamente democrático em que o voto ainda é a nossa principal ferramenta que nos permite fazer escolhas e tomada de decisão que somente acontecem a cada quatro anos por meio de eleições diretas gerais presidenciais ou municipais. É o processo pelo qual permite-nos exercer o nosso voto de maneira livre e consciente ou ( inconsciente) para lutar ou ( desistir) por um município, estado ou país cada vez mais desenvolvido e melhor pra se viver com dignidade e respeito com todos que fazem parte de uma mesma história com capítulos distintos, porém, participes de uma mesma Sociedade.

Para orientar a nossa reflexão, viajei pelas ondas da filosofia abordando duas questões interessantes os valores e as escolhas. Quando temos que decidir entre uma opção é outra, entre duas ou mais possibilidades, nós avaliamos, isto é, comparamos os prós e os contras e atribuímos diferentes valores a cada uma delas. Então, escolhemos aquela que nos parece mais apropriada às circunstâncias analisadas; ou, dizendo de outra forma, escolhemos aquela que nos parece ter mais valor.

Portanto, vender ou trocar o voto como se fosse mercadoria além de ser ilegal e imoral, é contribuir para a continuidade da corrupção onde tanto quem vende como quem compra ou negocia votos, são corruptos. Esses tipos políticos e eleitores, certamente que não têm nenhum compromisso com a sua cidade.

Por isso, antes de garantir ou creditar o seu voto ao candidato ( a) a prefeito ( a) e a vereador ( a), análise as suas idéias, propostas e projetos porque é daí que você perceberá qual a sua intenção no desejo ao cargo. Desconfie sempre daquele ( a) candidato (a) que lhe oferece alguma coisa pois ninguém deve garantir aquilo que ainda não tem.

Diante desta reflexão, cabe-nos perguntar: Quanto custa o seu voto para o município?

PENSE NISSO!

Um grande abraço!

PROFESSOR SANTANA,
Escritor e poeta.
Condeúba – Bahia.

 

Antônio Santana é também Coordenador do Mov. Café com Poemas em Condeúba/BA

Antônio da Cruz Santana nasceu na cidade de Saubara, na Região do Recôncavo Baiano, em 9 de abril de 1971. Em sua cidade natal, fez o curso primário, na Escola Estadual Professor Caio Moura, e o ginásio, no Centro Educacional Cenecista de Saubara.

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Leandro Flores – Vamos encher este mundo de amor

Poema

Vamos esvaziar todo estoque de mau humor,
De ódio, de falta de esperança, de azar, de pessimismo;
Vamos sabotar a mentira, o preconceito, o racismo,
A falta de empatia, o egoísmo;
 
Vamos abastecer os olhos de poesia,
O coração de melodia, o ar de alegria…
Vamos transmitir somente os bons sentimentos,
As boas notícias, o que realmente faz sentido;
Fazer de nosso jeito;
 
Espalhar o amor,
Viver as nossas diferenças
E respeitar o que não nos diz respeito.
Vamos, todos juntos, fazer diferente,
Reconstruir dessas ruínas da fatalidade,
Um mundo sem o instinto primitivo da maldade;
 
Agora é hora,
O universo nos dá uma nova chance
De viver com dignidade
Para construir um futuro diferente,
Sem olhar os erros do presente
E reconstruir uma nova realidade.
 
Leandro Flores

Foto: Autoria Desconhecida    

 

 

 

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               Autor

Leandro Flores é fundador e produtor dos Projetos ligados ao Café com Poemas.

 

 

Jornalista, Sertanista, Comendador, Poeta, Editor de Livros e Revistas e Designer Gráfico. Leandro é autor dos livros “Sorriso de Pedra – A outra face de um Poeta” e “Portfólio: Traços e Conceitos”.

É membro-fundador da Academia de Letras do Sertão Cultivista, membro da CAPPAZ – Confraria Artistas e Poetas pela Paz, além de outras instituições Acadêmicas pelo país. Também é Coordenador e Idealizador do Movimento Cultivista Brasileiro e do Projeto Cartas e Depoimentos. Já fez participações em dezenas de antologias poéticas, além de ORGANIZAR e AUXILIAR outras publicações. Leia mais…

Sobrinha ensina tio analfabeto a ler e escrever durante a pandemia

Olha só o tamanho do sorriso do Sr. Jesus Felipe Lira ao conseguir escrever o próprio nome! Ele era analfabeto e teve aulas durante a pandemia com a sua sobrinha e aprendeu a ler e escrever. 

Um ato aparentemente simples, mas que fez totalmente diferença na vida de um homem que não sabia ler e escrever o próprio nome. O Sr. Felipe, um mexicano do estado de Jalisco  não teve oportunidade de ir à escola, quando mais jovem, pelo fato de sempre trabalhar em construção civil, e, por essa razão, não sabia ler e nem escrever. Ele perdeu a esposa cedo e criou sozinho as duas filhas.

Kennya, que é sua sobrinha e sabia do sonho do tio de deixar de ser analfabeto, tirou o tempo livre da pandemia para ensiná-lo a escrita básica.

Isso o deixou radiante.  Ela publicou alguns posts no Twitter mostrando como ele estava feliz em poder escrever o próprio nome e o nome dos netos.

O post foi um sucesso e não demorou muito para que ganhasse milhares e milhares de curtidas e comentários nas redes sociais. Essa é uma daquelas histórias que a gente adora compartilhar, não é mesmo?

Kennya conta que o tio sempre teve vergonha de não saber ler e escrever, mas que por ter uma idade avançada (nós não conseguimos identificar quantos anos ele tem de fato), acreditava que não seria mais capaz de realizar o seu sonho.  

Eu escrevi o nome dos netos dele com um marcador e pedi para ele traçá-lo com uma caneta azul. Foi a primeira vez que ele escreveu o nome de seus netos. Foi extremamente emocionante pra mim, então não pude deixar de compartilhar”, contou.

Depois dos posts de Kenya, surgiram milhares de comentários parabenizando ambos pela atitude e desejando sucesso ao Sr. Felipe, que ganhou até uma conta no Twitter (administrada por Kennya) para mostrar como está sendo o processo de aprendizado!

Ela conta que o seu tio está aprendendo a lidar com a ferramenta e que, em breve, ele mesmo fará os posts.

Homenagem à minha avó, Judite

Reflexão

12 DE AGOSTO DE 2018

Avós não ficam para sempre, claro. Apensar que a gente pensa que eles são eternos, né, assim como os nossos pais, mas eles se vão também… assim como nós um dia iremos, os nossos filhos irão… e assim, caminha a humanidade. É uma rotatividade a vida. A gente nem se dá conta de como ela é “trem-bala” como diz a canção. Viver é uma faísca é um nada, em se tratando de existência.

Vó Judite, mulher íntegra, generosa, impaciente, às vezes, vivia assim, querendo ir, ultimamente com mais frequência, por conta de um alzheimer, mas a sua missão era ir mesmo… e ela se foi para sempre.

A última de sua geração de irmãos (tinha até uma gêmea, Júlia e Judite). Foi uma mulher que combateu o bom combate que são as tentações da vida. Preocupada, preferia a cautela, a abstenção, uma vida pacata. Cuidava de todos com zelo. Eu mesmo fui um dos seus. Tive a honra de morar com ela. Fui neto, filho, amigo, sobrinho (ela já nem sabia mais me classificar quando nos vimos pela última vez). Talvez um pouco de tudo isso.

Tive o prazer de conviver com a minha vozinha nesses últimos dias de vida dela, de beijá-la, de dizer o quanto ela era linda. E era mesmo. Quem a conhecia sabe o quanto aquele sorriso era permanente em seu rosto… e isso, tornava-a linda!

Vai deixar saudade. Aliás, já deixou. Mas ao mesmo tempo, estou “conformado” por saber o quanto ela viveu, o quanto foi a mulher que foi e, principalmente, pelo lugar que herdou.     

 

Leandro Flores é fundador e produtor dos Projetos ligados ao Café com Poemas.

Jornalista, Sertanista, Comendador, Poeta, Editor de Livros e Revistas e Designer Gráfico. Leandro é autor dos livros “Sorriso de Pedra – A outra face de um Poeta” e “Portfólio: Traços e Conceitos”.

É membro-fundador da Academia de Letras do Sertão Cultivista, membro da CAPPAZ – Confraria Artistas e Poetas pela Paz, além de outras instituições Acadêmicas pelo país. Também é Coordenador e Idealizador do Movimento Cultivista Brasileiro e do Projeto Cartas e Depoimentos. Já fez participações em dezenas de antologias poéticas, além de ORGANIZAR e AUXILIAR outras publicações. Leia mais…

Monografia e artigo científico. Qual a diferença?

Ao chegar ao final do curso de graduação, o estudante deve decidir o tema do seu trabalho de conclusão de curso e como vai desenvolvê-lo: se em forma de monografia ou artigo científico. O trabalho de conclusão é uma das principais preocupações entre os universitários, já que o TCC é obrigatoriedade para conclusão na maioria dos cursos.

O que é um TCC?

É a abreviação de Trabalho de Conclusão de Curso e aplica-se, principalmente, para estudantes universitários. Ao terminar o curso, seja de graduação ou pós-graduação, o aluno deve apresentar um trabalho de conclusão que utilize todos os conhecimentos adquiridos durante o curso. O TCC poderá ser feito das seguintes formas: monografia, um artigo cientifico, uma tese para cursos de pós-graduação de doutorado, um relatório de estágio ou uma dissertação no caso de cursos de pós-graduação de mestrado. A decisão do tipo de TCC vai depender do curso e da instituição.

Quer saber mais sobre formatação de artigos científicos ou monografias? Leia esse artigo:

Tema de TCC – Como escolher o tema de suas Monografias

 

Acontece que os trabalhos monográficos se dividem em Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para graduação, monografia para pós-graduação, dissertação para mestrado e tese para doutorado.

O que é uma monografia?

A monografia é um trabalho escrito sobre os resultados de uma pesquisa focalizada em um tema único, uma delimitação de campo ou um recorte de uma realidade. Além disso, a monografia deve seguir um formato e uma estrutura lógica apresentando dados sobre a hipótese criada, a metodologia desenvolvida e os resultados da pesquisa.

O que é um artigo científico?

Já o artigo científico é um trabalho monográfico apresentado de forma sintética e objetiva e pode ser resultado de uma pesquisa independente ou um desenvolvimento acadêmico. O artigo é separado em “acadêmico” e “não acadêmico”. No formato acadêmico deve obedecer aos critérios de pesquisa para sua elaboração e apresentação. Não sendo acadêmico pode ser uma publicação destinada a órgãos ou revistas especializados em determinado assunto. Pode ser, por exemplo, o resultado de uma pesquisa independente.

Referências

Normalmente, esse tipo de trabalho é acompanhado com muita pesquisa e utilização de referências. Portanto, lembre-se que, se o seu trabalho foi baseado em um texto de alguém, coloque sempre o nome e sobrenome do autor, o título original, editora, dados para complementar ou, se falar sobre algum decreto, coloque o nome do país que está esse decreto e os artigos.

 

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Fonte: https://www.epdonline.com.br/

Antônio Santana – O que é cultura?

Cultura também definida em ciências sociais, aprendidas de geração em geração através da vida em sociedade.

No Brasil, não é somente necessário garantir os Direitos Fundamentais dos cidadãos pela Constituição Federal de 1988, como também o Poder Público deve oferecer – lhes as demais condições para exercê – los. Portanto, é interessante compreender que cultura nos apresenta vários conceitos. Como: “Todo complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente na família, como também por parte de uma sociedade da qual é membro”. Cultura também definida em ciências sociais, aprendidas de geração em geração através da vida em sociedade.

No entanto, o que se pode observar é tamanha dificuldade encontrada nas prefeituras de cidades do interior do Brasil, a exemplo de Condeúba, na Bahia, quando se trata de investimentos à Cultura. São milhares de crianças, adolescentes, jovens e também adultos que procuram desenvolver as suas habilidades na arte, nos esportes, na cultura e na literatura, porém, não conseguem nenhum tipo de suporte técnico e apoio financeiro do Poder Público Municipal.

Vale ressaltar, que tanto a Filosofia quanto a Sociologia, conceituam à Cultura intrinsecamente relacionada ao comportamento e ao convívio do homem na sociedade.

Nessa perspectiva, se percebe angústias, decepções e insatisfações por parte dos artistas profissionais e amadores ou em formação que querem produzir arte, mas não conseguem desenvolver suas habilidades e/ou talentos por ausência de políticas públicas de governos que não ofertam a esta categoria.

Nesse sentido, torna-se cada vez mais difícil repensar ou reescrever a história do Brasil, sem passar por uma educação que se proponha a trabalhar na transformação intelectual dos indivíduos através da leitura, da arte e da literatura.

Abrindo novos caminhos para formar cidadãs e cidadãos humanamente melhores, politizados, conscientes de seus direitos e deveres para com a sua Pátria, visando uma sociedade crítica, solidária e fraterna para todos.

 

 

Antônio Santana
Professor, escritor e poeta.
Condeúba – Bahia

Antonio Santana é também Coordenador do Mov. Café com Poemas em Condeúba/BA

Antônio da Cruz Santana nasceu na cidade de Saubara, na Região do Recôncavo Baiano, em 9 de abril de 1971. Em sua cidade natal, fez o curso primário, na Escola Estadual Professor Caio Moura, e o ginásio, no Centro Educacional Cenecista de Saubara.

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Pandemia e empatia: o que podemos aprender com o coronavírus

Uma vez que a doença pode atingir qualquer pessoa, é fundamental que cada um faça a sua parte para conter o avanço. Só com o esforço de todos veremos a melhora dos resultados

Alcançou-se, nestes dias, a marca de um milhão de contaminados e de mais de 47 mil mortos. E os números não param de crescer. Mesmo assim, muitos, inclusive políticos e autoridades, se recusam em aceitar o risco da doença e em colaborar para que ela não se propague. Ao contrário, contribuem para ações irresponsáveis e para aumentar a tensão social. 

Desde que o coronavírus foi considerado pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), causou muito pânico e caos ao redor do mundo. A doença trouxe uma sensação de fragilidade, vulnerabilidade e impotência que tomou conta das pessoas, das mais diferentes idades, culturas, raças e religiões.

Por ser uma condição democrática, que pode atingir a todos, embora todos os pesares, reforça a importância da união para que tudo funcione. 

Nesse contexto, o coronavírus ensina sobre empatia. Todos dependemos de todos para que a situação de forma geral possa ser minimizada ou até erradicada. “Quando nos preocupamos com os outros, geralmente, temos a tendência de pensar nas pessoas dentro do nosso núcleo: nós mesmos, nossa família e nossos amigos.

O momento atual nos traz a oportunidade de expandir nossa mente, exercitar o altruísmo e se preocupar pelo bem de todos os seres. Quem quer que seja e onde quer que esteja”, defende Vivian Wolff, coach especialista em desenvolvimento humano e mindfulness pelo Integrated Coaching Institute (ICI), mãe de Chloé, Alexia e Arthur. 

A especialista explica que empatia é a habilidade de perceber o outro, sem que ele precise dizer algo sobre a própria situação emocional ou afetiva. É se colocar do no lugar do outro e, considerando o momento atual, esse interesse genuíno e ativo faz toda a diferença. Isso é reforçado quando pensamos no grupo de risco (idosos e pessoas com doenças respiratórias ou cardíacas), pois quando você não faz a sua parte pode, direta ou indiretamente, afetar esse público. 

Para Vivian, o caminho é primeiramente aceitar e encarar os fatos. “Devemos avaliar a qualidade dos pensamentos que escolhemos cultivar. Lidamos com o momento difícil cultivando pensamentos de medo que nos enfraquecem ou pensamentos que nos fortalecem?

Em meio a uma crise global, ser capaz de avaliar o alcance de uma adversidade e ter recursos internos para lidar com ela da melhor maneira possível é muito valioso. Pessoas resilientes fogem de reclamação e justificativas e passam para o gerenciamento das emoções e solução de problemas”, explica. 

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Foto: Reprodução

Esse é o primeiro passo para depois poder enxergar o próximo. “Talvez você não esteja no grupo de risco do coronavírus, mas já olhou a sua volta?”, provoca Elaine Di Sarno,  psicóloga com especialização em Avaliação Psicológica e Neuropsicológica, e Terapia Cognitivo Comportamental.

Você pode ter vizinhos idosos ou com diabetes e hipertensão. “Pratique a empatia, a solidariedade. Ofereça ajuda. Se for preciso, faça o supermercado para sua vizinha de 70 anos e evite que ela se exponha ao risco”, sugere. Ambas especialistas reforçam: “Reflita e dê o seu melhor como ser humano”. 

 

*As informações são do portal  msn/notícias e do site paisefilhos

Que texto lindo e verdadeiro

"Permitir-se acolher o irmão e entender que ele é tão frágil e tão forte como nós é a meta."

Viajantes do tempo. O remetente e o destinatário.

Tudo que jogamos contra o vento vem ao nosso encontro.

Somos o próprio reflexo que vemos no espelho e além dele.

Somos a vida e a morte. O tudo e também o nada.

Somos idealizadores. Sonhadores. Propagadores.

Feitos de inocência num mundo de regras. Maldosos ou bondosos – no tempo exato.
Ora oferecemos riscos, ora somos a mais perfeita das ternuras.

O ponto de encontro está em cada um de nós. Encontrar-se é o desafio. Entender-se sagrado é o caminho.

Enxergar além de, é o que falta.

Permitir-se acolher o irmão e entender que ele é tão frágil e tão forte como nós é a meta.

Que ninguém é melhor do que ninguém. No final das contas somos, pó.

Nem sempre intactos. Nem sempre puros.O importante é buscar, olhar para dentro de si e observar

que o mundo é benção, que somos filhos da Graça – temos a divindade dentro de nós…

 

*Nas redes sociais, este texto é atribuído a São Tomás de Aquino, mas  a verdadeira autoria é de Vitor Ávila.

Imagem: Pixabay