Categoria Saúde

Antes de piorar, Paulo Gustavo acordou e interagiu com o marido; diz boletim médico

O ator Paulo Gustavo voltou a apresentar uma grande piora em seu quadro clínico. O que todos pensavam que iria acontecer, infelizmente, ainda não ocorreu. Isto é, a melhora de Gustavo. Que está internado há quase dois meses e, neste meio tempo, ele tem tido várias melhoras e, em contrapartida, várias pioras também. O que está deixando todos preocupados. Por conta que quando ele chegou no hospital, seu quadro clínico já era grave.

Agora, o seu quadro clínico piorou bastante. Mas após ele vencer até mesmo uma hemorragia, todos creem que esta piora que ele teve será apenas mais uma história para ele contar quando for curado. Mas que está causando preocupação em todos, de fato, está. Pois foi algo súbito, ou seja, o seu quadro clínico estava bem, até que em um dado momento, ele teve tal piora, repentina. O que deixou a equipe médica bem apreensiva.

Mas o boletim informou que antes de tal piora, ele acordou e interagiu com o seu marido. E, no domingo, de uma hora para outra a piora aconteceu. E deixou todos sem chão. Há dias não havia um boletim médico e, este último que saiu infelizmente trouxe esta notícia tão triste e dolorosa para todos. Pois está causando uma grande ataque no sistema nervoso central do artista.

BOLETIM MÉDICO INFORMA O QUE OCORREU COM ELE

Os exames que foram feitos após a piora dele, mostraram que ele sofreu uma embolia pulmonar. Posteriormente, o diagnóstico foi que ele estava passando por um momento bem instável, isto é, de extrema gravidade, pois ele apresentou uma fístula bronquíolo-venosa. Tal embolia gasosa acabou atingindo o SNC do humorista. Causando fortes dores também. Agora ele segue recebendo tratamento adequado. Contudo, as chances dele conseguir sair bem dessa não são tão grandes. Entretanto, é bem verídico que ele está vivendo de milagres e, este será apenas mais um milagre que ele viverá.

Publicado em 04/05/2021 by Diego Marques

Fonte: Brasil Acontece

Benefícios do chá de alecrim para a saúde e como fazer

Por: Tatiana Zanin – Nutricionista

O chá de alecrim é conhecido pelo seu sabor, aroma e pelos seus benefícios para a saúde como melhora da digestão, alívio da dor de cabeça e combate ao cansaço frequente, além de também favorecer o crescimento do cabelo.

Essa planta, cujo nome científico é Rosmarinus officinalis, é rica em compostos flavonoides, terpenos e ácidos fenólicos que lhe proporcionam propriedades antioxidantes. Além disso, o alecrim é antisséptico, depurativo, antiespasmódico, antibiótico e diurético.

1. Melhora a digestão

O chá de alecrim pode ser tomado logo a seguir o almoço ou o jantar, sendo útil para melhorar o processo digestivo, ajudando a combater a acidez e o excesso de gases. Dessa forma, diminui a distensão abdominal e a falta de apetite.

2. É um ótimo antibiótico natural 

Devido às suas propriedades medicinais, o alecrim possui ação antibiótica, sendo mais eficaz contra as bactérias Escherichia coliSalmonella typhiSalmonella enterica e Shigella sonnei, que são normalmente relacionadas com infecção urinária, vômito e diarreia.

Apesar disso, é importante não excluir o uso de medicamentos indicados pelo médico, mesmo sendo uma ótima forma de se recuperar mais rápido.

3. É um excelente diurético

O chá de alecrim é um excelente diurético natural, podendo ser utilizado em dietas para baixar de peso e combater a retenção de líquidos no corpo. Esse chá aumenta a produção de urina estimulando o organismo a eliminar os líquidos e as toxinas acumuladas, melhorando a saúde.

4. Combate o cansaço mental

Vários estudos comprovaram os benefícios do alecrim para o funcionamento cerebral e, por isso, é uma excelente opção para períodos de estresse como antes de provas ou antes ou depois de reuniões de trabalho, por exemplo.

Além disso, as propriedades do alecrim também podem ter efeito no que diz respeito ao combate do Alzheimer, evitando a perda de memória, no entanto são necessários mais estudos para que se possa utilizar o alecrim na produção de medicamentos contra o Alzheimer.

5. Protege a saúde do fígado

O alecrim pode atuar melhorando o funcionamento do fígado e diminuindo a dor de cabeça que surge depois de ingerido bebidas alcoólicas ou ter comido em excesso, principalmente comidas com grande teor de gordura.

No entanto, o chá de alecrim não deve ser consumido em caso de doenças do fígado sem que seja indicado pelo médico, isso porque apesar de ter efeito protetor do fígado ainda não se sabe qual a eficácia desse chá contra essas doenças.

6. Ajuda no controle da diabetes

O chá de alecrim também ajuda a manter a diabetes sob controle, já que diminui a glicose e aumenta a insulina. O consumo desse chá não substitui o uso de medicamentos indicados pelo médico e a realização de uma alimentação adequada, devendo ser ingerido como complemento do tratamento médico e nutricional.

7. Combate a inflamação 

O consumo de chá de alecrim também é excelente para combater a inflamação e aliviar a dor, o inchaço e o mal estar. Por isso, pode ajudar a combater a inflamação no joelho, a tendinite e, inclusive, a gastrite, que é a inflamação no estômago.

8. Melhora a circulação

O alecrim possui efeito antiplaquetário, sendo, por isso, de grande utilidade para quem tem problemas circulatórios ou que necessitam manter repouso durante alguns dias, já que melhora a circulação e evita a formação de trombos, que poderiam obstruir a circulação. Por isso, uma das recomendações é consumir o chá depois de uma cirurgia, por exemplo.

9. Ajuda a combater o câncer 

Alguns estudos realizados com animais indicam que o alecrim é capaz de diminuir o desenvolvimento de células tumorais devido a sua ação antioxidante, no entanto são necessários ainda outros estudos para identificar exatamente como essa planta pode ser utilizada na produção de medicamentos contra o câncer.

10. Pode ajudar no crescimento do cabelo

Além de tudo isso, o chá de alecrim sem açúcar pode ser usado para lavar o cabelo, porque ele fortalece os fios, combate a oleosidade excessiva, combatendo a caspa. Além disso, facilita o crescimento do cabelo, porque melhora a circulação do couro cabeludo.

Como fazer o chá de alecrim

Foto: Divulgação

Ingredientes

  • 5 g de folhas secas de alecrim;
  • 150 ml de água em ponto de fervura.

Preparo

Adicionar o alecrim na água fervente e deixar repousar por 5 a 10 minutos, devidamente tapado. Coar, deixar amornar e tomar, sem adoçar, de 3 a 4 vezes por dia.

Além de ser utilizado na forma de chá, o alecrim pode ser utilizado como erva aromática para temperar os alimentos e está disponível na forma seca, em óleo ou fresco. O óleo essencial é especialmente utilizado para adicionar à água de banho ou para fazer massagens em locais doloridos.

Por quanto tempo tomar o chá?

Não há um tempo definido para o consumo do chá, no entanto os fitoterapeutas recomendam o consumo por cerca de 3 meses, devendo parar por 1 mês.

É melhor usar as folhas secas ou frescas?

De preferência é melhor utilizar as folhas frescas, já que o potencial terapêutico pode ser encontrado principalmente no óleo de essencial de alecrim, cuja concentração é maior nas folhas frescas que nas secas.

É possível preparar o chá de alecrim com canela?

Sim, não há contraindicação para utilizar a canela em conjunto com o alecrim para preparar o chá. Para fazer basta acrescentar 1 pau de canela na receita original do chá.

Possíveis efeitos secundários

O chá de alecrim é considerado bastante seguro, no entanto, quando consumido em excesso pode causar náuseas e vômitos.

No caso do óleo essencial, não deve ser aplicado diretamente sobre a pele, já que pode causar irritação, além de também não ser usado em feridas abertas. Além disso, também pode desencadear crises epiléticas em pessoas com epilepsia.

No caso de pessoas com pressão alta e que tomam medicamentos, o chá de alecrim poderia causar hipotensão, enquanto que no caso das pessoas que tomam diuréticos, pode haver desequilíbrio nos eletrólitos.

Contraindicações e cuidados

O chá de alecrim não deve ser consumido durante a gravidez, a amamentação e por crianças com menos de 5 anos. As pessoas que possuem doença do fígado também não devem consumir esse chá, uma vez que promove a saída da bílis, o que poderia piorar os sintomas e a doença.

Além disso, poderia interagir com alguns medicamentos, como anticoagulantes, diuréticos, lítio e medicamentos para regular a pressão arterial, e, por isso, caso a pessoa esteja fazendo uso de algum desses medicamentos é importante consultar o seu médico antes de tomar o chá de alecrim.

De acordo com alguns estudos, o óleo de alecrim, que também está presente no chá, pode estimular o desenvolvimento de crises em pessoas com epilepsia e, por isso, deve ser usado com precaução e sob orientação de um médico ou fitoterapeuta.

Bibliografia 

  • EUROPEAN MEDICINES AGENCY. Assessment report on Rosmarinus officinalis L., aetheroleum and Rosmarinus officinalis L., folium. 2010. Disponível em: <https://www.ema.europa.eu/en/documents/herbal-report/assessment-report-rosmarinus-officinalis-l-aetheroleum-rosmarinus-officinalis-l-folium_en.pdf>. Acesso em 08 Abr 2020
  • AKOUR Amal, KASABRI Violet et al. The use of medicinal herbs in gynecological and pregnancy-related disorders by Jordanian women: a review of folkloric practice vs. evidence-based pharmacology. Pharmaceutical biology. 54. 9; 1901–1918, 2016
  • THE HERB SOCIETY OF AMERICA. Rosemary: quick facts. 2009. Disponível em: <https://www.herbsociety.org/file_download/inline/824d2982-0b7c-40d9-b3d9-9e5d823d295c>. Acesso em 08 Abr 2020
  • CANCER SUPPORT CENTER. Fresh Rosemary. Disponível em: <https://cancersupportcenter.org/wp-content/uploads/Rosemary-Handout-Final.pdf>. Acesso em 08 Abr 2020
  • NIETO, Gema et al.. Antioxidant and Antimicrobial Properties of Rosemary (Rosmarinus officinalis, L.): A Review. MDPI – Medicines. Vol.5, n.98. 2018
  • MURATA K et al.. Promotion of hair growth by Rosmarinus officinalis leaf extract. SKINmed Journal. Vol.27, n.2. 212-217, 2012
  • PANAHI, Y et al.. Rosemary oil vs minoxidil 2% for the treatment of androgenetic alopecia: a randomized comparative trial. SKINmed Journal. Vol.13, n.1. 15-21, 2015
  • BAHR, Tyler A. et al.. The Effects of Various Essential Oils on Epilepsy and Acute Seizure: A Systematic Review. Evidence-based Complementary and Alternative Medicine. Vol.2019. 2019
  • EPILEPSY SOCIETY. Complementary therapies. Disponível em: <https://epilepsysociety.org.uk/living-epilepsy/wellbeing/complementary-therapies>. Acesso em 15 Dez 2020

Fonte: Tua Saúde

Imagens: Divulgação/pesquisa livre

Ervilha ajuda a controlar colesterol, diabete e protege o coração. Veja 12 Benefícios desse vegetal

Muita gente associa a proteína apenas às fontes animais, e se esquece que existe uma gama de vegetais cheios dessa propriedade, e de muitas outras vantagens nutricionais. Por exemplo, a ervilha. Ela é uma das melhores fontes proteicas, por conter quase o dobro de proteínas da maioria dos vegetais.

Além disso, é muito fácil e barata de cultivar, e pode compor ótimos pratos, como saladas, sopas, e acompanhamentos dos mais diversos. Quem fizer essa escolha, vai estar incluindo no cardápio um alimento rico em fibras, vitaminas A, B, C, E e K, zinco, magnésio, ferro, potássio, cálcio, entre outras. Ela incrementa os pratos, e também dá aquela turbinada na saúde. Olha só.

Os benefícios da ervilha são:

  1. Faz bem ao coração
  2. Previne a diabetes
  3. Faz bem à visão
  4. Fortalece os ossos
  5. Ajuda a digestão
  6. É boa para os músculos
  7. É boa para a pele
  8. Faz bem para o cérebro
  9. Fortalece o sistema imunológico
  10. Combate o câncer
  11. É boa para o sangue
  12. Previne a depressão


1. É boa para o coração

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Foto: Reprodução

A ervilha contém niacina, uma substância que ajuda a reduzir os níveis de colesterol ruim – o LDL. Contém ainda flavonoides, que atuam como anti-inflamatório e ajudam na prevenção de coágulos de sangue, responsáveis por grande parte dos problemas cardíacos, como AVC e infarto, e impedem a formação de placas nas artérias.

O Zinco, as vitaminas do Complexo B e o ácido fólico ajudam na preservação das paredes dos vasos sanguíneos. Por todos esses motivos, a ervilha é uma ótima aliada na prevenção de uma série de doenças cardíacas.

2. Previne a diabetes

Por ser de baixo índice glicêmico, a ervilha atua também como uma boa prevenção contra o aparecimento de diabetes, e também pode ser consumida por quem sofre com a doença. Os antioxidantes presentes nesse alimento e o potencial anti-inflamatório da ervilha servem ainda como aliados da regulação dos níveis de açúcar no sangue, tendo em vista que o estresse oxidativo e a inflamação são fatores de risco para o aparecimento da diabetes.


3. Faz bem à visão

A ervilha contém luteína, uma substância que não é produzida pelo corpo humano e é essencial para proteger os olhos dos efeitos nocivos dos raios solares. Por isso, a ervilha é também uma amiga da visão.

4. Fortalece os ossos

O cálcio, um elemento essencial para proteção e fortalecimento ósseo, é encontrado na ervilha também. Além disso, ela contém vitamina K, B e ácido fólico, componentes que ajudam na absorção de cálcio e prevenção de doenças ósseas, como osteoporose.

5. Ajuda a digestão

Excelente fonte de fibras, a ervilha auxilia no bom funcionamento intestinal, na medida em que facilita a digestão, tornando-a mais eficiente, e reduzindo as chances de desenvolvimento de problemas, como prisão de ventre, síndrome do intestino irritável, entre outras.

6. É boa para os músculos

Reconhecidamente uma boa fonte de proteínas, as ervilhas ajudam no fortalecimento muscular, sendo muito melhor do que boa parte dos suplementos industrializados.

7. É boa para a pele

Por conter antioxidantes, como os flavonoides, carotenoides, ácidos fenólicos e polifenóis, que ajudam a evitar os radicais livres, que, em longo prazo, degradam as células; as ervilhas são boas para a pele também. Elas auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce.

8. Faz bem para o cérebro

O magnésio, ferro, fósforo e zinco presentes na ervilha são minerais importantes para a boa saúde do sistema nervoso. A vitamina K, que também compõe o alimento, é importante para o cérebro e pode ajudar na prevenção de doenças degenerativas, como o Alzheimer.

9. Fortalece o sistema imunológico

Os antioxidantes e as vitaminas, principalmente a C, presentes na ervilha, auxiliam no fortalecimento dos sistema imunológico. A vitamina C ajuda ainda na melhor absorção de ferro, um elemento que, quando em falta provoca sintomas, como cansaço, fadiga, etc.

10. Combate o câncer

A ervilha é rica em diversos antioxidantes importantes, que atuam de modo preventivo no organismo, como os carotenos, polifenois, luteína, entre outros, auxiliando o organismo a evitar a degração das células, restrigindo as chances de aparecimento de diversos tipos de câncer.

11. É boa para o sangue

Por conter uma boa quantidade de ferro, a ervilha é útil também na prevenção de doenças do sangue, como anemia. O ferro é o grande responsável por levar o oxigênio para as células de todo corpo. Por isso, consumir produtos com esse elemento é tão essencial.

12. Previne a depressão

A ervilha contém folato, uma substância que auxilia na redução dos sintomas da depressão. Os antioxidantes auxiliam ainda a prevenir o aparecimento da doença.

Ervilha ajuda a emagrecer/ café com poemas para quer serve serve para que ervilha vegetal rico em proteina
Ervilha ajuda a emagrecer/Foto: saudedica

Propriedades de Emagrecimento

A composição rica em fibras e proteínas, e pobre em gorduras, faz da ervilha uma excelente auxiliar da perda de peso.

Cada xícara de ervilha verde cozida tem cerca de 67 calorias.

Ao chegar ao organismo, a ervilha regula a velocidade de absorção dos nutrientes, favorecendo a boa digestão e facilitando a perda de peso.

Reprodução do site GreenmeBRASIL

7 dicas para controlar a ansiedade e o nervosismo

A ansiedade pode gerar sintomas físicos e psicológicos, como sensação de falta de ar, aperto no peito, tremores ou pensamentos negativos, por exemplo, que podem condicionar o dia-a-dia da pessoa e aumentar o risco de contrair doenças.

Saiba 7 dicas que podem ajudar a controlar a ansiedade e o nervosismo e a ter uma vida melhor e mais plena:

1. Mudar de atitude

Uma das coisas que pode ajudar a reduzir a ansiedade é mudar a atitude em relação ao problema. Para isso, a pessoa deve tentar informar-se sobre aquilo que está causando a ansiedade, perceber se tem solução e resolver quanto antes.

Caso a pessoa não possa resolver o problema, deve perceber que ficar ansiosa não vai melhorar a situação e por isso deve tentar mudar de atitude e relaxar o máximo possível.

2. Respeitar as suas limitações

Existem pessoas que sentem muita ansiedade, mas sofrem sozinhas com os problemas, o que faz com que se isolem, o que pode aumentar o sofrimento.

Uma atitude que pode ajudar a superar este sentimento é pedir a ajuda de amigos, familiares ou mesmo um psicólogo, que podem ajudar a pessoa a ficar mais tranquila.

3. Respirar fundo e calmamente

Quando uma pessoa está muito ansiosa ou durante uma crise de ansiedade, é comum ocorrer uma sensação de falta de ar e aperto no peito, que são sintomas que se podem tornar muito desconfortáveis.

Nestes casos, a pessoa deve respirar fundo e calmamente, como se estivesse a respirar para a barriga. Além disso, outra coisa que pode ajudar é fechar os olhos e imaginar-se num local agradável, como numa praia, imaginando o mar com ondas cada vez mais lentas.

4. Pensar positivo

Muitas vezes, a ansiedade surge devido a pensamentos negativos ou autodestrutivos, que às vezes são intensificados pela própria pessoa.

Uma dica que pode ajudar a controlar estes pensamentos, é ver o lado positivo dos problemas que levam a sentimentos menos bons. Além disso, uma coisa que pode ajudar é lembrar de tudo o que é positivo que acontece no dia-a-dia e praticar a gratidão. Saiba como praticar a gratidão e descubra o seu poder.

5. Valorizar o presente

Muitas vezes, as pessoas sentem-se ansiosas por pensar muito no futuro, o que gera medos, fazendo com que se sofra por antecipação. Para contornar esta situação, a pessoa deve valorizar e viver o presente, evitando pensar demais no futuro.

Se a ansiedade é causada pelo passado, nada poderá ser feito para mudá-lo e por isso, deve-se evitar investir muito tempo a pensar em coisas que já aconteceram e que não se podem mudar mais.

6. Identificar as causas de ansiedade

Geralmente, a ansiedade não surge sem motivo e, por isso, identificar as causas que estão na sua origem ou aquilo que gera tristeza, pode ajudar a pessoa a mantê-las longe.

Além disso, quando surgirem pensamentos que a pessoa identificou como sendo causadores de tristeza e ansiedade, a pessoa vai conseguir afastá-los mais facilmente.

7. Praticar uma atividade

Praticar uma atividade é uma ótima forma de se distrair dos problemas que causam ansiedade, viver o tempo presente e manter a mente focada num objetivo.

A prática regular de atividade física de baixo impacto como caminhar, andar de bicicleta ou nadar são ótimas armas para lidar com a ansiedade. Por isso, recomenda-se que a pessoa ansiosa faça exercícios todos os dias e, durante os exercícios, tenha pensamento relacionados à própria atividade física ou outros pensamentos positivos.

Ocupar a mente com algo que seja prazeroso e útil também é uma ótima forma de controlar a ansiedade.

Veja como a alimentação pode ajudar:

Fonte: Tua Saúde – Dr. Arthur Frazão

A descoberta sobre o ‘ponto fraco’ do coronavírus

A física mexicana Mónica Olvera, que pesquisa a ciência dos materiais, decidiu, após um caso grave de Covid-19 na família, pesquisar uma maneira de neutralizar o vírus no corpo humano.

“Não tenho nada a ver com medicina. Mas quando vimos esse problema tão forte, entramos em ação”, afirmou a cientista à BBC News Mundo.

Mónica e sua equipe trabalham na Northwestern University, nos Estados Unidos, e encaram o vírus da perspectiva física, além de afirmarem terem encontrado um ponto fraco no micro-organismo responsável pelo novo coronavírus.

A cientista afirma que sua ideia é bloquear o coronavírus antes que ele invada uma célula do corpo humano. Para isso, ela usaria um polímetro (uma espécie de molécula), que está sendo desenvolvida, para agir na energia de atração entre a superfície do vírus e das células do sistema.

“Percebemos que se modificássemos as cargas do novo coronavírus, a atração com o receptor diminuiria muito”, justificou a mexicana.

Com a pesquisa, o grupo conseguiu reduzir em 30% a capacidade do vírus de se conectar com as células. O polímero deve demorar mais três meses para ficar pronto e, a partir daí, será preciso encontrar uma forma de administrá-lo — aerossol é uma das possibilidades.

 

*Informações BBC News

“Esquecemos de falar de vida em meio a tanta morte”

“É um momento único, do qual não quero me lembrar só como uma tragédia para a humanidade. Isso é muito forte para uma criança”, comenta Denise Martin, grávida de 31 semanas de Bella, sobre gerar uma vida durante a pandemia.

A pedagoga e professora de ioga de 38 anos relembra com surpresa o desconforto que uma flor presenteada à sua médica causou há poucos dias. “A secretária ficou completamente sem reação, não sabia se pegava a flor pelas pétalas, pelo caule… Então percebi que está todo mundo tão apavorado que até ser gentil é difícil.”

A paulistana viajou em novembro da Irlanda, onde vive desde 2016, para o Brasil. A ideia era passar apenas alguns meses no país, mas, em dezembro, descobriu que estava grávida e resolveu ficar em São Paulo para ter a companhia de familiares e amigos ao longo da gestação. No entanto, a chegada do novo coronavírus ao Brasil, no final de fevereiro, e a quarentena decretada em todo o estado de São Paulo, em 24 de março, frustrou as expectativas.

“Voltei para o Brasil para ficar perto das pessoas que amo durante a gravidez, mas, no final, estou isolada no meu apartamento, mais solitária que nunca”, reclama. “Nem minha mãe pode tocar na minha barriga; ela é diarista e precisa pegar mais de um ônibus por dia, se expondo ao risco do vírus, então mal consigo vê-la, senão por vídeo”, lamenta.

O parceiro, Tommy, é irlandês e engenheiro naval. Passa mais tempo no mar que em terra firme. “As decisões políticas afetam até isso. Não posso voltar à Europa, nem ele entrar [no Brasil] a menos que sejamos casados.”

Estresse, solidão, medo e falta de esperança no futuro são sentimentos comuns a muitas mulheres que estão próximas do nascimento do primeiro filho em meio à pandemia. A ocasião tão esperada, um dos momentos mais especiais da vida da maioria delas, acabou eclipsada por uma tragédia mundial.

© Provided by Deutsche Welle Distanciamento social:

Enquanto reabre grande parte de sua economia após três meses de uma quarentena frágil e respeitada por menos da metade da população na maior parte do tempo, o Brasil registrou até esta segunda-feira (06/07) mais de 65 mil mortes em decorrência da covid-19 e mais de 1,6 milhão de casos da doença, segundo o Ministério da Saúde

“Esquecemos de falar de vida em meio a tanta morte”, lamenta Denise, que começou a escrever um diário para a futura filha, interrompido durante parte da quarentena. “Somos bombardeados por notícias ruins. Mesmo evitando telejornal, o diálogo com a Bella se tornou silencioso. Queria escrever coisas gostosas, mas só vem tristeza.”

A doença assusta e afasta gestantes de parentes e até mesmo dos médicos. Giovanna Valentim, de 17 anos, mora com a mãe, enfermeira do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Santo André, na Grande São Paulo. Resguardada desde dezembro, a adolescente grávida há 37 semanas fez apenas uma consulta presencial com seu médico desde o início do isolamento oficial no estado até ele se infectar com o novo coronavírus e ser obrigado a se afastar do consultório.

“Tenho medo de me arriscar e acabar pegando também. Ainda assim, é ele [o médico] quem vai fazer meu parto”, comenta a jovem. Ela diz temer contrair o vírus logo antes do nascimento ou mesmo no hospital e prejudicar o bebê.

Por conta da exposição à doença no cotidiano profissional, a própria mãe, Andreia, cogitou se mudar para um hotel quando o vírus chegou ao Brasil. “Eu pirei, fiquei morrendo de medo. Até hoje tomo o dobro de medidas de precaução que os meus colegas da emergência porque nunca sabemos o que vem pela frente. Já houve caso de atendimento em casa de repouso de idosos em que só soubemos que todos se infectaram quando chegamos lá”, reclama a enfermeira, que diz ter mais medo de trazer o vírus do trabalho para casa do que de ficar doente.

“Horrível é a palavra que mais define esse período”

Por uma enorme coincidência, Ticiana de Paula comprou, ainda no fim de 2019, litros de álcool em gel para serem distribuídos às visitas quando Sofia nascesse em agosto deste ano. Contudo, tomar todos os cuidados possíveis, incluindo a recomendação do obstetra de evitar hospitais mesmo com febre e tosse, não manteve a gestora de viagens de 36 anos livre da covid-19. Em março, na 21ª semana de gravidez de Sofia, ela passou 11 dias internada, sendo uma das primeiras grávidas com o vírus no hospital Santa Joana, em São Paulo.

“Horrível é a palavra que mais define esse período. Eu não podia sequer mover a cabeça para o lado que começava a tossir e não parava mais até vomitar. Não sentia falta de ar, mas simplesmente não conseguia respirar porque a tosse não parava”, relata ela, agora com 33 semanas de gravidez.

© Provided by Deutsche Welle Giovanna Valentim e a mãe: grávida há 37 semanas, a jovem fez apenas uma consulta presencial com seu médico

Após ser atendida na rede pública de São Caetano do Sul, também na Grande São Paulo, uma radiografia apontou uma pequena mancha no pulmão, que piorou drasticamente em dois dias. “Quando fui internada, a tomografia apontou que eu estava com 50% do pulmão comprometido. A infecção evolui muito rápido, por isso que as pessoas acabam morrendo”, aponta.

Sem apetite e paladar, ingerindo apenas água durante seis dias, Ticiana recebeu a notícia de que, se não melhorasse após dois dias, teriam que retirar o bebê por meio cirúrgico, com muito poucas chances de ele sobreviver.

“Não contei para ninguém essa notícia, nem para o meu marido, para evitar o sofrimento de outras pessoas. Ouvia os médicos comentando de pacientes que tinham morrido por conta do vírus, e tinha muito medo de nunca sair do hospital”, relata, revivendo a angústia do que poderia ter ocorrido e com o que teria de lidar sozinha naquele momento.

Apesar de recuperada, as estrias provocadas nos pulmões pela infecção prejudicam até hoje a sua respiração, e a impedem de ter o desejado parto normal. Segundo seu médico, o sistema respiratório danificado não suportaria o esforço exigido pelo parto. Por causa da falta de estudos a respeito, Ticiana não sabe se algum dia seus pulmões voltarão à capacidade total, ou mesmo se Sofia terá alguma sequela. Quanto às garrafinhas de álcool em gel, serão reservadas para as visitas somente após a pandemia.

Gravidez invisível

O medo em relação à própria vida e à vida do bebê leva gestantes a terem cuidados redobrados em relação ao coronavírus. “Há um cuidado maior com o corpo e com o bebê, e, com isso, um aumento da ansiedade. Só de sentir qualquer coisinha eu já fico com medo que seja covid-19”, conta a coordenadora de projetos sociais Nira Miguez, de 32 anos.

Apesar do medo de contaminação que a levou a consultas menos frequentes, algumas delas online, ela correu a um laboratório para realizar, em sistema drive-thru, um exame para saber se havia contraído o novo coronavírus após sentir muitas dores no corpo e febre leve. O resultado foi negativo.

Nira conta que, somente após quase 32 semanas de gestação, sua gravidez foi notada na rua: “Estava com mais de sete meses de gestação em uma rua na praia quando uma mulher comentou com a filha que tinha um bebê dentro da minha barriga”, diz sobre a surpresa de ser abordada por uma estranha depois de tantos meses. “É uma sensação muito esquisita, parece até que estou tendo uma gravidez invisível. Até brinco com amigos que as pessoas vão pensar que roubei um bebê, porque quase ninguém vai me ver com barrigão.”

Frustrada por não poder compartilhar o momento mais especial da sua vida com pessoas próximas, ela sente falta dos mimos usuais recebidos por gestantes. “Sinto-me pouco paparicada. Tenho só meu marido próximo neste momento, sem contato nem com amigos ou com a família do jeito que eu gostaria”, diz.

© Provided by Deutsche Welle

Especialistas avaliam que o distanciamento social é particularmente difícil para gestantes e mães de primeira viagem, que passam por um processo de incerteza sobre a vida e o futuro.

“O distanciamento familiar é muito forte para mulheres gestantes. A pandemia traz a necessidade do pai da criança ainda mais perto no processo do final da gravidez e no puerpério, pois ele costuma ser o único com quem as mulheres podem ter contato. Mas o que acontece é que esse homens em geral estão trabalhando, mesmo de casa, o que faz com que elas se sintam ainda mais sozinhas”, aponta a psicóloga Denise Feliciano.

“Estar grávida em meio a uma pandemia vai deixando a gente maluca”, reclama Ticiana. Casada e sem receber nenhuma visita, ela conta que gestação agora é ainda mais solitária e que acaba tendo o dobro de trabalho do que teria se aguardasse o futuro filho Rafael em tempo normais, lamentando ter de cozinhar, arrumar a casa e trabalhar em meio à gestação

Solteira, a jovem Giovanna se preocupa com a interação com o pai de seu bebê. “Apesar de as pessoas estarem fazendo a quarentena, não tem como confiar que todos se cuidem como eu, inclusive ele. Não sei se está se isolando, protegendo. Ele pode não estar cumprindo a quarentena como deveria e acabar passando o vírus para nós”, diz.

O final da gravidez e começo da vida do bebê, chamado puerpério, já é normalmente cercado de incertezas sobre o futuro, e isso acaba sendo exacerbado devido ao coronavírus, diz a psicóloga Denise Feliciano. Enquanto Nira teme que a solidão já característica desse período seja ainda maior, Ticiana questiona se um dia se sentirá confortável de deixar a futura filha na escola.

Acostumada à realidade de viver fora do país, Denise Martin expõe a desesperança provocada pela falta de clareza e coerência no governo federal. “Aqui a gente não tem trégua. Antes pensava se criaria minha filha aqui, agora já tenho certeza de que não quero isso. A pandemia chacoalhou estruturas, acabou com todos os meus planejamentos, e a política brasileira me trouxe medo de ficar aqui”, lamenta.

Para a Andreia, mãe de Giovanna, se as gestantes pudessem escolher, nenhuma teria filho agora. “Tantas coisas foram adiadas devido à pandemia, mas não se pode adiar o inevitável, mesmo em um momento tão instável.”

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A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

Autor: Gustavo Basso, Natália Ximenez

 

As informações foram retiradas do site: msn

Repórter da Record faz teste ao vivo e descobre que está com coronavírus

A repórter da Record Kelly Borges tomou um susto na última segunda-feira (15) durante uma reportagem sobre testes rápidos para o novo coronavírus. A jornalista da NDTV, afiliada da emissora em Santa Catarina, fez o exame ao vivo no ‘Balanço Geral Joinville’ e descobriu que está infectada com a covid-19.

O programa mostrou uma profissional da saúde colhendo o sangue de Kelly em um terminal rodoviário da cidade. Acontece que a repórter não voltou a entrar ao vivo no programa para revelar o resultado. Ontem, a apresentadora do ‘Balanço Geral Joinville’ Sabrina Aguiar divulgou que a colega foi afastada do trabalho por causa da doença e ficará isolada por sete dias.

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A emissora afirmou que o cinegrafista que acompanhava Kelly no dia da reportagem e outras três profissionais que trabalharam diretamente com ela também fizeram o exame e testaram negativo para o novo coronavírus.

De casa, Kelly Borges participou do programa e relatou a situação. “A covid-19 não escolhe quem ataca. (…) Quando eu sentei, fiz de uma forma tranquila. Tomo todas as medidas para me manter protegida tanto no trabalho quanto em casa. Não imaginava mesmo. Não foi um susto, mas uma surpresa. E não tenho os sintomas”, dispara. Confira:

 

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As informações são de Yahoo Vida e Estilo.

(Foto: Reprodução/TV Record)

Dia da enfermagem: Por trás das máscaras, profissionais dedicados a cuidar do próximo

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Hoje é celebrado o Dia Internacional da Enfermagem e a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou 2020 como o ano internacional dos enfermeiros, mas os profissionais não veem muito o que comemorar. Afinal, uma das categorias que está na linha de frente do combate ao coronavírus tem sentido e vivido de perto os efeitos da pandemia, com a falta de equipamentos de Proteção Individual (EPIs), perda de amigos de trabalho e distância necessária da família.

Em tempos de pandemia, esses profissionais, que sempre estiveram na tal “linha de frente” dos atendimentos de saúde, finalmente parecem ter sua importância reconhecida. Afinal, são eles que se arriscam diariamente à contaminação por uma doença ainda sem cura ou vacina, para salvar os outros.

Os profissionais de enfermagem – enfermeiros, técnicos e auxiliares – são fundamentais para a garantia de uma assistência segura e de qualidade nos serviços de saúde. Eles estão 24 horas por dia ao lado dos pacientes e em todas as fases da vida, desde o nascimento.

Por isso, e também pelo que representam nesse momento de pandemia causado pelo novo Coronavírus, os dias 12 e 20 de maio, considerados o Dia do Enfermeiro e do Técnico e Auxiliar em enfermagem, devem ser lembrados e comemorados por todos.

enfermeiros 12 de maio café com poemas

Esta é a equipe incansável do Pronto Socorro Nossa Senhora Aparecida. Os profissionais estão 24h por dia nessa luta contra o Covid-19! Foto: Divulgação

NÃO ME IMAGINO EM OUTRA CARREIRA 

A enfermeira Fernanda Dlugokenski, que atua na UTI Neonatal do Hospital de Caridade de Erechim, destaca que a profissão de enfermeira, além de promover o cuidado ao paciente, também deve ser o ponto de equilíbrio da equipe. “Afinal, ninguém faz nada sozinho”, assegura. Segundo ela, é necessário se capacitar e repassar seu conhecimento aos liderados. Para a enfermeira, que está no HC há mais de 15 anos, uma das principais qualidades de um profissional da enfermagem é a empatia – colocar-se no local do outro. “O paciente confia sua vida ao enfermeiro”, ressalta Fernanda.

Ela conta que sua história com o HC iniciou antes de nascer. Sua mãe trabalhou 35 anos no Hospital e ela lembra de andar pelos corredores quando criança. Antes de ser enfermeira, foi técnica de enfermagem. Seu cargo foi conquistado por meio de uma seleção interna, após ter concluído a graduação em Enfermagem. Para ela, o valor da profissão está no cuidar do outro. Por isso, afirma: “Não consigo pensar em outra carreira para minha vida”.

PACIENTE QUER ATENÇÃO

A técnica em enfermagem da Maternidade do HC, Fabíola Brigida Bury, destaca que a sua profissão, por estar na linha de frente do cuidado, tem entre as atribuições oferecer suporte físico e emocional tanto para os pacientes como para os seus familiares. Segundo ela, três pontos são fundamentais para o exercício da profissão: ética, profissionalização e humanização. Fabíola também reforça que, muitas vezes, é necessário se colocar no lugar do paciente para compreender sentimentos e angústias, conhecer a personalidade para poder realizar o cuidado da melhor forma. “Na maioria das vezes o paciente não precisa somente de medicação, mas de alguém para lhe ouvir. Por isso, nós não cuidamos apenas do lado físico do paciente, mas também do emocional”, sentencia Fabíola.

HC: SUA SEGUNDA FAMÍLIA

A auxiliar de enfermagem da unidade de internação B, Beatriz Rita Ceconello de Oliveira, desde cedo já sabia o que queria para a sua vida: cuidar das pessoas. E é isso que a realiza. Há 37 anos dentro do Hospital de Caridade, Beatriz afirma que dá uma atenção especial à chegada do paciente à clínica. “Minha primeira preocupação é recebe-lo bem e acomodá-lo, assim como a sua família”, comenta. Segundo ela, cada paciente tem uma história para contar e ele gosta, especialmente, de ser ouvido. Tendo trabalhado em diversos setores do Hospital, iniciou na Copa e estudou para se tornar auxiliar, passando 15 anos na UTI, Beatriz sorri com os olhos e afirma que o HC é a sua segunda família.

MEDOS

Apesar de não estarem na unidade de internação Covid, Fernanda, Fabíola e Beatriz participaram de treinamentos oferecidos pelo HC para o enfrentamento do novo Coronavírus. Graças a isso, elas sabem que se for preciso estão preparadas para atenderem pacientes com a doença. “Nos sentimos seguras”, resumem as profissionais que destacam a força da equipe do HC, e também os cuidados do hospital com seus colaboradores e pacientes.

 

As informações são do site: cliccamaqua

Homenagem aos Profissionais da Saúde

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Agradecer é a palavra de ordem neste momento difícil que atravessamos. Os nossos médicos, enfermeiros e todos os outros profissionais de saúde estão se esforçando como nunca e merecem nosso agradecimento.

Vocês são incríveis, autênticos lutadores, as pessoas que nos salvam e nos ajudam a viver melhor. É maravilhoso compartilhar este mundo com vocês, aliás, a vida só vale a pena assim.

Um agradecimento sincero e votos de sucesso nesta batalha que enfrentamos, nesta luta que só terá fim porque vocês são os melhores profissionais deste mundo.

 

Gratidão aos médicos e médicas que fazem o mundo mais seguro

 

Por tudo que eles fazem, pelos desafios vencidos diariamente, por tudo, queridos médicos, vocês têm a minha gratidão. Esta é uma profissão nobre, difícil e muito honesta.

Vocês, médicos e médicas, são capazes de salvar o mundo. A dedicação de vocês é muito importante para todas as pessoas e é por isso que devemos sempre agradecer.

Tenho muita gratidão e hoje quero deixar aqui minha homenagem a todos os médicos e médicas que estão por aí lutando contra doenças e fazendo do mundo um lugar mais seguro.

 

Gratidão aos enfermeiros e enfermeiras que cuidam de nós

 

Além de parabenizar, eu quero agradecer pelo trabalho impecável dos enfermeiros. Estas pessoas são realmente profissionais incríveis que merecem todo o nosso respeito.

São os enfermeiros que estão lá cuidando diariamente das pessoas, segurando suas mãos, garantindo que ninguém esteja só. Além de cuidar da nossa saúde, dão o afeto necessário em momentos difíceis.

Enfermeiros e enfermeiras do mundo, vocês estão de parabéns por serem profissionais atentos e dedicados. Nós devemos muito a vocês e agradecemos por tudo que fazem.

Parabéns por esta profissão difícil e muito honrada!

 

Fonte: Mundo das Mensagens

Boa Notícia – Mais de 127 mil pessoas foram curadas da Covid-19 até agora

No momento em que o número de mortos e infectados pelo novo coronavírus aumenta e países como Itália e Espanha avançam na contagem de seus mortos, cresce também outra estatística menos divulgada e bem mais alentadora: a dos curados. Em todo o mundo, pouco mais de 127 mil pessoas já se recuperaram da doença, segundo estudo da Universidade John Hopkins, dos Estados Unidos.

O resultado do trabalho corrobora informações da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que 80% das pessoas contaminadas se recuperam apenas no tratamento, sem precisar de internação e uso do respirador (entre 5% e 6%).

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Os curados são homens e mulheres, jovens, adultos e idosos, que apresentaram sintomas variados, desde tosse e falta de ar até perda de olfato. Depois de um período de isolamento total, sem sair de casa – incluindo os mais novos -, eles relatam o prazer de voltar a executar atividades do dia a dia, como estar com os amigos e com a própria família. Alguns são enfáticos: para eles, o isolamento social continua sendo necessário mesmo depois da cura, para evitar que a pandemia avance assustadoramente como em outros países.

Daniela Teixeira, 48 anos, advogada, uma das pessoas que contraíram a Covid-19 e foram curadas.
Imagem: Reprodução

“O pior sintoma é o medo”, afirma a advogada e conselheira federal da OAB Daniela Teixeira, de 48 anos, que contraiu a Covid-19 na Conferência Nacional da Mulher Advogada, realizada no Ceará, em 5 e 6 de março. “Fui homenageada na conferência, mas não vale o risco e o desespero que passei depois. Tinha de ter ficado em casa.” Ela reforça a recomendação da OMS para que as pessoas não saiam de suas casas nesse momento.

Na terça-feira, Daniela recebeu o resultado de seu último teste e não está mais doente. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal, onde mora, recomendou por precaução isolamento total até 31 de março. Depois, vida normal.

Com o aumento da demanda pelos testes de coronavírus, muitos infectados não chegam a fazer novo exame ao fim da quarentena. Segundo o Ministério da Saúde, a orientação para os que testam positivo é de respeitarem o período de 14 dias de isolamento. Depois, se não tiverem mais sintomas, já podem seguir as mesmas regras do restante da população.

Foi o caso da paulista Laísa Nardi, de 22 anos. Em fevereiro, depois de ter voltado de uma viagem por Itália e Espanha, ela começou a ter tosse, falta de ar e dor no corpo. “Achei que a dor fosse de carregar a mochila nas costas”, disse. Poucos dias depois de procurar atendimento médico, Laísa recebeu o resultado positivo do teste para o novo coronavírus. Ela ficou em isolamento com seu ex-namorado, com quem tinha entrado em contato depois da viagem, ao realizar sua mudança da casa dele.

“Fiquei de quarentena com o ex”, brincou. “No dia em que a minha quarentena acabou, andei 15 quilômetros no sol do meio-dia, sozinha, para ter certeza de que eu não estava mais trancada no meu quarto”, conta. Laísa já voltou a trabalhar.

O médico ortopedista Roberto Ranzini, de 54 anos, afirmou que quer se voluntariar para trabalhar em algum hospital de campanha depois de acabar sua quarentena. Ele atua no Hospital Israelita Albert Einstein, onde foi diagnosticado o primeiro caso da doença no País, e disse acreditar que possa ter contraído o vírus de algum paciente. Sem apresentar mais os sintomas iniciais que, para ele, incluíram letargia e diminuição do olfato, Ranzini continua seguindo o isolamento recomendado. “Temos de ter consciência da importância do isolamento, senão vai ter uma explosão de casos e o nosso sistema de saúde não vai aguentar.”

Embora ainda não existam estudos sobre o que acontece com pacientes depois que eles se curam, a esperança dele é a de que, no fim da quarentena, quando pretende ir de novo para a linha de frente da luta contra a doença, ele já esteja imunizado contra o vírus. De acordo com o infectologista Paulo Olzon, uma vez que a pessoa esteja recuperada do coronavírus, não há nenhuma restrição. “É vida normal.”

*Com informações do Estadão Conteúdo e do Portal Jovem Pan.