Um pé, de pé, ainda em pé É um pé amarelo, outro roxo É um pé rosa, outro branco Todos são a gosto, outros setembro Meu pé de Ipê É um cheiro, laço, um abraço O elo do amarelo, o gosto do roxo O poema do branco, todos coloridos O amarelo do amigo Meu pé de Ipê É um renascer do ser nascer Montanha amontoada no meu quintal Flor temporona no meu olhar Um beijo pra arrebentar a semente E fazer florir, sem medo o doce desejo Meu pé de Ipê É na praça, de graça No teatro, no texto No poema, na caneta Na boca, no beijo Na barriga, no elo No amarelo, texto e contexto Meu pé de ipê José Veríssimo – café com poemas

Um pé, de pé, ainda em pé É um pé amarelo, outro roxo É um pé rosa, outro branco Todos são a gosto, outros setembro Meu pé de Ipê É um cheiro, laço, um abraço O elo do amarelo, o gosto do roxo O poema do branco, todos coloridos O amarelo do amigo Meu pé de Ipê É um renascer do ser nascer Montanha amontoada no meu quintal Flor temporona no meu olhar Um beijo pra arrebentar a semente E fazer florir, sem medo o doce desejo Meu pé de Ipê É na praça, de graça No teatro, no texto No poema, na caneta Na boca, no beijo Na barriga, no elo No amarelo, texto e contexto Meu pé de ipê José Veríssimo – café com poemas

Um pé, de pé, ainda em pé É um pé amarelo, outro roxo É um pé rosa, outro branco Todos são a gosto, outros setembro Meu pé de Ipê É um cheiro, laço, um abraço O elo do amarelo, o gosto do roxo O poema do branco, todos coloridos O amarelo do amigo Meu pé de Ipê É um renascer do ser nascer Montanha amontoada no meu quintal Flor temporona no meu olhar Um beijo pra arrebentar a semente E fazer florir, sem medo o doce desejo Meu pé de Ipê É na praça, de graça No teatro, no texto No poema, na caneta Na boca, no beijo Na barriga, no elo No amarelo, texto e contexto Meu pé de ipê José Veríssimo - café com poemas

Um pé, de pé, ainda em pé É um pé amarelo, outro roxo É um pé rosa, outro branco Todos são a gosto, outros setembro Meu pé de Ipê É um cheiro, laço, um abraço O elo do amarelo, o gosto do roxo O poema do branco, todos coloridos O amarelo do amigo Meu pé de Ipê É um renascer do ser nascer Montanha amontoada no meu quintal Flor temporona no meu olhar Um beijo pra arrebentar a semente E fazer florir, sem medo o doce desejo Meu pé de Ipê É na praça, de graça No teatro, no texto No poema, na caneta Na boca, no beijo Na barriga, no elo No amarelo, texto e contexto Meu pé de ipê José Veríssimo – café com poemas

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