Um dia alguém vai aparecer na sua vida e te fará entender por que você esteve sozinho (a) até agora

Um dia alguém vai aparecer na sua vida e te fará entender por que você esteve sozinho (a) até agora

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Há quem diga que estar solteiro não é sinônimo de solidão. É verdade, você não precisa de outra pessoa para ser feliz, pois a felicidade está dentro de você; nos seus projetos e em suas conquistas, na sua saúde e em sua família. Por outro lado, já ouvi gente feliz dizer que gostaria de ter alguém, um amor para compartilhar a vida e os sonhos. E explicam que estão sozinhos por falta de opção, porque está cada vez mais difícil encontrar alguém que esteja disposto ao amor e ao relacionamento.

Excetuando os solteiros convictos, aquelas pessoas que escolheram não ter um compromisso com alguém, os sozinhos que ainda não encontraram seu par costumam sentir certa confusão quando a tristeza lhes invade. E quanto mais tempo passa, o amor se torna uma decepção.

O problema é que a desilusão fecha as portas para novas possibilidades. Ao fim do dia, acostumado a voltar sozinho para casa, para sua cama onde não há risos nem vozes, apenas o silêncio de estrelas distantes, você se acomoda. E também se questiona “O que eu tenho de errado?”.


Você perde o sono, perde o tempo que poderia aproveitar enquanto se afoga em dúvidas. Sua página em branco lhe espera, mas você hesita. É… dá medo.


Veja. O amor requer coragem e disposição. Amar é ousadia. Se você não estiver disposto a fazer um relacionamento dar certo, pode ser que ele nem comece.

Por outro lado, ao conhecer alguém interessante, se você for com muita sede ao pote, acaba sufocando aquele que não consegue administrar suas expectativas e sua carência afetiva. Por isso, precisa deixar as coisas acontecerem naturalmente.

Imagem: pixabay

Pode parecer paradoxal, mas o enlaço entre duas pessoas precisa vir do desprendimento delas, de uma independência dos dois, mas sem individualismo. Porque no mundo cada vez mais individualista em que vivemos, onde estamos nos perdendo uns dos outros e até mesmo de nossos próprios anseios, estamos nos acostumando a relações superficiais e rápidas, que camuflam a essência do amor. Estamos até correndo o risco de desistir de amar.

É certo que essa maturidade exige esforço e compreensão. E por mais que você queira ter a companhia de alguém, você também já sabe o que não quer. Não se permite se entregar a alguém que não ouve os seus desejos e não se interessa por sua vida, e que não ri contigo das loucuras que você pensa. O que você procura é alguém que te impulsione para frente, alguém que faça valer a pena deixar de ser solteiro.

Enquanto isso, você se dedica ao trabalho e às viagens que deseja fazer. Lê poemas, mesmo sem os entender totalmente. Procura olhar nos olhos mais vezes que olha para a tela do seu celular. Faz exercícios físicos regularmente. Pratica a paciência. Pratica a paciência outra vez. Cuida do seu animal de estimação. Ri até chorar. Depois chora até o peito parar de doer.

Salve seu coração. Não há nada de errado contigo. Também não há nada de errado em querer alguém que sinta a simplicidade da vida nas entrelinhas, um ser imperfeito como você e que desperte em ti a vontade de ser uma pessoa melhor a cada dia.

Não tem problema se outras pessoas não entendem por que você é seletivo. Desde que a seletividade não o impeça de perceber que o amor é possível. Confie nas suas escolhas. Seja espontâneo. Converse com as estrelas quando elas forem as únicas a lhe fazerem companhia.

É como uma oração. Um dia você saberá… Um dia alguém vai aparecer na sua vida e te fará entender por que você esteve sozinho até agora.

POR: REBECA BEDONE – REVISTA BULA

Imagens: Pixabay

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“O menino do pijama listrado”: uma história que nos ensina a amar acima das ideologias

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“O Menino do Pijama Listrado” é um filme ambientado na Alemanha nazista, baseado no livro de John Boyne, publicado em 2006. O livro narra a história de duas crianças que se encontram em um ambiente hostil. Um deles é filho de um soldado nazista de alto escalão (Bruno) e o outro é uma criança judia (Schmule). Ambos foram criados com valores e ideologias diferentes, mas o amor de um amigo era mais valiosos do que isso .

Em pleno holocausto, essas crianças deixaram suas ideologias de lado e começaram uma bela amizade cercada por uma enorme inocência que os levou a ter o relacionamento mais aplaudido e lembrado na tela grande. E por que todo esse sucesso? É que a história fala sobre a era mais desagradável, humilhante e horrível que a humanidade viveu. No entanto, e dada a posição existencial de cada criança, nada disso importava e os laços de amizade a cada dia mais se fortaleciam.

Psicologicamente, cada personagem tem uma perspectiva diferente do mundo ao seu redor. Então conheceremos em profundidade o comportamento dos personagens, especialmente o dos pequenos.

“O Menino do Pijama Listrado”: O que passava pela mente de cada um?
A sociedade está envolvida em muitos problemas e o que gerou essa falta de controle se baseia principalmente em nosso comportamento. Quando criança, um dos valores mais prevalentes foi a honestidade e a consciência, isso nos fez ver o mundo com olhos de igualdade, sem diferenças ou superioridade. Portanto, a conexão com o filme e as crianças ganhou força na platéia. Mas como eles superaram suas diferenças do ponto de vista psicológico? Aqui está uma explicação:

O garoto de pijama listrado – Bruno, 8 anos
Bruno é um personagem do filme, criado em um ambiente de ideologia nazista. Seus valores se concentravam em ver o outro como um inimigo da morte e, se ele era judeu, o sentimento era maior. Sua família era composta por um pai de alto escalão nas fileiras nazistas. Sua mãe, uma mulher convencional que seguiu as instruções do marido.

Sua irmã, em plena puberdade, muda o mundo das bonecas com símbolos nazistas e adota um comportamento alinhado à ideologia. O garoto Bruno, enquanto isso, é tão inteligente e atento que pode percebe certos conflitos e mudanças na família. Não apenas morava em uma casa nova, mas às novidades que o cercavam.

Sua curiosidade o leva ao fundo da fazenda, onde encontra Schmule, o garoto de pijama listrado. Ao vê-lo, ele percebe outros elementos além dele, como suas roupas, que não tinham cabelos e estavam desnutridos. Por tudo isso, o garoto Bruno procura ajudá-lo e cria uma bela amizade cheia de conflitos e dúvidas. No entanto, Bruno viu além e encontrou um novo amigo naquela vida desolada que ele tinha.

Por que isso aconteceu? Quando crianças, nosso comportamento é diferente de quando crescemos. Esquecemos as diferenças e nos concentramos em ser felizes. Para eles, esse processo de busca de bem-estar é mais simples, porque eles veem tudo igual. Não há discriminações e sua mente está focada em fazer amigos. Eles não vêem ideologias e seus valores se concentram na amizade, no compartilhamento e na ajuda.

“UMA COISA É CERTA, FICAR SE SENTINDO MISERÁVEL, NÃO TORNARÁ AS COISAS MAIS ALEGRES”.

Cena do filme O menino de pijama listrado

O garoto de pijama listrado – Schmule, 8 anos
Para Schmule, a vida era diferente. Sua infância foi perturbada desde tenra idade, vivendo com medo a cada segundo. Mas esse sentimento desapareceu em segundos quando ele fortaleceu os laços com Bruno, seu amigo atrás das grades. Em sua mente, havia um bloco geral de tudo o que havia acontecido ou o que poderia acontecer.

No caso de Schmule, não havia espaço para planejamento futuro nem para viver um presente feliz . Não enquanto ele estava trancado em sua realidade. Bruno o fez escapar dela, fazendo com que qualquer ideologia existente desaparecesse. Para eles, sua amizade era superior a qualquer distância, barra ou valores propagados.

Essa criança tinha traumas e cicatrizes difíceis de curar por conta própria. A amizade com Bruno fez com que se sentisse valioso, fora de perigo e com muita coragem. Essa combinação de sentimentos e valores gerou uma força incrível que os levou a morrer juntos. Obviamente, sob o manto de uma bela amizade que superou qualquer tipo de obstáculo, mesmo o do Holocausto.

O garoto de pijama listrado Como foi seu comportamento?


A infância de cada criança foi semelhante, sua maneira de agir e se comportar explica que suas vidas foram marcadas por ódio, confusão e desespero . Embora em Schmule, a criança judia, seus valores não tenham mais valor ou significado. Para ele, medo e confusão foram os que invadiram sua mente, gerando esse comportamento. Para Bruno, que brigou entre o que sua família lhes contou e o que viu, houve apenas confusão.

Aqui a honestidade prevaleceu porque ele entendeu o que era bom ou o que ele podia fazer e o que não era . Ele entendeu que deve fazer o que diz e não prometer algo que não será capaz de realizar. Ensinar esse valor às crianças é essencial e formará conhecimento, habilidades, sentimentos e emoções nelas. Tudo isso os levará a serem honestos.

“TEMOS QUE PROCURAR FAZER O MELHOR DE UMA SITUAÇÃO RUIM”.

Os psicólogos recomendam que a infância não seja perturbada por ideologias que apenas confundem e moldam uma criança de forma errada. É essencial transmitir-lhes valores e deixá-los crescer para que eles decidam com mais firmeza o que querem ser. Se você tiver problemas com seus filhos, procure os profissionais de psicologia que o guiarão para superar com mais segurança essa crise e o comportamento dos pequenos da casa.

Traduzido e adaptado do site Mente Assombrosa, escrito pela psicóloga venezuelana Cilaura Vilchez.

 

*Autoria de imagem: desconhecida/divulgação

 

“Não deixe as coisas criarem raízes para retirá-las da sua vida, pois a dificuldade é maior depois para removê-las.”

Se você é rico, mas não é feliz terá que encontrar a sua verdadeira felicidade de outra maneira. Se for famoso, mas tem a impressão que está fazendo a coisa errada, mesmo obtendo êxito no que faz, terá que mudar a sua vida e fazer tudo diferente. Se estiver mantendo um relacionamento há anos, mas não tem certeza que realmente é a pessoa que quer passar o resto dos seus dias, então caia fora enquanto há tempo…

Leandro Flores

Imagem: Pixabay

 

Leandro Flores é fundador e produtor de todos os Projeto ligados ao Café com Poemas.

Jornalista, Sertanista, Comendador, Poeta, Editor de Livros e Revistas e Designer Gráfico. Leandro é autor dos livros “Sorriso de Pedra – A outra face de um Poeta” e “Portfólio: Traços e Conceitos”.

É membro-fundador da Academia de Letras do Sertão Cultivista, membro da CAPPAZ – Confraria Artistas e Poetas pela Paz, além de outras instituições Acadêmicas pelo país. Também é Coordenador e Idealizador do Movimento Cultivista Brasileiro e do Projeto Cartas e Depoimentos. Já fez participações em dezenas de antologias poéticas, além de ORGANIZAR e AUXILIAR outras publicações. Leia mais…

“Felicidade é ter sempre razão para sorrir.”

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A felicidade está onde você se sente bem. E está com quem você se sente bem. Felicidade é ter sempre razão para sorrir. É viajar, falar besteira, encontrar com os amigos, tomar uma (cerveja) no barzinho da esquina, beijar na boca, fazer amor… enfim, ser feliz é fazer o que nos faz bem.

Leandro Flores

Imagem: Pixabay 



Leandro Flores é fundador e produtor de todos os Projeto ligados ao Café com Poemas.

Jornalista, Sertanista, Comendador, Poeta, Editor de Livros e Revistas e Designer Gráfico. Leandro é autor dos livros “Sorriso de Pedra – A outra face de um Poeta” e “Portfólio: Traços e Conceitos”.

É membro-fundador da Academia de Letras do Sertão Cultivista, membro da CAPPAZ – Confraria Artistas e Poetas pela Paz, além de outras instituições Acadêmicas pelo país. Também é Coordenador e Idealizador do Movimento Cultivista Brasileiro e do Projeto Cartas e Depoimentos. Já fez participações em dezenas de antologias poéticas, além de ORGANIZAR e AUXILIAR outras publicações. Leia mais…



 

Evento do Café com Poemas reúne diversos poetas na Feira Internacional do Pelourinho (Flipelô/2019)

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Aconteceu no Museu Tempostal, no circuito da Feira Internacional do Pelourinho (Flipelô), o ESTANDE DO MOV. CULTIVISTA (Café com Poemas) com o relançamento do livro “Café com Poemas: antologia poética, vol. II”, organizada por Leandro Flores e exposição de livros de poetas como Audelina Macieira, Rita Queiroz, Gilberto Nogueira de Oliveira, Milena Moreira, Leandro Flores, Sandra L. Stabile, além dos livros e antologias de Projetos ligados ao Café com Poemas.

Música, sons, gente de todos os lugares, cores, cenários históricos, poesia, poetas vindos de outros movimentos culturais iamse achegando com suas declamações, rotatividade poética… O evento foi um destes de final de tarde (entre muitos ali no berço cultural da Bahia) que só o PELÔ oferece…

O espaço não podia ser melhor. O Museu Tempostal é o lugar ideal para quem busca algo mais sutil e revigorante, sem, no entanto, deixar de participar dos diversos sons que o circuito oferece…

Vários poetas entraram nesse clima, com uma mensagem de consciência e de integração poética. Logo no início, apresentação com Edgar Velame (autêntico declamador do poeta, homenageado naquela edição da Flipelô, Castro Alves), Gabriela Pinheiro de 13 anos (que participou pela primeira vez do projeto, recitando poemas de sua autoria), além de uma outra criança (que recitou Vinícius de Moraes com sua mãe), Varenka De Fátima Araújo (que fez uma homenagem aos poetas Gilberto Nogueira de Oliveira e Celeste Farias, recitando poemas de ambos), Carlos Souza (que falou da importância da percepção política que nos cerca), Alexandra Patrocínio, Michelle Saimon, Fabíola Cunha, além dos participantes da antologia Café com Poemas: Rita Queiroz, Audelina Macieira (que também lançava seu livro “Pobre Mulher Feminina Nordestina) e Vinícius Santana.

A coletânea Café com Poemas – Antologia Poética, vol. II, reúne 35 participantes de diferentes localidades do país, sendo, entre eles, poetas experientes, consagrados, com diversas publicações, poetas que publicam pela primeira vez, alunos da rede pública de ensino e jovens do projeto artístico literário Movimento Cultivista (Café com Poemas). É um caldeirão de sabores que visa promover um verdadeiro banquete literário, com poemas cuidadosamente selecionados e apetitivos. O primeiro lançamento aconteceu no dia 25/05/2019 na linda cidade do sudoeste baiano: Cordeiros/BA, a qual, mantém uma das bases funcionais do Movimento Cultivista Brasileiro (que é um projeto de formação e promoção intelectual/cultural, nascido e desenvolvido no sertão).

Fonte: ASCOM/Café com Poemas
Fotos: Rita Queiroz/Varenka/Audelina

Exposição de livros e lançamento da nova coletânea “Café com Poemas”, na Festa Literária Internacional do Pelourinho

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Essa linda imagem é do Museu Tempostal, local onde acontecerá o ESTANDE DO MOVIMENTO CULTIVISTA BRASILEIRO e o lançamento do livro  “Café com Poemas: Antologia Poética, Vol. II.” 

Em um ambiente aconchegante, artístico, acessível… O Museu Tempostal foi inaugurado em 1997, em um sobrado do século XIX, antigo ponto comercial do conde português Pereira Marinho.

Destacam-se nas coleções as imagens representativas da Bahia Antiga, os cartões-postais da Belle Époque, que chamam a atenção pela variedade dos materiais nos quais foram confeccionados, e as estampas do Sabonete Eucalol.

O acervo do Museu Tempostal é formado por cerca de 50.000 peças, sendo 33 mil procedentes da coleção Antonio Marcelino. Constituem postais, fotografias e estampas, do final do século XIX e meados do século XX, sendo um dos acervos mais completos do país. Representam imagens de valor histórico, artístico e documental, não só da Bahia e do Brasil, mas também de diversos países do mundo, sobre as mais variadas temáticas.

Na programação para o dia 10 de agosto (sábado), teremos exposição de livros de poetas baianos como Audelina Macieira, Rita Queiroz, Ana Moreira, Conceição Oliveira Santos, Valdeique Oliveira, Gilberto Nogueira de Oliveira, Milena Moreira, Malú Ferreira, entre outros, além de uma apresentação artística com Gabriela Pinheiro e o lançamento, em Salvador, do livro “Café com Poemas: Antologia Poética, Vol. II.”, da editora Novos Sabores – Publicações.  O projeto foi o resultado do II Concurso de Poesia “Prêmio de Literatura Café com Poemas”.

A coletânea reúne 35 participantes de diferentes localidades do país, sendo, entre eles, poetas experientes, consagrados, com diversas publicações, poetas que publicam pela primeira vez, alunos da rede pública de ensino e jovens do projeto artístico literário Movimento Cultivista (Café com Poemas). É um caldeirão de sabores que visa promover um verdadeiro banquete literário, com poemas cuidadosamente selecionados e apetitivos. 

O primeiro lançamento aconteceu no dia 25/05/2019 na linda cidade do sudoeste baiano: Cordeiros/BA, a qual, mantém uma das bases funcionais do Movimento Cultivista Brasileiro (que é um projeto de formação e promoção intelectual/cultural, nascido e desenvolvido no sertão). 

Referencia textual sobre o museu: //www.salvadordabahia.com/
Foto: museubrasil

Serviço:
Estande do Movimento Cultivista e lançamento do livro  “Café com Poemas: Antologia Poética, Vol. II.”

Data: 10/08/2019, 
A partir das 16h

Endereço: Rua Gregório de Matos, 33 – Pelourinho.

Então tá, né! Fazer o quê?

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É ruim ter que dizer isso, né? O mundo parece que acaba naquele instante.

Você ter que concordar com algo que na verdade não queria concordar. Mas você concorda mesmo assim porque não tem outra escolha. Fazer o quê? 

Às vezes, a gente quer tudo; ser famoso (a), ter muito dinheiro, ter várias namoradas (os), ser importante, ser feliz e esquece que nem tudo é do jeito que queremos.  Logicamente não existe esse lance de predestinação. Acho que sonhos são conquistados e não herdados. Se quiser ser algo tem que lutar para ser e não aceitar que seu destino foi traçado e que você não pode mudá-lo porque alguém quis assim.

O que não pode é ser tudo ao mesmo tempo.

Se você é rico, mas não é feliz terá que encontrar a sua verdadeira felicidade de outra maneira. Se for famoso, mas tem a impressão que está fazendo a coisa errada, mesmo obtendo êxito no que faz, terá que mudar a sua vida e fazer tudo diferente. Se estiver mantendo um relacionamento há anos, mas não tem certeza que realmente é a pessoa que quer passar o resto dos seus dias, então caia fora enquanto há tempo…


Não deixe as coisas criarem raízes para retirá-las da sua vida, pois a dificuldade é maior depois para removê-las.


 

A felicidade está onde você se sente bem. E está com quem você se sente bem. Felicidade é ter sempre razão para sorrir. É viajar, falar besteira, encontrar com os amigos, tomar uma (cerveja) no barzinho da esquina, beijar na boca, fazer amor… enfim, ser feliz é fazer o que nos faz bem.

É simplesmente viver…

Foto: Pixabay

Mas temos que estar preparados para a infelicidade também, porque, se para ser feliz basta viver, para ser infeliz também.

Então, quando as coisas não saírem do jeito que você planejou, apenas diga: “Então tá, né! Fazer o quê?”

E vá à luta.

*Texto escrito em 2010.

Por: Leandro Flores

Fotos: Pixabay

 

Leandro Flores é fundador e produtor de todos os Projetos ligados ao Café com Poemas.

Jornalista, Sertanista, Comendador, Poeta, Editor de Livros e Revistas e Designer Gráfico. Leandro é autor dos livros “Sorriso de Pedra – A outra face de um Poeta” e “Portfólio: Traços e Conceitos”.

É membro-fundador da Academia de Letras do Sertão Cultivista, membro da CAPPAZ – Confraria Artistas e Poetas pela Paz, além de outras instituições Acadêmicas pelo país. Também é Coordenador e Idealizador do Movimento Cultivista Brasileiro e do Projeto Cartas e Depoimentos. Já fez participações em dezenas de antologias poéticas, além de ORGANIZAR e AUXILIAR outras publicações. Leia mais…

 

EDITAL 002 – 1ª ANTOLOGIA LITERÁRIA DO MOVIMENTO CULTIVISTA DE ALAGOINHAS — VOL. 1

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EDITAL DE PARTICIPAÇÃO – 1ª ANTOLOGIA LITERÁRIA DO MOVIMENTO CULTIVISTA DE ALAGOINHAS —  Partilha da Memória: Fragmentos em Versos e Prosas

 

Organização: Leandro Flores e Débora Tauane
Publicação: Editora Novos Sabores Publicações

 

1. DA ANTOLOGIA

 

O Movimento Cultivista de Alagoinhas torna público o presente edital para participação na 1ª Antologia Literária do Movimento Cultivista de Alagoinhas — Vol. 1, Partilha da Memória: Fragmentos em Versos e Prosas, obra em língua portuguesa destinada à valorização, divulgação e circulação da produção literária de poetas e escritores.

A publicação será realizada pela Editora Novos Sabores Publicações, sob organização de Leandro Flores e Débora Tauane.

 

2. DO PÚBLICO-ALVO

 

A antologia será destinada prioritariamente a poetas e escritores de Alagoinhas e região.

Autores de outras localidades também poderão participar, desde que integrem o grupo de algum núcleo do Movimento Cultivista.

A participação de menores de 18 anos será permitida mediante autorização do responsável legal, conforme previsto no formulário de inscrição.


3. DA PARTICIPAÇÃO

 

Cada participante deverá fornecer, por meio do formulário de inscrição:

a) nome completo e, se houver, nome artístico;
b) CPF;
c) e-mail e telefone/WhatsApp;
d) endereço completo com CEP;
e) foto recente;
f) minibiografia;
g) texto para publicação;
h) demais informações solicitadas no formulário.


O poema poderá ter até 20 linhas por página.

O participante poderá publicar em uma ou mais páginas.

Caso o poema ocupe duas ou mais páginas, será considerado o valor correspondente ao número de páginas efetivamente utilizadas.


* Os textos submetidos deverão ser de autoria do próprio participante e não poderão ser manifestamente produzidos por ferramentas de Inteligência Artificial (IA). A utilização de recursos tecnológicos como apoio à revisão, correção ortográfica ou aprimoramento do texto não será considerada, por si só, produção por IA.

 

4. DAS INSCRIÇÕES

 

A inscrição será realizada exclusivamente por meio de formulário, disponibilizado pela organização.

O texto poderá ser anexado ao formulário ou inserido diretamente no campo destinado a essa finalidade.


Período de inscrições: até 10 de outubro de 2026.

5. DO VALOR DE PARTICIPAÇÃO E DOS EXEMPLARES

 

O valor de participação será de R$ 50,00 (cinquenta reais) por página publicada.

Para cada página contratada, o participante terá direito a 1 (um) exemplar da antologia, com frete incluso.

 

1 página — R$ 50,00 — 1 livro, com frete incluso
2 páginas — R$ 100,00 — 2 livros, com frete incluso
3 páginas — R$ 150,00 — 3 livros, com frete inclusoe assim sucessivamente.

 

O participante poderá contratar mais páginas, mantendo-se a proporção de R$ 50,00 por página e 1 exemplar por página, com frete incluso.

 

6. DOS EXEMPLARES AVULSOS

 

O exemplar avulso da antologia terá o valor de R$ 35,00 (trinta e cinco reais), com frete incluso.

 

7. DAS VAGAS GRATUITAS

 

Serão disponibilizadas 6 (seis) participações gratuitas destinadas a integrantes do Movimento Cultivista África e do Movimento Cultivista Jovem.

Os critérios para a escolha das vagas gratuitas, bem como a eventual disponibilização de novas vagas, serão definidos pela equipe organizadora.

A gratuidade refere-se à participação na publicação e não inclui os custos de envio dos exemplares.

 

8. DO PAGAMENTO

 

Os valores informados neste edital são para pagamento à vista, via PIX ou boleto.

PIX — CNPJ: 40.813.046/0001-44

O pagamento será identificado em nome de Novos Sabores Publicações, podendo também aparecer em nome da razão social da empresa, Leandro Flores do Nascimento.

Para pagamento por cartão de crédito, serão acrescidas as taxas da operação. As condições poderão ser consultadas pelo WhatsApp (71) 99153-5442 ou pelo e-mail movcultivista.alagoinhas@gmail.com.

O comprovante de pagamento deverá ser anexado ao formulário de inscrição ou enviado para um dos contatos acima.

 

9. DO IDIOMA

 

A antologia será publicada em língua portuguesa.

 

10. DA AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO

 

Ao realizar a inscrição, o participante deverá declarar sua concordância com a publicação do texto enviado e com a utilização de sua imagem para fins relacionados à edição, publicação e divulgação da obra, conforme autorização constante no formulário de inscrição.

No caso de menores de 18 anos, a autorização deverá ser concedida pelo pai, mãe ou responsável legal.

 

11. DA PUBLICAÇÃO

 

Os textos integrarão a obra:

PARTILHA DA MEMÓRIA: FRAGMENTOS EM VERSOS E PROSAS — VOL. 1

1ª Antologia Literária do Movimento Cultivista de Alagoinhas

Organização: Leandro Flores e Débora Tauane
Publicação: Editora Novos Sabores Publicações

Esta será a primeira antologia literária do Movimento Cultivista de Alagoinhas e o início de uma coleção que pretende reunir, em novos volumes, diferentes autores, histórias e produções literárias.

 

12. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

 

A inscrição implica conhecimento e concordância com as condições estabelecidas neste edital.

Cada participante é responsável pela autoria e pelo conteúdo do material enviado.

As situações não previstas neste edital serão analisadas pela organização.

 

ORGANIZAÇÃO

Leandro Flores — idealizador do Movimento Cultivista e atual Coordenador Geral.
Débora Tauane — Coordenadora do Movimento Cultivista de Alagoinhas.

 

PUBLICAÇÃO
Editora Novos Sabores Publicações

 

MOVIMENTO CULTIVISTA DE ALAGOINHAS

1ª Antologia Literária — Vol. 1

 

Para fazer sua incrição, clique aqui.

1ª ANTOLOGIA LITERÁRIA DO MOVIMENTO CULTIVISTA DE ALAGOINHAS — VOL. 1 Partilha da Memória: Fragmentos em Versos e Prosas

Da minha aldeia – Por Carina Gameiro

Esses dias, assistindo a uma entrevista de Elisa Lucinda, fiquei pensando na força de uma palavra quando ela nasce de um lugar verdadeiro.

Elisa fala de sua terra, de sua identidade, de sua gente. E eu pensei na minha aldeia.

Porque é dela que eu parto.

Daquilo que conheço, do que vivi, das coisas que me acontecem. Da minha rua, das minhas memórias, das pequenas histórias que, à primeira vista, parecem só minhas.

Mas escrever é descobrir que o particular também pode ser universal.

Quando falo da minha realidade, alguém se reconhece.

E quando o outro se reconhece, a minha palavra já não é somente minha.

Para mim, é aí que a escrita se torna um ato poelítico: poesia que nasce da vida, mas que também olha para ela, questiona, provoca e pode transformar.

Foi pensando nisso que voltei ao Manifesto ao Cultivismo.

Arte, cultura, educação e filosofia: quatro caminhos que se encontram na palavra. A arte que expressa, a cultura que guarda e compartilha, a educação que forma e a filosofia que provoca.

E a poesia, nessa visão, não precisa apenas ser bonita. Precisa carregar sentido. Precisa ter uma mensagem capaz de encontrar o outro.

Foi isso que pensei ao ouvir Elisa.

Sua palavra nasce da vida, mas não fica presa a ela. Ganha voz, corpo, pensamento. Sai da sua aldeia e encontra outras aldeias.

A poesia tem essa força: falar de onde viemos sem deixar de conversar com o mundo.
Eu falo da minha aldeia.

Falo de mim, do que vejo, do que vivo.

E quando a minha palavra encontra você, ela já não é só minha.

Ela ganhou mundo.

A Palavra em Movimento: o Manifesto ao Cultivismo e a Poética de Elisa Lucinda – Por Ricardo Oliveira

Há palavras que permanecem quietas sobre o papel.
Outras, porém, parecem não aceitar o repouso.
Caminham, atravessam ruas, entram nas casas, sentam-se à mesa, observam os gestos humanos e, quando menos esperamos, transformam aquilo que parecia cotidiano em matéria de poesia.
É nesse território de movimento que podemos aproximar o Manifesto ao Cultivismo da poética de Elisa Lucinda.
Não se trata de afirmar que a poeta tenha escrito sob os princípios do Cultivismo, nem de estabelecer uma filiação direta entre sua obra e o manifesto.
A aproximação é outra: observar se determinadas concepções sobre a palavra, a criação poética e a relação entre literatura e vida encontram, em sua produção, pontos de convergência.
O primeiro encontro talvez esteja justamente na compreensão da palavra como algo vivo.
A palavra não é apenas instrumento.
Ela é matéria.
É corpo.
É experiência.
É memória.
Quando sai do dicionário e encontra a boca de quem fala, passa a carregar uma história.
Quando encontra o ouvido de quem escuta, transforma-se novamente.
Quando chega ao poema, já não pertence inteiramente ao poeta.
É aí que a poética de Elisa Lucinda nos chama atenção.
Sua poesia frequentemente recusa a distância entre o poema e a vida.
A fala cotidiana pode tornar-se verso; o acontecimento aparentemente banal pode adquirir densidade poética; a experiência individual pode abrir caminho para uma reflexão coletiva.
Há uma poesia que não deseja permanecer encerrada na página.
Ela quer ser dita, escutada, compartilhada.
E talvez seja justamente nesse ponto que o Manifesto ao Cultivismo possa ser lido como uma defesa da palavra em movimento.
Cultivar é diferente de simplesmente produzir.
Quem cultiva prepara a terra, observa o tempo, reconhece as sementes e compreende que aquilo que nasce precisa de cuidado.
A palavra, quando cultivada, também exige atenção.
Não basta juntar frases bonitas.
É preciso permitir que a linguagem encontre aquilo que pulsa dentro da experiência humana.
Elisa Lucinda parece compreender esse princípio quando transforma a oralidade em força estética.
Sua poesia tem algo de conversa.
Mas não é uma conversa despretensiosa.
É uma conversa que sabe da força da língua.
O verso aproxima-se da fala sem perder sua elaboração poética.
O cotidiano entra pela porta da literatura sem precisar pedir licença.
E quando a poesia fala como quem conversa, acontece algo importante: o leitor deixa de ser apenas leitor e torna-se ouvinte.
A palavra poética passa a ter voz.
Esse aspecto encontra outra possível convergência com o Cultivismo: a valorização da linguagem como experiência, e não apenas como ornamento.
A poesia não precisa esconder sua força atrás de uma linguagem hermética para ser profunda.
Às vezes, a profundidade está justamente na capacidade de dizer aquilo que todos conhecem, mas poucos conseguem formular.
Uma palavra simples pode carregar uma tempestade.
Uma frase cotidiana pode revelar uma estrutura social.
Uma experiência íntima pode denunciar uma injustiça.
Uma lembrança pode tornar-se memória coletiva.
Na poética de Elisa Lucinda, a palavra frequentemente assume essa responsabilidade.
Ela não está interessada apenas em produzir beleza.
Há também uma necessidade de interrogar o mundo.
O poema pode falar de afetos, desejos, relações, identidade, desigualdades, preconceitos e das contradições da sociedade.
Assim, a poesia deixa de ser uma janela pela qual observamos o mundo e passa a ser uma forma de intervir nele.
Aqui encontramos outra possibilidade de diálogo com o Manifesto ao Cultivismo: a ideia de que cultivar a palavra é também cultivar consciência.
A literatura pode ser jardim, mas não um jardim isolado do mundo.
Há terra sob as unhas.
Há pedras.
Há chuva.
Há ervas daninhas.
Há sementes que insistem em nascer onde ninguém esperava.
A poesia de Elisa Lucinda parece caminhar por esse jardim sem medo de sujar os pés.
Sua palavra aproxima-se do humano em sua complexidade, inclusive quando esse humano é contraditório, doloroso ou socialmente incômodo.
E talvez seja por isso que sua poesia tenha uma dimensão tão performática.
A palavra parece pedir presença.
Quer corpo.
Quer respiração.
Quer pausa.
Quer silêncio entre um verso e outro.
A poesia, quando dita, ganha outra existência.
A voz modifica o sentido.
O gesto modifica a palavra.
O olhar modifica o poema.
Nesse sentido, a palavra não é estática: ela acontece.
É justamente o movimento que interessa.
Se o Manifesto ao Cultivismo pode ser compreendido como uma proposta de cultivo da linguagem e da experiência poética, Elisa Lucinda oferece, em sua prática poética, um exemplo expressivo de como a palavra pode sair da página e reencontrar a vida.
Há ainda uma convergência importante: a valorização da experiência humana como matéria literária.
O poeta não escreve a partir de um vazio.
Escreve a partir do que viu, ouviu, sentiu, sofreu, desejou, perdeu, imaginou.
A realidade entra na poesia não como simples reprodução, mas como transformação.
É possível dizer, portanto, que cultivar a palavra significa também cultivar o olhar.
Olhar para aquilo que todos passam correndo.
Olhar para a pessoa esquecida na esquina.
Olhar para o amor quando ele parece banal.
Olhar para a dor quando ela foi naturalizada.
Olhar para si mesmo quando seria mais confortável olhar para o outro.
A poesia começa muitas vezes nesse gesto de atenção.
E Elisa Lucinda sabe transformar atenção em linguagem.
Sua poética mostra que o cotidiano não é necessariamente o contrário do poético.
Pelo contrário: pode ser justamente sua matéria-prima.
O poema não precisa fugir da rua para encontrar a beleza.
Pode encontrá-la na rua, no corpo, na conversa, no conflito, no desejo e nas pequenas situações que compõem a existência.
Essa postura também permite pensar o Cultivismo para além de uma simples proposta estética.
Cultivar a palavra é uma forma de resistência.
Num mundo em que as palavras são constantemente banalizadas, aceleradas e utilizadas para manipular, recuperar o valor da linguagem torna-se uma atitude ética.
A poesia pode devolver peso às palavras.
Pode impedir que certas dores sejam esquecidas.
Pode questionar discursos prontos.
Pode abrir espaço para vozes historicamente silenciadas.
Pode transformar aquilo que parecia individual em experiência compartilhada.
Nesse ponto, a aproximação com Elisa Lucinda torna-se especialmente significativa.
Sua poesia demonstra que a linguagem pode ocupar um lugar de enfrentamento sem abandonar a sensibilidade.
A palavra pode ser delicada e contundente.
Pode acariciar e provocar.
Pode fazer rir e, segundos depois, obrigar-nos a pensar.
Pode falar de amor e, simultaneamente, revelar as estruturas que atravessam os sujeitos que amam.
Essa multiplicidade talvez seja uma das maiores forças da palavra em movimento.
Porque uma palavra verdadeiramente cultivada não fica parada.
Ela cresce.
Muda de significado.
Encontra outras vozes.
Passa de boca em boca.
Sai do poema e chega ao palco.
Sai do palco e chega ao leitor.
Sai do leitor e volta ao mundo transformada.
É nesse circuito que podemos encontrar a principal convergência entre o Manifesto ao Cultivismo e a poética de Elisa Lucinda: a compreensão da literatura como experiência viva da linguagem.
Não é possível afirmar que sejam a mesma coisa.
Não são.
O Manifesto ao Cultivismo constitui uma formulação própria, com seus princípios e sua concepção particular de criação.
Elisa Lucinda possui uma trajetória poética própria, construída por diferentes influências, experiências e formas de expressão.
Mas a leitura comparativa permite perceber um território comum.
De um lado, o Cultivismo propõe pensar a palavra como algo que deve ser cuidado, desenvolvido e vivenciado.
De outro, Elisa Lucinda demonstra, em sua poesia, que a palavra pode ganhar corpo, voz, presença e consciência social.
Em ambos os casos, a linguagem não aparece como objeto morto.
Ela está em movimento.
E talvez essa seja a imagem mais bonita para encerrar esta conversa: a poesia como uma semente que não aceita permanecer semente.
Ela quer romper a terra.
Quer encontrar o sol.
Quer atravessar o concreto.
Quer alcançar alguém.
Porque a palavra, quando verdadeiramente cultivada, não termina no ponto final.
Ela continua no leitor.
Continua na voz.
Continua na memória.
Continua na rua.
Continua no mundo.
E talvez seja esse o verdadeiro movimento da poesia: fazer com que aquilo que foi escrito continue acontecendo depois que o poema termina.
A palavra não repousa.
A palavra caminha.
E, enquanto caminha, transforma quem a diz, quem a escuta e, por vezes, até aquilo que parecia impossível transformar.
É nesse movimento que o Manifesto ao Cultivismo encontra a poética de Elisa Lucinda: não necessariamente por uma influência direta, mas pela possibilidade de reconhecer, em ambos, uma mesma confiança fundamental na potência da linguagem.
A palavra pode ser cultivada.
Mas, quando floresce, ela já não pertence ao jardim.
Pertence ao mundo.

Conceição em Nós – Por Débora Tauane

Conceição Evaristo,
Uma mulher negra,
Símbolo de força, ancestralidade e resistência,
Criadora do conceito de Escrevivências.

Não é à toa que, no Movimento Cultivista, ela é inspiração.
Foi então que surgiu o Manifesto Cultivista,
E, nos pilares presentes,
Está o famoso método de Conceição:
Escri-vivências: escrever vivências.

Tudo o que o Manifesto propõe na teoria
É o que Conceição chama de Escrevivência na prática:
A arte que nasce da nossa própria história.

O Manifesto nos ensina que
A arte não precisa de linguagem difícil.
Ela é simples, objetiva, inclusiva.
Ela pode estar presente no nosso dia a dia,
Nas nossas vivências e memórias.

Débora Tauane

E assim termina essa bela reflexão sobre Conceição Evaristo e o Manifesto Cultivista.

Opa, ainda falta uma…

Uma homenagem às:

Conceições

Dizem que toda Conceição
Acolhe e espanta a mágoa.
Evaristo e a Costa em ação,
Enchem os nossos Olhos d’Água.

— Breno Ferreira

Agora sim, obrigada pela atenção!

Mobilização popular pela pavimentação da estrada que liga Condeúba à Mortugaba ganha força na internet

Uma mobilização popular pela pavimentação da estrada que liga Condeúba à Mortugaba, passando pelo Distrito do Alegre, vem ganhando força na região. Moradores, lideranças e apoiadores têm se organizado em diferentes frentes para chamar a atenção do poder público para uma reivindicação considerada estratégica para o desenvolvimento das comunidades atendidas pelo percurso.

Entre os participantes da mobilização está o advogado, professor e escritor condeubense Leandro Flores do Nascimento, que vem atuando na articulação da demanda junto a representantes políticos e órgãos públicos, além de colaborar com ações de divulgação e mobilização popular.

A iniciativa já reúne centenas de participações por meio de abaixo-assinados físico e eletrônico. A mobilização também acontece em grupos de WhatsApp, redes sociais, encontros, associações e contatos com autoridades e representantes políticos.

O movimento defende que o primeiro passo seja a realização, pelo Governo do Estado da Bahia, de um estudo técnico e de viabilidade para a pavimentação da ligação Condeúba–Alegre–Mortugaba. A partir desse levantamento, a expectativa é buscar alternativas para tornar a obra possível.

Entre as possibilidades defendidas estão a cooperação entre o Estado e os municípios de Condeúba e Mortugaba, convênios, consórcio público, acordos de cooperação, transferência de recursos, emendas parlamentares, execução por etapas ou outros instrumentos administrativos e financeiros legalmente possíveis.

Caso a condição municipal da estrada represente obstáculo à participação mais efetiva do Governo da Bahia, a mobilização também considera, de forma subsidiária, a possibilidade de estadualização do trecho. A proposta, entretanto, não coloca a estadualização como finalidade.

> “Nosso objetivo não é a estadualização. Nosso objetivo é o asfalto. O importante é encontrar uma solução que permita transformar essa reivindicação das comunidades em realidade”, afirma Leandro Flores.

A mobilização já começa a provocar manifestações no meio político. A deputada estadual Cláudia Oliveira acolheu a reivindicação e apresentou uma Indicação ao Governo do Estado da Bahia e à Secretaria de Infraestrutura — SEINFRA, solicitando providências relacionadas à pavimentação.

Mais recentemente, o gabinete do deputado estadual Tiago Correia também elaborou um Projeto de Indicação dirigido ao Governo do Estado e à SEINFRA. O documento solicita justamente uma das principais reivindicações defendidas neste primeiro momento pela mobilização: estudos técnicos, orçamentários e de viabilidade para a pavimentação do corredor Condeúba–Distrito do Alegre–Mortugaba.

Outros gabinetes parlamentares também começaram a responder aos contatos realizados pelos integrantes da mobilização, demonstrando interesse em conhecer ou avaliar a demanda. O movimento pretende continuar buscando apoio político e institucional, independentemente de partido ou posição política.

 

INTEGRAÇÃO ENTRE BAHIA E MINAS GERAIS

 

Além dos benefícios locais, os defensores da pavimentação destacam o potencial da estrada como corredor de integração regional. A ligação é considerada importante para o escoamento da produção rural, transporte escolar, acesso à saúde, comércio e deslocamento das comunidades.

Outro ponto considerado estratégico é a possibilidade de fortalecer a integração entre o Sudoeste da Bahia e o Norte de Minas Gerais, ampliando as conexões da região com municípios mineiros e criando novas possibilidades de circulação de pessoas, mercadorias e produção entre os dois estados.

A reivindicação ocorre em um contexto de avanços na infraestrutura rodoviária da região, especialmente nas ligações de Condeúba com Jacaraci e Caculé, o que reforça, para os participantes do movimento, a importância de discutir também a continuidade da integração por meio do eixo Condeúba–Alegre–Mortugaba.

Para Leandro Flores, a prioridade agora é transformar a mobilização popular em um primeiro resultado técnico concreto.

> “Não estamos querendo antecipar qual deverá ser a solução de engenharia ou administrativa. O primeiro passo que estamos pedindo é simples: que o Estado faça o estudo técnico e de viabilidade. A partir daí teremos elementos concretos para discutir a pavimentação.”

A expectativa dos participantes é ampliar ainda mais a mobilização, conquistar novas adesões ao abaixo-assinado e manter o diálogo com o Governo do Estado, municípios, parlamentares e demais instituições que possam contribuir para a concretização da obra.

 

Leandro Flores do Nascimento é professor, advogado, escritor e cidadão condeubense. Recentemente, recebeu um prêmio internacional de literatura como escritor revelação durante a Feira Internacional do Livro no Peru.

 

Fonte: Jornal Sertão Hoje

Beleza – Geovanna Rodrigues Mendes

Não acredito que a beleza seja algo estático como as estátuas ou monumentos erguidos em seu nome — apesar de possuírem, não são.

A beleza provém do movimento, aperfeiçoamento. É ir contra a natureza em que as coisas estão fadadas desde o princípio (o caos), trazer ordem, sentido a matéria bruta.

A própria natureza é um ótimo exemplo — talvez o melhor que se pode ter neste plano. Cada qual carrega e transmite de forma diferente a beleza. Outono, inverno, verão ou primavera; todos são singulares em suas performances, mas carregam algo em comum.

E (penso eu) que o movimento que traz o ponto de inflexão entre essas características seria a beleza. O encanto das quatro estações são apenas consequência do movimento da beleza, ou talvez, da beleza em movimento (assim como as obras de arte, arquitetura ou até os poemas e a boa música).

Outro ponto a considerar é que essa movimentação é simplesmente a natureza entregando o melhor de si com que ela possui. Talvez o homem tenha mais a aprender com ela do que pensa.

Agora sobre o exercício— muitas vezes, tentativa — da “beleza” do homem na sociedade, acredito que o maior erro que poderia cometer é tentar relativizar o sentido da palavra, com a intenção de suprimir a responsabilidade que se tem sobre ela. Não existem diferentes espécies de beleza, ela é um princípio absoluto mas a forma de cada um transmiti-la a permite ter muitos rostos.

Alguns são mais belos que outros — não uma beleza melhor (qualidade), mas maior (quantidade). Outros ainda conseguem transmitir através da matéria, a outra parte prefere mostrar através do convívio e o restante a enterra e prefere deixar apenas o desleixo e a desordem como herança.

No mais, somos todos artistas apresentando a singularidade que possuímos aos semelhantes. A beleza não está no quadro do artista, tampouco em suas mãos. Ela surge de quem o artista é, ou em quem ele pretende se tornar. A ideia de aperfeiçoamento — não das habilidades, mas da pessoa — traz completude, e esse movimento de “lixar as arestas” é um onde mora a beleza. A maior arte do artista é aquilo que ele mesmo carrega.

Em termos da teologia Cristocêntrica — acredito que seja a mais real —, a beleza impressa na raça humana é, na verdade, um indício da natureza de Deus. Então, refletir sobre a beleza que existe em cada respiração é a melhor forma que se pode conduzir a assinatura que a criatura carrega de seu criador.

Todos nós possuímos beleza, apesar do “ser” depender de uma escolha pessoal, ainda possuímos muito mais do que merecemos.

 

Sobre a autora: Estudante e escritor iniciante. Interessada em literaturas e nas complexidades da existência humana. 

Novos Sabores Publicações e Agência Evidencie participam da 2ª Feira Virtual do Livro Portugal

A Editora Novos Sabores Publicações e a Agência Evidencie – Marketing para Escritores participarão da 2ª Feira Virtual do Livro Portugal, evento promovido pela Confederação Internacional do Livro.

A programação contará com uma homenagem a Dom Dinis, poeta português e um dos maiores nomes do trovadorismo galego-português. O encontro reunirá participantes do Brasil, Angola e Moçambique.

A participação será conduzida pelo embaixador cultural e editor da Novos Sabores Publicações, Leandro Flores, fortalecendo o intercâmbio cultural e ampliando a presença da literatura brasileira em iniciativas internacionais.

📅 Domingo – 16 de agosto

🇵🇹 Portugal: 14h15
🇧🇷 Brasil: 10h15

Além deste evento, a Novos Sabores Publicações também participará de outras atividades dentro da programação da 2ª Feira Virtual do Livro Portugal, incluindo eventos em parceria com o Global Institute for Literature and Cultural Consciousness e com o Movimento Cultivista Brasil, que prestarão homenagens a importantes nomes da literatura portuguesa, como Fernando Pessoa e Florbela Espanca.

As ações contarão com a participação de escritores, pesquisadores, agentes culturais e convidados de diversos países, fortalecendo o intercâmbio entre diferentes nações de língua portuguesa e ampliando a presença da literatura brasileira em espaços internacionais.

A participação da Novos Sabores Publicações, em conjunto com a Agência Evidencie – Marketing para Escritores, reforça o compromisso das instituições com a difusão da literatura, a internacionalização de autores e a promoção do intercâmbio cultural entre países de língua portuguesa, contribuindo para aproximar escritores, leitores e agentes culturais de diferentes partes do mundo.

Homenagem do poeta Antônio Santana, a todos os pais de Condeúba

PAI

Aquele que cuida, ama e protege a sua família.
Aquele que administra a casa junto com a sua esposa,
Aquele que luta dia após dia
Para buscar o pão para seus filhos.
Pai, aquele que ama sem medir esforços;
Aquele que por amar os filhos trabalha,
Incansavelmente para dar-lhes o melhor.
Pai, aquele que sofre junto e sorrir junto,
Nos melhores e piores momentos da vida de um filho.
Pai, que para o filho não tem preço;
Que reconhce no seu pai
O valor de um homem batalhador,
Trabalhador, lutador, parceiro e guerreiro.
PAI, que a exemplo de Jesus Cristo,
Não abandonou os seus discípulos,
Nem mesmo quando caíram na fé.
Que seja um pai herói na virtude e na atitude
De como um filho deve proceder.
Na família, na sociedade e no mundo que nos cerca.
PAI, palavra santa de ordem
E de respeito profundo que tantos homens
Não conseguem alcançar.
Então, digamos no dia de hoje,
Meu querido paí, meu papai, meu papaizinho,
Meu paizão e o nosso Grande Pai.
Na sua infinita Misericórdia,
Ele que é o nosso DEUS todo Poderoso.
Que Deus nos abençoe!

Parabéns, a todos os pais!
Um abraço fraterno a todos!

Nosso editor Leandro Flores conquista prêmio internacional durante a III Feira Internacional do Livro de Jauja, no Peru

O editor do Café com Poemas, poeta, escritor, jornalista, advogado e embaixador cultural Leandro Flores conquistou o prêmio Escritor Revelação 2026, concedido pela Confederação Internacional do Livro, instituição sediada no Peru. A homenagem foi entregue durante a cerimônia de encerramento da III Feira Internacional do Livro de Jauja, um dos mais importantes eventos literários da América Latina.

A conquista representa mais um importante reconhecimento na trajetória de Leandro Flores, que também é coordenador do Movimento Cultivista Brasil, editor da Novos Sabores Publicações e idealizador do Café com Poemas, projeto dedicado à valorização da literatura, da poesia e da difusão cultural.

Realizada entre os dias 10 e 19 de julho, a feira reuniu escritores, poetas, editoras e instituições culturais de diversos países em uma programação híbrida, fortalecendo o intercâmbio entre autores e projetos literários internacionais.

Representando o Global Institute for Literature and Cultural Consciousness, o Movimento Cultivista Brasil e a Novos Sabores Publicações, Leandro Flores também integrou a programação oficial do evento como apresentador de uma das atividades internacionais. Durante sua participação, conduziu homenagens a Luiz Gama, um dos maiores nomes da história brasileira, e a Leandro Gomes de Barros, considerado o Pai da Literatura de Cordel Brasileira, apresentando ao público internacional importantes referências da literatura e da cultura do Brasil.

Segundo o escritor, a conquista é resultado de um trabalho contínuo voltado à construção de parcerias, ao fortalecimento de projetos culturais, à ampliação da presença internacional da literatura brasileira, à produção de conteúdos em diferentes idiomas e à participação em eventos literários.

Esse processo também conta com a parceria da Evidencie – Marketing para Escritores, que desenvolve ações estratégicas de posicionamento, divulgação, traduções e fortalecimento da presença digital de autores e projetos literários.

“Esse reconhecimento demonstra que resultados são construídos com planejamento, parcerias sólidas, presença, constância e uma estratégia bem definida. É uma conquista coletiva, fruto do trabalho de pessoas e instituições que acreditam no poder transformador da literatura”, afirmou Leandro Flores.

Para o Café com Poemas, a premiação representa não apenas uma conquista individual de seu editor, mas também um reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo dos anos na promoção da literatura, da poesia e da integração cultural entre escritores de diferentes regiões do Brasil e do exterior. O prêmio fortalece ainda mais a missão do projeto de aproximar autores, leitores e instituições por meio da arte, da cultura e da palavra.

Condeúba celebra a arte do encontro através do Mov Cultivista Café com Poemas

Por: Mariana Penides

A Biblioteca Municipal de Condeúba foi palco de mais uma noite memorável nesta última segunda-feira, ao sediar o encontro tão esperado do Mov Cultivista Café com Poemas. Com o apoio da Secretaria de Cultura e da Prefeitura Municipal, o evento reafirmou o papel do município como um polo de efervescência literária na região.

O encontro reuniu vozes marcantes da nossa literatura, como os escritores Professor Agnério Evangelista, Antônio Santana e Paulo Henrique Cordeiro, além de contar com o apoio de ativistas e incentivadores da cultura local como Helen Catharine, Regina Célia, Políbio Carvalho, Maria Heloísa Noaves, Mateus, Sara Novaes, Sandra Maria, Cleide, Mariana Penides e do vereador Zé de Fernando.

Uma trajetória de sensibilidade

Muito mais do que um evento isolado, o encontro celebrou uma história que vem sendo escrita desde 2017. O Café com Poemas nasceu com a missão de fortalecer a arte da escrita, lapidar novos talentos e manter vivo o hábito de cultivar a boa poesia em Condeúba.

A noite foi preenchida por recitais que emocionaram o público presente. Para Mariana Penides, embaixadora e ativista do movimento, a essência do projeto vai além dos livros:

“O encontro de hoje nos convida a olhar para os talentos da nossa terra com mais carinho e a explorar a liberdade de compartilhar o que verdadeiramente sentimos através da poesia.”

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