Categoria Leandro Flores

Mobilização popular pela pavimentação da estrada que liga Condeúba à Mortugaba ganha força na internet

Uma mobilização popular pela pavimentação da estrada que liga Condeúba à Mortugaba, passando pelo Distrito do Alegre, vem ganhando força na região. Moradores, lideranças e apoiadores têm se organizado em diferentes frentes para chamar a atenção do poder público para uma reivindicação considerada estratégica para o desenvolvimento das comunidades atendidas pelo percurso.

Entre os participantes da mobilização está o advogado, professor e escritor condeubense Leandro Flores do Nascimento, que vem atuando na articulação da demanda junto a representantes políticos e órgãos públicos, além de colaborar com ações de divulgação e mobilização popular.

A iniciativa já reúne centenas de participações por meio de abaixo-assinados físico e eletrônico. A mobilização também acontece em grupos de WhatsApp, redes sociais, encontros, associações e contatos com autoridades e representantes políticos.

O movimento defende que o primeiro passo seja a realização, pelo Governo do Estado da Bahia, de um estudo técnico e de viabilidade para a pavimentação da ligação Condeúba–Alegre–Mortugaba. A partir desse levantamento, a expectativa é buscar alternativas para tornar a obra possível.

Entre as possibilidades defendidas estão a cooperação entre o Estado e os municípios de Condeúba e Mortugaba, convênios, consórcio público, acordos de cooperação, transferência de recursos, emendas parlamentares, execução por etapas ou outros instrumentos administrativos e financeiros legalmente possíveis.

Caso a condição municipal da estrada represente obstáculo à participação mais efetiva do Governo da Bahia, a mobilização também considera, de forma subsidiária, a possibilidade de estadualização do trecho. A proposta, entretanto, não coloca a estadualização como finalidade.

> “Nosso objetivo não é a estadualização. Nosso objetivo é o asfalto. O importante é encontrar uma solução que permita transformar essa reivindicação das comunidades em realidade”, afirma Leandro Flores.

A mobilização já começa a provocar manifestações no meio político. A deputada estadual Cláudia Oliveira acolheu a reivindicação e apresentou uma Indicação ao Governo do Estado da Bahia e à Secretaria de Infraestrutura — SEINFRA, solicitando providências relacionadas à pavimentação.

Mais recentemente, o gabinete do deputado estadual Tiago Correia também elaborou um Projeto de Indicação dirigido ao Governo do Estado e à SEINFRA. O documento solicita justamente uma das principais reivindicações defendidas neste primeiro momento pela mobilização: estudos técnicos, orçamentários e de viabilidade para a pavimentação do corredor Condeúba–Distrito do Alegre–Mortugaba.

Outros gabinetes parlamentares também começaram a responder aos contatos realizados pelos integrantes da mobilização, demonstrando interesse em conhecer ou avaliar a demanda. O movimento pretende continuar buscando apoio político e institucional, independentemente de partido ou posição política.

 

INTEGRAÇÃO ENTRE BAHIA E MINAS GERAIS

 

Além dos benefícios locais, os defensores da pavimentação destacam o potencial da estrada como corredor de integração regional. A ligação é considerada importante para o escoamento da produção rural, transporte escolar, acesso à saúde, comércio e deslocamento das comunidades.

Outro ponto considerado estratégico é a possibilidade de fortalecer a integração entre o Sudoeste da Bahia e o Norte de Minas Gerais, ampliando as conexões da região com municípios mineiros e criando novas possibilidades de circulação de pessoas, mercadorias e produção entre os dois estados.

A reivindicação ocorre em um contexto de avanços na infraestrutura rodoviária da região, especialmente nas ligações de Condeúba com Jacaraci e Caculé, o que reforça, para os participantes do movimento, a importância de discutir também a continuidade da integração por meio do eixo Condeúba–Alegre–Mortugaba.

Para Leandro Flores, a prioridade agora é transformar a mobilização popular em um primeiro resultado técnico concreto.

> “Não estamos querendo antecipar qual deverá ser a solução de engenharia ou administrativa. O primeiro passo que estamos pedindo é simples: que o Estado faça o estudo técnico e de viabilidade. A partir daí teremos elementos concretos para discutir a pavimentação.”

A expectativa dos participantes é ampliar ainda mais a mobilização, conquistar novas adesões ao abaixo-assinado e manter o diálogo com o Governo do Estado, municípios, parlamentares e demais instituições que possam contribuir para a concretização da obra.

 

Leandro Flores do Nascimento é professor, advogado, escritor e cidadão condeubense. Recentemente, recebeu um prêmio internacional de literatura como escritor revelação durante a Feira Internacional do Livro no Peru.

 

Fonte: Jornal Sertão Hoje

Ser Professor – Leandro Flores

Ser professor é plantar,
mesmo em solo endurecido,
é regar com esperança
um futuro adormecido.
É saber que a flor do sonho
brota do chão mais sofrido.

É lutar contra o cansaço,
é sorrir quando há dor,
é fazer do giz um laço
que abraça com amor.
É ter fé no impossível
e ensinar com fervor.

Professor é luz que guia,
é farol na ventania,
é quem insiste e confia
na força da educação.
É aquele que não desiste,
mesmo quando a dor persiste,
carregando em sua mão
o poder da transformação.

Não tem capa, nem medalha,
mas vence cada batalha
com coragem e coração.
Porque ser mestre é ser ponte,
entre o vale e o horizonte,
entre o “não sei” e a solução.

Por isso, neste dia,
fica aqui minha poesia,
em forma de gratidão:
— Professor, tua missão
é divina e verdadeira,
tua voz é a sementeira
que faz brotar uma nação.

*Poema do escritor, poeta e professor Leandro Flores

Movimento Cultivista de Sorocaba participa da 2ª Feria del Libro Internacional de Jauja

Crônica por Leandro Flores

(@leandroflores.poeta)

Na manhã deste sábado, 11 de outubro, participei representando o Movimento Cultivista Nacional (@movimentocultivista) e a Editora NS Publicações (@nspublicacoes) na 2ª Feria del Libro Internacional de Jauja (FLI JAUJA), promovida pela Confederación Internacional del Libro (CIL).

O painel, intitulado “La poesía que existe en mí”, foi realizado pela plataforma Zoom e transmitido ao vivo pelo Facebook, reunindo poetas e escritores brasileiros em um momento de partilha e celebração da palavra.

A mediação ficou sob responsabilidade da poetisa Priscila Mancussi, anfitriã do evento e coordenadora do Movimento Cultivista Café com Poemas Sorocaba ( @movcafecompoemas.sorocaba), núcleo vinculado ao Movimento Nacional, que promoveu o encontro.
Priscila foi a articuladora do convite, em parceria com o Embaixador Cultural Romário Filho, que abriu as portas para a participação do Movimento na feira, fortalecendo o intercâmbio poético entre Brasil e Peru.

O encontro contou com a presença de Débora Domingues, Shirley Ferro, Ricardo Oliveira, Carina Gameiro, Vânia Moreira, Cris Pimentel e Leonardo Andreh, compondo uma roda literária marcada pela sensibilidade e pela diversidade das vozes.

📺 O evento completo pode ser assistido neste link: https://youtu.be/r5zCmluCEGM?si=dL9GJXZyninPWEvT

👉 Feria del Libro Internacional de Jauja – Vídeo Completo: https://www.facebook.com/profile.php?id=100069122803659

▶️ Recorte da minha participação no primeiro bloco: https://youtube.com/shorts/JZEglY29Drk?si=I8y85wgfq165Hd3g
Leandro Flores – La poesía que existe en mí

Mais do que uma feira literária, foi um momento de integração e diálogo cultural, reafirmando o propósito do Movimento Cultivista de levar a poesia e a arte para além das fronteiras.

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Sobre Romário Filho:
Romário Filho é Embaixador Cultural da Confederação Internacional del Libro, produtor cultural e idealizador de diversos projetos literários. Natural de Salvador (BA), atua à frente do Clube dos Poetas da Bahia e é membro de várias academias de letras e instituições culturais, como a AILB – Academia Internacional de Literatura Brasileira e a CAPPAZ – Confraria Artistas e Poetas pela Paz.
Reconhecido por sua atuação em prol da poesia e dos direitos humanos, Romário tem se destacado como articulador e promotor da arte brasileira em eventos nacionais e internacionais, consolidando pontes entre escritores, leitores e instituições literárias.

Relativismo Moral e a Hipocrisia Coletiva: Quando o Certo Vira Errado e o Errado Vira Certo

Vivemos em uma era onde as fronteiras entre o certo e o errado parecem cada vez mais tênues. O relativismo moral, conceito que sugere que as normas e valores são mutáveis e dependentes do contexto social, cultural e individual, tomou conta da sociedade contemporânea. Como resultado, o que antes era considerado imoral ou antiético agora é, em muitos casos, celebrado ou simplesmente tolerado. A hipocrisia coletiva surge nesse cenário, onde condenamos certas atitudes, como o racismo, a homofobia e o machismo, enquanto simultaneamente aceitamos ou até incentivamos comportamentos igualmente prejudiciais.

A hipocrisia coletiva surge nesse cenário

O que antes era considerado imoral ou antiético agora é, em muitos casos, celebrado ou simplesmente | Foto: Divulgação tolerado.

  O Paradoxo da Exposição e Hipersexualização

Um exemplo gritante dessa contradição é a maneira como a sociedade trata a imagem e o papel da mulher. Por um lado, há um discurso forte contra o machismo e a objetificação feminina. No entanto, a exposição exagerada da mulher em mídias, onde o corpo feminino é constantemente sexualizado, é frequentemente aplaudida como um sinal de liberdade e empoderamento. Essa hipersexualização não só reduz a mulher a um objeto de desejo, mas também influencia a forma como as crianças percebem seu próprio corpo e sexualidade, antecipando fases e comportamentos que deveriam ser preservados para a maturidade.

a exposição exagerada da mulher em mídias, onde o corpo feminino é constantemente sexualizado, é frequentemente aplaudida como um sinal de liberdade e empoderamento.

A exposição exagerada da mulher em mídias, onde o corpo feminino é constantemente sexualizado, é frequentemente aplaudida como um sinal de liberdade e empoderamento. | Foto: Divulgação

  A Falta de Disciplina e a Educação Centrada no Aluno

Outro aspecto do relativismo moral que merece atenção é a transformação do ambiente escolar. As escolas, que outrora eram lugares de rigor, disciplina e transmissão de valores cívicos, agora se tornaram centros onde o foco é quase exclusivamente nas vontades e direitos dos alunos. A disciplina e os deveres são frequentemente relegados ao segundo plano, criando uma geração que, muitas vezes, não compreende os limites e a importância de respeitar regras e autoridades. As disciplinas de ética, moral e cívica, que formavam a base para a construção do caráter e da cidadania, foram gradualmente eliminadas ou suavizadas, deixando um vácuo que dificilmente será preenchido.

A Cultura do Crime e a Banalização do Sexo na Mídia

A Cultura do Crime e a Banalização do Sexo na Mídia

A Cultura do Crime e a Banalização do Sexo na Mídia | Foto: Divulgação

As produções culturais, como músicas, novelas, filmes e séries, desempenham um papel crucial na formação de valores. No entanto, grande parte desse conteúdo tem promovido a criminalidade, a banalização do sexo e a infidelidade como comportamentos aceitáveis, ou até mesmo desejáveis. A linha entre o entretenimento e a apologia a atos imorais é frequentemente cruzada, normalizando atitudes que, em outras circunstâncias, seriam duramente criticadas.

Conclusão: A Urgência de um Reexame Moral

Diante dessa realidade, é essencial que a sociedade reflita sobre o caminho que está trilhando. Se por um lado, o combate a injustiças como o racismo, a homofobia e o machismo é uma vitória incontestável, por outro, não podemos ignorar as contradições que surgem ao aceitarmos outros comportamentos igualmente danosos. O relativismo moral não pode ser a desculpa para a deterioração dos valores fundamentais que sustentam uma sociedade justa e equilibrada. É necessário um reexame profundo de nossas atitudes, buscando uma coerência entre o que condenamos e o que permitimos, para que possamos construir um futuro onde o certo seja verdadeiramente certo, e o errado seja, sem exceções, combatido.  

Veja o vídeo:

                 


               Autor

Leandro Flores

Leandro Flores é fundador e produtor dos Projetos ligados ao Café com Poemas.

Leandro Flores é fundador e produtor dos Projetos ligados ao Café com Poemas.

 

Advogado, Jornalista, Sertanista, Poeta, Editor de Livros e Revistas e Designer Gráfico. Leandro é autor dos livros “Sorriso de Pedra – A outra face de um Poeta” e “Portfólio: Traços e Conceitos”.

É membro-fundador da Academia de Letras do Sertão Cultivista, membro da CAPPAZ – Confraria Artistas e Poetas pela Paz, além de outras instituições Acadêmicas pelo país. Também é Coordenador e Idealizador do Movimento Cultivista Brasileiro e do Projeto Cartas e Depoimentos. Já fez participações em dezenas de antologias poéticas, além de ORGANIZAR e AUXILIAR outras publicações. Leia mais…

 

O Verdadeiro Conceito do Evangelho e a Intertextualidade de não Julgar

“Não julguem, para que vocês não sejam julgados.” (Mateus, capítulo sete) Acho essa uma das partes mais importantes nos contextos fundamentais cristãos que estamos vivendo. Aqui Jesus nos mostra claramente como é fundamental o entendimento e a aceitação do outro, independente de sua crença, de sua condição sexual, de sua ideologia, de seu entendimento teológico, de suas preferências políticas, de seus valores morais e culturais, de seu modo de vestir, de falar, de ser, enfim, independente de qualquer situação, Jesus é o fundamento. Lendo essa passagem, revi alguns conceitos acerca do que se deve ou não tomar juízo para si, e eu não poderia deixar de falar disso, mesmo não sendo o meu campo de discussão ou de foco literário. Vejo por ai, tanta gente ignorantíssima a respeito do que as escrituras nos ensinam, pessoas carentes da verdadeira mensagem que Jesus nos ensinou e que sempre foi manipulada pelo sistema, interpretada de maneira tendenciosa para alimentar a obscuridade que o ser humano carrega dentro de si… Às vezes, nós em nosso diminuto estado de consciência espiritual, através de uma prerrogativa religiosa sistematizada nos ostentamos como se fosse o próprio Deus e fazemos juízes de todo tipo, condenando, atirando pedras, afastando e matando as pessoas através de um Deus que não existe e nunca existiu para esse tipo de comportamento e pensamento. Deus é mais do que imaginamos e podemos expressar ou enxergar. Deus é amor, é compreensão, é aceitação, inteligência e liberdade. Deus é tolerância, é bondade. Simplesmente não consigo “comprar” essa ideia de um Deus intolerante, de um Deus exclusivo a determinada corrente teológica, de um Deus vingativo, de um Deus interesseiro ou simplesmente de um Deus compensativo. Tudo isso é fruto da sistematização religiosa, no qual eu disse aqui. E Deus não está nas religiões. Não está em templos edificados por homens. Ele está nos corações das pessoas, na consciência de cada um. Tudo é de graça. O conhecimento é de graça, o entendimento também é de graça. Jesus é a graça. Ele veio ao mundo para que pudéssemos ter esse direito. Para que pudéssemos ter a graça dentro de nossos corações. Não há condenação nenhuma para quem escolhe fazer o bem, para quem ama incondicionalmente o outro como a si mesmo, para quem contribui com a paz, seja ela onde e como for para quem leva a verdade às pessoas, independente de sua condição humana, de erros e acertos, de escolhas e atitudes não complacentes com algum “sistema” religioso, político ou cultural. Para que você tenha uma experiência com Deus não é preciso grandes sujeições que ultrapassem sua capacidade de condição humana, não é preciso necessariamente que você se adéque a uma instituição religiosa, e nem se sujeite a esforços desnecessários no campo espiritual (dogmático ou doutrinário), muito menos que você comercialize sua fé, a experiência com Deus é gratuita, é alcançável a todos, é operante e democrática, no sentido mais amplo dessa palavra. Nesse capítulo, (Mateus -7), Jesus nos fala da importância de sermos tolerantes uns com os outros, de sermos compreensíveis, de não julgarmos ninguém porque a verdade – aos olhos humanos – é absolutamente relativa. Todos nós somos falhos e errantes, mas sempre achamos acusação onde deveria existir a compreensão. Sempre encobrimos nossos pecados com a prerrogativa infeliz de que o pecado que o meu irmão comete é imperdoável e o meu é absolutamente aceitável. Preocupamos o tempo todo com as superficialidades do outro quando o mais importante em mim eu não encontro, não vejo ou simplesmente não aceito. Vivemos em um estado de hipocrisia sem precedência. Sempre foi assim. O mal está enraizado culturalmente em nosso DNA e o mundo absorve isso como uma retórica de sustentação estabelecida. Por outro lado, existe o amor que também faz parte de nosso ser, a nossa semelhança com o divino, mas precisa ser semeado, regado, cultivado, para subsistir. Muitas vezes, deixamos que esse lado negativo sobreponha ao nosso lado bom e isso reflete em todo o universo. Desejos de vingança, traições, intolerância, vaidade, acusações, fanatismo, ignorância, prevaricação, tudo isso é fruto de uma consciência voltada para o mal, de um coração sem uma orientação divina. É preciso exercitar a humildade, a fidelidade, a simplicidade, a compreensão; é preciso discernimento, perdoar de coração. É necessário nos libertar das velhas e falsas correntes que chamamos de “CRISTIANISMO” e ressuscitar o evangelho verdadeiro de Cristo em nosso coração. É preciso recuperar as pérolas que lançamos aos porcos e restituir a quem de direito. É preciso nos afastar dos “lobos devoradores” que só querem poder, dinheiro e glória.  É preciso “dedetizar” nossos ouvidos para as heresias e blasfêmias que absorvemos por ai e inclinar os nossos sentidos somente para o que é edificante e construtivo. É preciso erguer nossas construções em rochas solidificadas, não em superfícies de areia que qualquer marola se encarregue de derrubar. Jesus é a base de qualquer construção. É a pedra principal da esquina. É a arvore da longevidade. Seus evangelhos são filosofias solidificadas para nossa alma viva, é o alimento para nos mantermos de pé. Não suje as suas vestes com o “anticristismo” propagado desse sistema atual. Há um tesouro escondido por ai esperando que você o encontre. Seja sábio. Abra o seu coração e diga: venha Jesus, eu aceito! Eu creio! Que Deus abençoe você, e que ajude você a encontrar esse “tesouro” que é o conhecimento espiritual, sem dependência, sem culpa, sem pretensiosidade, esse tesouro será a verdade para sua libertação. Um abraço. Leandro Flores (escritor/poeta)
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               Autor

Leandro Flores é fundador e produtor dos Projetos ligados ao Café com Poemas.

 

Advogado, Jornalista, Sertanista, Poeta, Editor de Livros e Revistas e Designer Gráfico. Leandro é autor dos livros “Sorriso de Pedra – A outra face de um Poeta” e “Portfólio: Traços e Conceitos”.

É membro-fundador da Academia de Letras do Sertão Cultivista, membro da CAPPAZ – Confraria Artistas e Poetas pela Paz, além de outras instituições Acadêmicas pelo país. Também é Coordenador e Idealizador do Movimento Cultivista Brasileiro e do Projeto Cartas e Depoimentos. Já fez participações em dezenas de antologias poéticas, além de ORGANIZAR e AUXILIAR outras publicações. Leia mais…

 

A LITERATURA BRASILEIRA EM DESTAQUE INTERNACIONAL

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A literatura como a arte das letras, a arte de poetizar, de escrever versos, de declamar poemas, poesias, de produção textual, dentre outros gêneros literários.
A literatura como a arte das letras, a arte de poetizar, de escrever versos, de declamar poemas, poesias, de produção textual, dentre outros gêneros literários.
Foi nessa perspectiva, que os escritores/poetas brasileiros Antonio Santana e Leandro Flores, como convidados especiais participaram do Programa “Conversando com Isabel” com a co-apresentação da nossa querida escritora brasileira Celeste Farias, pela TV canal 53 e pelas redes sociais, que foi exibido no dia 14 de abril de 2023, no quadro “Puente de Culturas” que faz parte de um Convênio de Colaboração Binacional entre Brasil e Chile.
O evento foi muito importante para dar maior visibilidade aos nossos trabalhos literários, com o Movimento Cultivista Café com Poemas no Brasil, bem como projetos de leitura e literatura nas escolas públicas e particulares na Bahia e no Brasil, publicação de livros, dentre outros.
Os escritores brasileiros, agradecem a Celeste Farias e a comunicadora e apresentadora Isabel Mosquera, por nos proporcionarem momentos importantes para a nossa carreira no cenário Internacional.

Confira o vídeo:

 

Dónde mirar “Conversando con Isabel”: SEÑAL TELSUR CANAL 53 ESTÁNDAR Y 831 HD SEÑAL NUEVO CABLE CANAL 16 SEÑAL MUNDO TV CANAL 798

Visite:

https://web.facebook.com/Conversandoconisabel.cl?_rdc=1&_rdr

Visite:

https://www.youtube.com/@IsabelMosqueirajara-MSQ

Poemas de Natal para você compartilhar com amigos e familiares

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Sendo uma das datas mais bonitas e significativas do ano, o natal se torna um momento de comemoração e confraternização com desejos e sentimentos entre amigos e familiares.

É um momento especial de amor e compaixão ao próximo, onde as pessoas vivenciam o verdadeiro sentido do nascimento de Cristo Jesus.

Sendo assim, selecionamos alguns poemas de Natal, escritos por difedrentes escritores que realmente inspiram e enchem os nossos corações de amor e esperança. Aproveite essa oportunidade para estar perto de quem ama, declarar o seu amor a elas, compartilhando ou recitando para os seus.

Cordel de Natal, de Bráulio Bessa

Que você, nesse Natal,
entenda o real sentido
da data em que veio ao mundo
um homem bom, destemido
e que o dono da festa
não possa ser esquecido.

Vindo lá do Polo Norte
num trenó cheio de luz
Papai Noel é lembrado
muito mais do que Jesus.
Ô balança incoerente
onde um saco de presente
pesa mais que uma cruz.

Sei que dar presente é bom
mas bom mesmo é ser presente
ser amigo, ser parceiro
ser o abraço mais quente
permitir que nossos olhos
não enxerguem só a gente.

Que você, nesse momento,
faça uma reflexão
independente de crença,
de fé, de religião
pratique o bem sem parar
pois não adianta orar
se não existe ação.

Alimente um faminto
que vive no meio da rua,
agasalhe um indigente
coberto só pela lua,
sua parte é ajudar
e o mundo pode mudar
cada um fazendo a sua.

Abrace um desconhecido,
perdoe quem lhe feriu,
se esforce pra reerguer
um amigo que caiu
e tente dar esperança
pra alguém que desistiu.

Convença quem está triste
que vale a pena sorrir,
aconselhe quem parou
que ainda dá pra seguir,
e pr’aquele que errou
dá tempo de corrigir.

Faça o bem por qualquer um
sem perguntar o porquê,
parece fora de moda
soa meio que clichê,
mas quando se ajuda alguém
o ajudado é você.

Que você possa ser bom
começando de janeiro
e que esse sentimento
seja firme e verdadeiro.
Que você viva o Natal
todo ano, o ano inteiro.

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Mensagem de natal em Cordel, Leandro Flores

Que este momento de natal
lhe sirva pra fazer refletir
o verdadeiro sentido da vida
que é de fato existir

Existir para poder contribuir
com um mundo melhor…
existir para a sua família…
para os seus amigos….
não apenas nesta época…
mas em todo momento
que eles precisarem de um abrigo…

Que o momento também
lhe sirva para reparar no outro
não de uma forma clichê
mas no sentido real da palavra “natal”
ou que pelo menos como deveria ser…

não importa
o que lhe ensinaram desde pequeno
Papai Noel é só um símbolo
o verdadeiro sentido é o NAZARENO…

esqueça a hipocrisia comercial
o jogo de interesses
as falsas lembranças
que só aparecem agora no natal…

não se esqueça também
de comemorar, de se entregar
de viver o momento com leveza e dedicação
Esse papai Noel pode ser ilusão

mas o verdadeiro sentido do natal
é o amor, o reencontro, a união!
Gratidão por existir
e contribuir com minha inspiração

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Poesia de Natal, de Cora Coralina

Enfeite a árvore de sua vida
com guirlandas de gratidão!
Coloque no coração laços de cetim rosa,
amarelo, azul, carmim,
Decore seu olhar com luzes brilhantes
estendendo as cores em seu semblante

Em sua lista de presentes
em cada caixinha embrulhe
um pedacinho de amor,
carinho,
ternura,
reconciliação,
perdão!

Tem presente de montão
no estoque do nosso coração
e não custa um tostão!
A hora é agora!
Enfeite seu interior!
Sejas diferente!
Sejas reluzente!

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Natal… na provincia neva, de Fernando Pessoa

Natal… Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.

Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
Estou só e sonho saudade.

E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!

Fotos grátis de Floco de neve

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História Antiga, de Miguel Torga

Era uma vez, lá na Judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.

E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da nação.

Mas, por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças

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Poema de Natal, de Vinícius de Moraes

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos…
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.

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Canto de Natal, de Manuel Bandeira

O nosso menino
Nasceu em Belém.
Nasceu tão-somente
Para querer bem.
Nasceu sobre as palhas
O nosso menino.
Mas a mãe sabia
Que ele era divino.
Vem para sofrer
A morte na cruz,
O nosso menino.
Seu nome é Jesus.
Por nós ele aceita
O humano destino:
Louvemos a glória
De Jesus menino.

Fotos grátis de Natal

O dedo da coletividade que mata a poesia

Respeito os Movimentos Sociais, sobretudo aqueles do passado, de conquistas importantes em relação a certos direitos (da mulher, por exemplo), porém, esses coletivos de hoje, radicalmente ideologizados, de certa forma, atrapalham e aumentam o preconceito à mulher quando passam a exigir, não uma igualdade de direito, que também sou a favor, mas uma reparação histórica à mulher (do grupo delas – porque as que pensam diferente estão fora desse rol de direitos), tornando-as superiores, detentoras de certos privilégios que o mundo de hoje pode oferecer!

É evidente que o atual estágio, as mulheres passam a figurar com mais propriedade do que o homem (esse século é delas), pela facilidade em saberem lidar com várias coisas ao mesmo tempo e buscarem alternativas, sobretudo no campo da qualificação pessoal para se situarem no mercado de trabalho e na vida. É evidente que ainda há muito preconceito em relação a mulher, à sua capacidade e, muitas das vezes, superioridade em determinadas funções. É evidente também que a violência contra a mulher ainda é uma coisa assustadora, apesar das políticas históricas que têm contribuído um pouco para amenizar isso. O assédio é algo que precisa ser combatido. O estupro ainda é uma realidade desgraçadamente presente nos cotidianos da sociedade brasileira, mas, como eu ia dizendo, o que alguns grupos ideológicos estão fazendo com essa causa, transformando isso em interesses pessoais, em frustações comportamentais de natureza partidariamente coletiva, de certa forma atrapalha a luta e contribui cada vez mais com a segregação de gênero e um aumento de grupos ultraconservadores (a exemplo do nosso “fabuloso” Bolsonaro e sua trupe).

No fundo, o que esse povo quer – falo dos ativistas – é colocar as pessoas em uma determinada trincheira lateral, onde as ideias acabam sendo diametralmente conduzidas pelos extremismos das representações. Quer dizer, você não pode ser sensato e defender o equilíbrio entre homens e mulheres, entre direitos e deveres, entre o justo e o injusto. O negócio é tomar partido, mesmo que aquilo implique em dissipação de cabeças pelo caminho. Ou seja: o que o dedo da coletividade apontar, o massacre é garantido – evidentemente com flashes e cliques para intimidar. Não há presunção de inocência, o importante é adjetivar, generalizar: “todo homem é um estuprador em potenciar”. “Não me dê flores, me dê respeito”, “vivermos uma cultura do estupro”. Ou ainda, como se fala no outro lado dos extremos, ao tentar definir uma mulher feminista: “vai cortar o cabelo do sovaco”,… como se toda mulher feminista fosse um estereotipo… “gorda e sapatão”, como se a própria ideologia definisse uma condição já pré-determinada.

É exatamente aí onde acaba a poesia. O mundo idealizado pelos extremistas, sejam eles “ultraconservadores ou feministas radicais” é um mundo sem poesia, sem leveza de alma. Tudo é uma questão de “politicamente correto” ou de uma opressão machista, de proteção ao “cidadão de bem” interposto pela família patriarcal. A semelhança é que ambos são hipócritas. Muitos que defendem a “família” querem na verdade manter uma ideologia de proteção ao preconceito e a estupidez de forma desenfreada e contínua. Ao mesmo tempo em que, quem generaliza uma causa e condena um gênero somente pela sua natureza de ser quer na verdade impor, não uma igualdade, mas uma superioridade absurda de opressão e de propriedade exclusiva da causa, de modo que, quem não faz parte daquele ciclo de pensamento (mesmo que seja mulher) é taxado como machista ou um estuprador em potencial. Na maioria das vezes são pessoas que não vivem a causa (neste caso, o termo poderia ser trocado para o “hipocritamente correto”). Ou, quando vivem, flertam com o extremo e com a banalização de qualquer principio, regra e ordem estabelecida (culturalmente ou não) pela sociedade e que o homem (ou a mulher) em seu aspecto antropológico considera como normal.

 

P.S. Este texto é para quem enxerga as coisas de uma maneira mais coerente e lúcida. É claro, se você pertencer um dos polos extremistas vai me criticar até me adjetivar de acordo com as suas objeções. Só digo uma coisa: Não adianta tentar me entender. Eu não estou do lado que você olha. Não sou extremo, nem periférico, sou do lado de dentro da razão.

 

 

            


Leandro Flores é fundador e produtor dos Projetos ligados ao Café com Poemas.

 

Advogado, Jornalista, Poeta, Editor de Livros e Revistas e Designer Gráfico. Leandro é autor dos livros “Sorriso de Pedra – A outra face de um Poeta” e “Portfólio: Traços e Conceitos”.

É membro-fundador da Academia de Letras do Sertão Cultivista, membro da CAPPAZ – Confraria Artistas e Poetas pela Paz, além de outras instituições Acadêmicas pelo país. Também é Coordenador e Idealizador do Movimento Cultivista Brasileiro e do Projeto Cartas e Depoimentos. Já fez participações em dezenas de antologias poéticas, além de ORGANIZAR e AUXILIAR outras publicações. Leia mais…

 

Frases de Leandro Flores – Enquanto houver ouvido haverá poesia…

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Enquanto houver ouvido haverá poesia…

Não obstante os sentidos, sentiremos pela indelicadeza,

mas levaremos na sacola os versos que ainda nos restam…

Leandro Flores

Leandro Flores é empossado como Membro Correspondente da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana/BA

Leandro Flores, advogado, Jornalista, Sertanista, Poeta, Escritor, Editor de Livros (confira a bibliografia completa aqui) foi empossado como Membro Correspondente da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana/BA.

O evento aconteceu no último dia 14 de março em Feira de Santana, durante “Abertura do Ano Acadêmico/2022”, da Academia Feirense. Leandro infelizmente não pode comparecer, mas a sua madrinha, a quem o indicou, Neuza de Brito Carneiro, recebeu o diploma em seu lugar.

“Eu fiquei muito honrado pela indicação da confreira Neusa, que além de amiga, é uma poeta que já participou de alguns projetos nossos. Portanto, uma parceira! Em relação à Academia, só posso agradecer pelo acolhimento, pela indicação e homenagem. É uma coroação, um reconhecimento pelos trabalhos que a gente faz, eu sei, mas eu nunca busquei isso. Nunca fiz nenhum esforço nesse sentido. Mas, pude perceber que a proposta da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana é diferente das demais. E, através da indicação da confreira Neuza, tive esse acolhimento.  Portanto, aceito com muito grado, ser um membro correspondente da augusta academia, com a promessa de sempre honrar esse título. ” –  Afirmou Leandro.

Leandro foi indicado ainda em 2020, mas em razão da pandemia, a sessão de nomeação foi suspensa, dois anos depois, aconteceu o primeiro encontro presencial. O próximo será em 2023.

Foram nomeados ainda, como membros efetivos, Jaíde Santana de Siquera e Claudia dos Santos Gomes, e como membros correspondentes, além de Leandro, Marcelo de Oliveira Souza.

Houve também na programação, Lançamento de livros e antologias, Exposição “Figuras populares” (Luciano dos Anjos), recital poético e show musical – voz e violão – com Geni Van.

 

Confira algumas fotos:

 

Veja o video da entrega simbólica:

 

 

Fonte: blog Movimento Cultivista