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Repórter da Record faz teste ao vivo e descobre que está com coronavírus

A repórter da Record Kelly Borges tomou um susto na última segunda-feira (15) durante uma reportagem sobre testes rápidos para o novo coronavírus. A jornalista da NDTV, afiliada da emissora em Santa Catarina, fez o exame ao vivo no ‘Balanço Geral Joinville’ e descobriu que está infectada com a covid-19.

O programa mostrou uma profissional da saúde colhendo o sangue de Kelly em um terminal rodoviário da cidade. Acontece que a repórter não voltou a entrar ao vivo no programa para revelar o resultado. Ontem, a apresentadora do ‘Balanço Geral Joinville’ Sabrina Aguiar divulgou que a colega foi afastada do trabalho por causa da doença e ficará isolada por sete dias.

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A emissora afirmou que o cinegrafista que acompanhava Kelly no dia da reportagem e outras três profissionais que trabalharam diretamente com ela também fizeram o exame e testaram negativo para o novo coronavírus.

De casa, Kelly Borges participou do programa e relatou a situação. “A covid-19 não escolhe quem ataca. (…) Quando eu sentei, fiz de uma forma tranquila. Tomo todas as medidas para me manter protegida tanto no trabalho quanto em casa. Não imaginava mesmo. Não foi um susto, mas uma surpresa. E não tenho os sintomas”, dispara. Confira:

 

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Uma publicação compartilhada por Kelly Borges (@kelly.borges) em

As informações são de Yahoo Vida e Estilo.

(Foto: Reprodução/TV Record)

Editorial: A nossa página “Café com Poemas” bateu mais de 10.000 mil inscritos, gratidão!

Neste mês de junho de 2020, a nossa página, atingiu um público de mais de 10.000 mil inscritos! A meta era um desejo nosso, quando no começo deste ano, lançamos a campanha:Convide seus amigos a curtirem a nossa página e ganhe brindes. A peça publicitária foi um sucesso. Saímos da marca de 1.932 mil inscritos para mais de 10 mil, em pouco mais de 5 meses. Evidente, que não adotamos apenas esse método de “chamar amigos para curtirem”.

Tivemos também que recauchutar os conteúdos, interagir mais com o nosso público, conhecer o processo de interesse de publicações, presente nas redes sociais (o que as pessoas gostam de curtir e compartilhar), além de impulsionar uma ou duas vezes alguns conteúdos.

O Processo de impulsionamento, sinceramente, foi um dos que renderam menos resultados, (até porque não foi o foco da campanha). Mas, o resultado, finalmente, foi alcançado e agora caminhamos para atingirmos mais resultados, de maneira que o projeto seja cada vez mais conhecido e apreciado. E que a página atinja de maneira substancial o seu objetivo: que é levar conteúdos novos,  interessantes, significativos.

Que a poesia, então, seja cada vez mais o elo de ligação entre o entretenimento, a inspiração, as boas notícias e conteúdos interativos, com respeito, sobretudo, àqueles que despertaram o interesse de curtir e saborear “Café com Poemas”.

O nosso projeto conta com a plataforma de publicações que envolve, perfil no instagram, página no Facebook e o site. Além de editoração de livros, projetos particulares e sociais como o Movimento Cultivista Brasileiro (presente em algumas cidades na Bahia e outros estados), Projetos Cartas e Depoimentos, entre outros. 

Nós do Café com Poemas, agradecemos, a cada curtida, compartilhamento e leitura em nosso site e página. O conteúdo que oferecemos é gratuito, pensado com muito amor e compromisso com vocês, leitores e parceiros. 

Caso você tenha, alguma sugestão ou critica que leve ao melhoramento da ideia, ou que queira enviar-nos algum conteúdo de sua autoria ou de terceiros que seja interessante ao site,  favor entrar em contato através do e-mail: cafecompoemas@gmail.com ou aqui, através deste LINK (Envie seu texto).

No mais, só agradecer e pedir que continuem nos apoiando e se possível, convide e indique o nosso projeto. 

Um grande abraço,

Equipe_CP

 

‘Lua de Morango’ com eclipse penumbral nesta sexta; confira

Lua cheia desta sexta-feira (5) – a primeira de junho – marca, tradicionalmente, o início da estação de colheita de morangos no nordeste da América do Norte. Por isso, os nativos norte-americanos, especialmente a tribo dos algonquinos, lhe deu o apelido que ficou até hoje: Strawberry Moon, a Lua de Morango.

Este nome aparece pela primeira vez registrado no Almanaque do Fazendeiro do Maine, publicado em 1930, que possui um copilado com os nomes que as tribos dos Estados Unidos deram a todas as luas do ano. Mas na Europa, a última Lua cheia da primavera já era chamada de Mead Moon ou Honey Moon (isso mesmo, a Lua de Mel) desde pelo menos 1500.

O “mead” é como é chamado o hidromel, uma bebida criada pela fermentação do mel misturado com água, às vezes com frutas, especiarias, grãos ou lúpulo. A tradição de chamar os primeiros dias do casamento de “lua de mel” pode estar ligada a essa lua cheia – seja por causa do costume de se casar em junho ou pela crença da época de que no fim de junho o mel estaria pronto para ser colhido das colmeias.

Todos esses nomes vêm da cultura ocidental do hemisfério norte. Por aqui, abaixo da linha do equador, essa lua cheia em particular não tem uma tradição particular – mas não deixará de ser interessante de ser vista. Isso por que, graças a um fenômeno chamado eclipse lunar penumbral, as pessoas poderão ver a superfície da Lua um pouco mais escura neste dia 5.

 

Um mapa de visibilidade para o eclipse lunar penumbral de 5 a 6 de junho de 2020. Imagem: Fred Espenak/Nasa

O eclipse será mais visível para quem estiver na África, a Austrália e a Ásia Central e do Sul. Durante este evento, o nosso satélite mergulhará quase metade de sua face na penumbra, ou sombra externa, da Terra, começando às 14h45 (Horário de Brasília) – abaixo do nosso horizonte. Como o eclipse durará 3 horas, 18 minutos e 13 segundos, a costa leste da América do Sul testemunhará só o fim do evento – ao nascer da Lua.

Tanto no dia da “Lua de Morango”, quanto na véspera (a quinta-feira, 4), a Lua estará próxima da estrela supergigante vermelha de Antares, a mais brilhante da constelação de Escorpião. 

Via: Live Science

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Supremo aprova súmula vinculante sobre imunidade tributária para livros eletrônicos

Em 2017, em uma decisão histórica para o mercado editorial, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu equiparar os e-books e e-readers ao livro, garantindo a estes produtos a imunidade tributária, garantida pela Constituição Federal de 1988.

Em decisão unânime, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou, em sessão virtual, a Proposta de Súmula Vinculante (PSV) 132, formulada pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), para fixar que a imunidade tributária dada pela Constituição Federal a papel, jornais, livros e periódicos se aplica também a livros digitais e seus componentes importados.

A proposta da Brasscom teve por base a jurisprudência consolidada do STF no julgamento conjunto dos Recursos Extraordinários (REs) 330817 (Tema 593)  e 595676 (Tema 259), com repercussão geral, em março de 2017. Na ocasião, o Plenário entendeu que, nos termos do artigo 150, inciso VI, alínea “d”, da Constituição Federal, estão isentos de imposto livros, jornais, periódicos e papel destinado a sua impressão e que essa imunidade deve abranger os livros eletrônicos, os suportes exclusivos para leitura e armazenamento e os componentes eletrônicos que acompanhem material didático.

A redação aprovada para a Súmula Vinculante 57, nos termos do voto do relator, ministro Dias Toffoli, presidente do STF, foi a seguinte:

“A imunidade tributária constante do art. 150, VI, d, da CF/88 aplica-se à importação e comercialização, no mercado interno, do livro eletrônico (e-book) e dos suportes exclusivamente utilizados para fixá-los, como leitores de livros eletrônicos (e-readers), ainda que possuam funcionalidades acessórias”.

AR/AS//CF

 

Fonte: http://www.stf.jus.br/

Movimento “Lixo Zero Condeúba” promove uma série de lives sobre a Semana de Melhores Práticas, se ligue

Lixo Zero é um movimento que visa uma sociedade sem lixo, em que os compostagens de materiais orgânicos virem adubo, reinserindo-se na cadeia produtiva os materiais recicláveis e potencializando o reaproveitamento de resíduos para, assim, reduzir, efetivamente, o encaminhamento de lixo para os aterros sanitários.

O movimento Zero Waste (termo em inglês que significa lixo zero), surgiu na década de 1970 na indústria química.

No Brasil, existe o Instituto Lixo Zero Brasil, fundado em 2010. O ILZB representa no Brasil a ZWIA (Zero Waste International Alliance – Aliança Internacional do Lixo Zero), movimento internacional de organizações que desenvolvem o conceito de princípios “Lixo Zero” no Mundo.

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Em 2011, o instituto lançou também a versão jovem do projeto, chamada de Juventude Lixo Zero (Zero Waste Youth) em que disseminou uma campanha pelas mídias sociais, fundando núcleos de jovens pensadores e comprometidos com o meio pedagógico, ético, econômico do meio ambiente, numa visão de mudança do estilo de vida e no incentivo para práticas de sustentabilidade.

Nessa perspectiva, o movimento #lixozerocondeuba, iniciado pela jovem condeubense Eliana Grama Moreira Dutra (conhecida com Aninha) iniciou uma série de lives no Instagram, seguindo orientação da “Semana de Melhores Práticas” do ILZB,  com diversos debatedores e temas como “Redução e reuso do plástico”, “Compostagem”, “Conscientização e educação ambiental”, “Ações comunitárias públicas”, entre outros.  

Para enriquecer ainda mais o debate, o Movimento de Condeúba convidou a Professora e Advogada, Fábia Carvalho, que é Doutora e Mestre em Direito pelo Programa de Direito Econômico e Socioambiental da PUC/PR para falar sobre o tema: “Resíduos Sólidos”.

A live acontecerá no dia 29/05/2020 (hoje), às 16h: 20min, através do perfil do Movimento no Instagram: @condeubalivozero  

 

Confira abaixo, um pouco sobre a convidada:

 

Fábia Ribeiro Carvalho de Carvalho é Especialista em Direito Empresarial pela FECAP/JUSPODIVM. Já atuou como professora do curso de Direito da Universidade Federal de Sergipe (UFS), professora assistente do curso de Direito da Faculdade Pio Décimo e Universidade Tiradentes (UNIT) e ainda como professora dos cursos do Programa de Pós-Graduação em Direito Lato sensu da Universidade Estácio de SáAracaju-SE. Ex assessora jurídica do Banco Bradesco e Itaú.

Atuou ainda como professora em cursos preparatórios para carreira jurídica em Aracaju-SE (FMB). Integrante do grupo de pesquisa Sociedades hegemônicas e populações tradicionais da PUC/PR. atuou como Presidente da comissão científica da Comissão de Violência e Gênero do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM/SE). Avaliadora ad hoc da FAPITEC-SE. Avaliadora da revista Interfaces científicas.

Atuou como Presidente da Comissão de Direito Ambiental (CDMA) da OAB-SE. Conselheira seccional suplente da OAB-SE. Atua como professora da Faculdade de ciencias e tecnologia FTCcampus Salvador e FBB- Faculdade batista brasileira- Salvador.

Presta consultoria jurídica e advoga em Direito Ambiental, socioambiental e civil, atuando principalmente nos seguintes temas: Direito contratual e real (propriedade e territórios), Direito dos povos e populações tradicionais, territorialidades, resíduos sólidos. E-mail: fabiacarvalhodecarvalho.adv@hotmail.com. fone: 79-998061608. (Texto informado pelo autor)

Casinha de garrafa-pet que serve para abrigar cães do frio: saiba como fazer

Existem muitos animais vivendo nas ruas e, com o inverno que vem chegando, eles passam frio e sofrem mais ainda!

Pensando nisso e buscando ajudar estes animais, alunos do grêmio estudantil da Escola Estadual Professora Judith Sant’Ana Diegues, na Ilha Comprida – São Paulo, resolveram confeccionar casinhas feitas de garrafas-pet para ajudar os animais abandonados ou de estimação dos moradores de rua.

A ideia é ótima porque reutiliza um lixo em abundância (as garrafas-pet) e ainda ajuda muitos animais de rua.

E, para quem quiser aderir à essa ideia, os estudantes compartilharam na internet o passo-a-passo da confecção das casinhas, para que mais e mais pessoas saibam fazer e possam ajudar os animais de rua!

 

CLIQUE AQUI PARA APRENDER A FAZER A CASINHA DE GARRAFA PET

 

Quem não pode adotar e quer fazer algo para ajudar os animais, essa é uma alternativa entre várias outras que existem. Veja outras maneiras de auxiliar os animais abandonados:

Essa iniciativa da casinha de cachorro feita de garrafa-pet é um gesto de amor e uma forma de aquecer os peludinhos que vivem nas ruas, e que tanto precisam de um cantinho para se aconchegar e se proteger!

 

Este artigo foi publicado originariamente no site- Greem Me.

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Dia da enfermagem: Por trás das máscaras, profissionais dedicados a cuidar do próximo

Hoje é celebrado o Dia Internacional da Enfermagem e a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou 2020 como o ano internacional dos enfermeiros, mas os profissionais não veem muito o que comemorar. Afinal, uma das categorias que está na linha de frente do combate ao coronavírus tem sentido e vivido de perto os efeitos da pandemia, com a falta de equipamentos de Proteção Individual (EPIs), perda de amigos de trabalho e distância necessária da família.

Em tempos de pandemia, esses profissionais, que sempre estiveram na tal “linha de frente” dos atendimentos de saúde, finalmente parecem ter sua importância reconhecida. Afinal, são eles que se arriscam diariamente à contaminação por uma doença ainda sem cura ou vacina, para salvar os outros.

Os profissionais de enfermagem – enfermeiros, técnicos e auxiliares – são fundamentais para a garantia de uma assistência segura e de qualidade nos serviços de saúde. Eles estão 24 horas por dia ao lado dos pacientes e em todas as fases da vida, desde o nascimento.

Por isso, e também pelo que representam nesse momento de pandemia causado pelo novo Coronavírus, os dias 12 e 20 de maio, considerados o Dia do Enfermeiro e do Técnico e Auxiliar em enfermagem, devem ser lembrados e comemorados por todos.

enfermeiros 12 de maio café com poemas

Esta é a equipe incansável do Pronto Socorro Nossa Senhora Aparecida. Os profissionais estão 24h por dia nessa luta contra o Covid-19! Foto: Divulgação

NÃO ME IMAGINO EM OUTRA CARREIRA 

A enfermeira Fernanda Dlugokenski, que atua na UTI Neonatal do Hospital de Caridade de Erechim, destaca que a profissão de enfermeira, além de promover o cuidado ao paciente, também deve ser o ponto de equilíbrio da equipe. “Afinal, ninguém faz nada sozinho”, assegura. Segundo ela, é necessário se capacitar e repassar seu conhecimento aos liderados. Para a enfermeira, que está no HC há mais de 15 anos, uma das principais qualidades de um profissional da enfermagem é a empatia – colocar-se no local do outro. “O paciente confia sua vida ao enfermeiro”, ressalta Fernanda.

Ela conta que sua história com o HC iniciou antes de nascer. Sua mãe trabalhou 35 anos no Hospital e ela lembra de andar pelos corredores quando criança. Antes de ser enfermeira, foi técnica de enfermagem. Seu cargo foi conquistado por meio de uma seleção interna, após ter concluído a graduação em Enfermagem. Para ela, o valor da profissão está no cuidar do outro. Por isso, afirma: “Não consigo pensar em outra carreira para minha vida”.

PACIENTE QUER ATENÇÃO

A técnica em enfermagem da Maternidade do HC, Fabíola Brigida Bury, destaca que a sua profissão, por estar na linha de frente do cuidado, tem entre as atribuições oferecer suporte físico e emocional tanto para os pacientes como para os seus familiares. Segundo ela, três pontos são fundamentais para o exercício da profissão: ética, profissionalização e humanização. Fabíola também reforça que, muitas vezes, é necessário se colocar no lugar do paciente para compreender sentimentos e angústias, conhecer a personalidade para poder realizar o cuidado da melhor forma. “Na maioria das vezes o paciente não precisa somente de medicação, mas de alguém para lhe ouvir. Por isso, nós não cuidamos apenas do lado físico do paciente, mas também do emocional”, sentencia Fabíola.

HC: SUA SEGUNDA FAMÍLIA

A auxiliar de enfermagem da unidade de internação B, Beatriz Rita Ceconello de Oliveira, desde cedo já sabia o que queria para a sua vida: cuidar das pessoas. E é isso que a realiza. Há 37 anos dentro do Hospital de Caridade, Beatriz afirma que dá uma atenção especial à chegada do paciente à clínica. “Minha primeira preocupação é recebe-lo bem e acomodá-lo, assim como a sua família”, comenta. Segundo ela, cada paciente tem uma história para contar e ele gosta, especialmente, de ser ouvido. Tendo trabalhado em diversos setores do Hospital, iniciou na Copa e estudou para se tornar auxiliar, passando 15 anos na UTI, Beatriz sorri com os olhos e afirma que o HC é a sua segunda família.

MEDOS

Apesar de não estarem na unidade de internação Covid, Fernanda, Fabíola e Beatriz participaram de treinamentos oferecidos pelo HC para o enfrentamento do novo Coronavírus. Graças a isso, elas sabem que se for preciso estão preparadas para atenderem pacientes com a doença. “Nos sentimos seguras”, resumem as profissionais que destacam a força da equipe do HC, e também os cuidados do hospital com seus colaboradores e pacientes.

 

As informações são do site: cliccamaqua

Flavio Migliaccio é encontrado morto em sítio

Flávio Migliaccio, de 85 anos, foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (4), em seu sítio, em Rio Bonito. A coluna confirmou a informação com Sylvio Guerra, advogado do ator: “Liguei para o Marcelo Migliaccio, filho de Flávio, que disse que recebeu uma ligação do caseiro dizendo que o Flavio tinha falecido. Ele está na estrada, à caminho do sítio, e ainda não sabe a causa da morte do pai”, informou Sylvio. 

Foto: Reprodução

Na tarde de domingo (3), ele foi visto passeando pela Urca. Amigos dizem que ele decidiu pegar um táxi e ir para o sítio da família, que fica num local conhecido como Serra do Sambê. Nesta manhã, policiais do 35º BPM (Rio Bonito) foram acionados e já estão no local. 
Seu último trabalho na TV foi em 2019, em ‘Órfãos da Terra’, onde ele fazia o Mamede Aud. Flávio é muito conhecido pelo seu papel de Xerife na série de TV brasileira ‘Shazan, Xerife e Cia’, e pelo papel de Tio Maneco, na série exibida pela TVE. Na Rede Globo pôde ser visto com grande destaque nas novelas ‘Rainha da Sucata’, ‘Perigosas Peruas’, ‘A Próxima Vítima’, ‘Senhora do Destino’ e ‘Passione’, entre muitas outras.
Carreira 
Flávio Migliaccio nasceu no bairro do Brás, São Paulo, em 26 de agosto de 1934. O primeiro trabalho na Globo foi em 1972. Atuou em inúmeras novelas e minisséries, além de seriados e programas de humor. Morreu em maio de 2020.

Flávio não se furta de trocar ideias com autores, dar palpites na direção e até ajudar a criar, ele mesmo, seus figurinos. “Eu não fico chateado por pegar um papel pequeno. A única coisa que me incomoda na televisão é a falta de humor do diretor e da equipe. Eu gosto de brincar, de ficar num ambiente alegre”. E foi assim no elenco de Caminho das Índias (2009), de Gloria Perez, primeira novela brasileira a conquistar o Prêmio Emmy Internacional. Na trama, o ator viveu o indiano Karan.

Seu pai era barbeiro, e a mãe cuidava dele e de seus 16 irmãos. Ele relembra, emocionado, que seu pai tocava violino e os filhos improvisavam instrumentos, para concertos noturnos. A mãe colocava um lençol branco na janela e, com luz indireta, as crianças faziam sombras para os vizinhos assistirem. “Sempre vivemos nesse clima da arte de representar, de tocar. Meu pai queria que eu fosse barbeiro, até tentou me ensinar a profissão. Ele reunia todos os mendigos da nossa rua e fazia aquela fila, para eu cortar o cabelo e fazer a barba deles. Eram minhas cobaias. Mas acabei não aprendendo, eu queria mesmo era ser artista. Uma vez, fui assistir a um espetáculo numa igreja e percebi que um dos atores era muito ruim. Não gostei dele de jeito nenhum. Então, fiz uma coisa que não deveria ter feito: esperei terminar o espetáculo e fui falar com o diretor. Disse que o cara era muito ruim e que eu faria melhor. O diretor me deu o papel do cara. Fiz, foi legal e comecei a gostar. E foi assim que estreei como ator amador”, conta.

Foto: Memória Globo

Em 1954, Flávio Migliaccio fez o curso de teatro do italiano Ruggero Jacobbi. Ao final, o diretor encaminhou o jovem ator para o grupo amador Teatro Paulista do Estudante, onde conheceu Oduvaldo Vianna Filho e Gianfrancesco Guarnieri. Dali para a profissionalização com o Teatro de Arena, de Zé Renato, foi um passo. Flávio Migliaccio participou de uma série de peças, inclusive levando sua irmã, a atriz Dirce Migliaccio, para o grupo.

Com Dirce Migliaccio, no Teatro de Arena, atuou nas peças A Revolução na América do Sul, de Augusto Boal, Eles Não Usam Black-Tie, de Gianfrancesco Guarnieri, e Chapetuba Futebol Clube, de Oduvaldo Vianna Filho. Muitos anos depois, em 1999, dividiria novamente o palco com a irmã em Os Ratos do Ano 2030. Ainda no Arena, teve encenada a peça de sua autoria Pintando de Alegre.

Chegou a fazer pequenas pontas na TV Tupi, e atuou em dois longas-metragens de Roberto Santos – O Grande Momento (1958) e A Hora e a Vez de Augusto Matraga (1965). Em 1962, participou de Cinco Vezes Favela, atuando em um episódio e escrevendo o roteiro de outro, com Leon Hirszman. No ano seguinte, estreou como roteirista e diretor em Os Mendigos.

Flávio Migliaccio foi convidado, em 1972, pela Globo para atuar em O Primeiro Amor, novela de Walther Negrão, onde viveu Xerife, um sucesso que o acompanha até os dias de hoje. “Eu havia feito um trabalho com Paulo José no cinema, em Como Vai, Vai Bem? Cada um fazia uns dez personagens. Foi um dos trabalhos em cinema que mais gostei de fazer. E como fizemos esse trabalho juntos, Daniel Filho nos chamou para viver a dupla Shazan e Xerife”, conta. “O público imediatamente adotou os dois personagens. A partir daí, passei a viver com uma criança no colo. Isso foi incrível! Eu não ficava mais sem uma criança pulando no meu pescoço”, completa.

O sucesso foi tamanho que a Globo criou o seriado Shazan, Xerife & Cia., que ficou no ar de 1972 a 1974. Foi uma das primeiras vezes na história da televisão brasileira que personagens de uma novela ganhavam um programa próprio. Curiosamente, a dupla foi reeditada em 1998, em uma participação especial na novela Era uma Vez…, também de Negrão, que assim homenageava os 25 anos dos dois personagens tão queridos pelo público. Flávio não quis perder o filão encontrado ao viver Xerife e, baseado no personagem, criou o Tio Maneco, que lhe rendeu alguns longas-metragens produzidos, dirigidos e estrelados por ele, como As Aventuras do Tio Maneco (1971), O Caçador de Fantasmas (1975) e Maneco, o Super Tio (1978). O filme de 1971, inclusive, foi vendido para nada menos do que 31 países e lhe rendeu um prêmio em um festival de cinema infantil na Espanha. Além disso, levou o personagem para a TV Educativa, na forma de seriado, sendo exibido por anos.

Flávio Migliaccio também se dedicou com afinco à televisão. Ao todo, participou de mais de 30 novelas e minisséries, fazendo sucesso com vários personagens marcantes, como o pão-duro Moreiras, em Rainha da Sucata, de Silvio de Abreu (1990), o feirante Vitinho, em A Próxima Vítima, do mesmo autor (1995) – quando, aliás, foi premiado como melhor ator coadjuvante pela Associação Paulista de Críticos de Arte naquele ano –, o impagável Fortunato, em Passione, mais uma vez de Silvio de Abreu (2010), e o turco Chalita, da série Tapas & Beijos (2011), de Cláudio Paiva. Mais recentemente, interpretou o veterinário Josias em Êta Mundo Bom! (2016) e fez sucesso como o imigrante palestino Mamede de Órfãos da Terra (2019).

 

 

Tio Vitinho, de A Próxima Vítima, foi seu personagem preferido, revela. “Foi o que mais combinou comigo. Eu bolei uma coisa que considero uma das maiores criações que tive como ator, e colaborei com o texto assim: bolei que ele vivia com o travesseiro e a roupa de capa embaixo do braço, porque não tinha lugar para dormir. Comecei a desenvolver isso, a fazer uma cena dramática segurando o travesseiro; ficava engraçado. Em O Amor Está no Ar (de Alcides Nogueira, 1997), eu era um açougueiro e tinha bronca de um determinado personagem. Em dado momento, eu o ameacei dizendo algo que não estava no texto: ‘Você já ouviu falar no crime da mala? Foi um açougueiro.’ A partir daí, Alcides embarcou na ideia, e eu ficava com uma mala para ameaçar o cara o tempo todo”, conta. Ele também gosta de destacar o período em que atuou no humorístico Viva o Gordo. “Foi uma experiência maravilhosa. Porque tinha humor na criação, o ambiente de trabalho era muito gostoso. Era tudo trabalho de equipe, gostoso de fazer. Eu fazia alguns quadros fixos. Fiz simplesmente uma árvore. Era difícil vestir aquela roupa de árvore, mas nunca reclamei”, conta, pontuando que chegou a redigir quadros para o programa, assim como para Chico Anysio.

Flávio já atuou, dirigiu, produziu, escreveu e uma charge sua até já foi premiada, nos anos 1970, em um salão de humor promovido pela Universidade Mackenzie, em São Paulo. Também tem atuação reconhecida no cinema, como em Os Porralokinhas (2007), de Luis Farias, quando reviveu Tio Maneco. Em 2019, gravou uma participação no filme Hebe, de Maurício Farias.

 

As informações foram retiradas de FÁBIA OLIVEIRA e MEMÓRIA GLOBO

Morre o ícone da música popular brasileira: Moraes Moreira

O cantor e compositor Moraes Moreira morreu na madrugada desta segunda-feira (13) aos 72 anos, em casa, no bairro da Gávea, no Rio de Janeiro. Conforme a assessoria do artista, ele morreu por volta das 6h depois de sofrer um infarto agudo do miocárdio.

 

Segundo Eduardo Moraes, irmão do cantor, o corpo de Moraes Moreira foi encontrado após a chegada da empregada doméstica no apartamento em que ele morava. O artista vivia sozinho, segundo o irmão.

Ainda de acordo com a assessoria, as informações sobre o enterro não serão divulgadas para evitar aglomerações, recomendação de vários órgãos de saúde como prevenção à Covid-19.

Antonio Carlos Moreira Pires nasceu em Ituaçu, no interior da Bahia, em 8 de julho de 1947. Moraes Moreira começou tocando sanfona de doze baixos em festas de São João e outros eventos na cidade. Na adolescência aprendeu a tocar violão, enquanto fazia curso de ciências em Caculé, na região sudoeste da Bahia, em 1967.

Aos 19, ele foi para Salvador, onde começou a estudar no Seminário de Música da Universidade Federal da Bahia. Lá, ele conheceu seus futuros companheiros dos Novos Baianos, Luiz Galvão e Paulinho Boca de Cantor, além de Tom Zé.

Em 1968, eles criaram o espetáculo que deu origem aos Novos Baianos, Desembarque dos Bichos depois do Dilúvio Universal.

O grupo já tinha também a participação de Baby do Brasil (Baby Consuelo, na época) na voz e o guitarrista Pepeu Gomes quando foi participar do popular Festival da Música Popular Brasileira na TV em 1969, com a música “De Vera”, de Moreira e Galvão.

No ano seguinte, o grupo lançou seu disco de estreia, “Ferro na boneca”. Mas a grande obra deles viria após uma visita de João Gilberto à casa em que eles moravam juntos, já no Rio de Janeiro. Em 1972, eles lançaram o álbum “Acabou chorare”, que consagrou os Novos Baianos. O trabalho juntava samba, rock, bossa nova, frevo, choro e baião.

Com a regravação de “Brasil pandeiro”, de Assis Valente, além de “Preta pretinha”, “Mistério do planeta”, “A menina dança”, “Besta é tu” e a faixa título, todas de coautoria de Moraes Moreira, o álbum de 1972 é reconhecido como um dos melhores – senão o melhor – trabalho do pop brasileiro.

Foi um passo adiante do tropicalismo de Caetano, Gil e Tom Zé – no abraço ao rock e à psicodelia hippie, na fusão de ritmos brasileiros, na recusa a seguir padrões no período mais duro da ditadura militar.

O grupo foi morar em um sítio em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, onde seguiam a cultura hippie dos EUA e da Europa em plena ditadura militar brasileira. Lançaram ainda três discos, cujo sucesso não tão grande começou a gerar desentendimentos. Ele ficou no grupo de 1969 até 1975, quando saiu em carreira solo.

Carreira Solo

Em 1976, já em carreira solo, ele se tornou o primeiro cantor de trio elétrico, ao subir no trio de Dodô e Osmar, e cantou a música “Pombo correio”, sucesso na época.

Já em 1997, ele reuniu o grupo Novos Baianos para lançar o disco ao vivo Infinito Circular, com canções dos discos anteriores e algumas inéditas. Em 2007, Moraes Moreira publicou o livro A História dos Novos Baianos e Outros Versos, escrito em linguagem de cordel, que conta a história dos Novos Baianos.

Em 2017, ele lançou outro livro, o “Poeta Não Tem Idade”, com cerca de 60 textos sobre homenagens a Luiz Gonzaga, Machado de Assis, Gilberto Gil e muitos outros.

Nos últimos anos, Moraes Moreira se envolveu em shows de reunião dos Novos Baianos e também de trabalhos solo. O artista também se dedicou a trabalhos com o filho. No total, ele lançou mais de 60 discos entre a carreira solo, Novos Baianos, Trio Elétrico Dodô e Osmar, além da parceria com o guitarrista Pepeu Gomes.

Em março deste ano ele fez a última postagem no Instagram falando sobre a quarentena que o mundo vive por causa da Covid-19.

 

 

 

Fotos da carreira

 

 

Capada divulgação do livro “Poeta Não Tem Idade”, — Foto: Divulgação

 

Moraes Moreira foi homenageado no programa Som Brasil em 2009 — Foto: TV Globo / Zé Paulo Cardeal

 

Pepeu Gomes e Moraes Moreira nas gravações da novela ‘Tieta’ (1989), da TV Globo — Foto: Acervo TV Globo

 

Davi Moraes e Moraes Moreira tocam durante programa Som Brasil em 2009 — Foto: TV Globo / Zé Paulo Cardeal

 

*As informações são do  Portal G1 Bahia

 

500 mil kits, num total de 5 milhões de testes rápidos para coronavírus chegam ao Brasil

O primeiro lote com 500 mil kits de teste rápido para o coronavírus (Sars-CoV-2) chegou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos nesta segunda-feira (30). Mais 4,5 milhões de unidades restantes serão entregues ao longo do mês de abril, de acordo com a Vale, que adquiriu os kits e os doará ao governo brasileiro, que cuidará da sua logística de distribuição no país.

O teste, produzido pela empresa chinesa Wondfo, possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e permite ter um resultado em apenas 15 minutos.

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Os kits foram transportados em 417 caixas, somando 6,3 toneladas, e embarcados no Aeroporto Internacional de Guangzhou Baiyun, na província chinesa de Guangdong, na madrugada de domingo (29).

A Vale também está comprando de fornecedores chineses equipamentos de proteção individual, como óculos, luvas e máscaras, para médicos e enfermeiros. O material também será encaminhado ao governo brasileiro. O valor do investimento não foi informado.

“A Vale oferece essa ajuda à sociedade brasileira em um momento em que o país se une pela saúde e segurança das pessoas. Estamos lançando mão da nossa rede de logística na Ásia para trazer ao Brasil insumos que poderão fazer a diferença na vida das pessoas”, afirmou, em nota, o presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo.

Chega ao Brasil primeiro lote de kits de teste rápido para novo coronavírus — Foto: Vale/Divulgação

Outras grandes empresas brasileiras têm anunciado doações para ajudar no combate ao coronavírus. Entre as companhias e grupos que já se ofereceram recursos em espécie ou em insumos ou infraestrutura estão Itaú, Gerdau, Ambev, Lojas Renner, Petrobras, Vale, MRV, Diageo, Marfrig, Unilever, PSA Peugeot Citroën, General Motors, Volkswagen e Moura.

As informações são do Portal G1.

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