O DIA EM QUE VAIARAM A VITÓRIA DE CHICO BUARQUE: A MÚSICA DE RESISTÊNCIA DE VANDRÉ E O FESTIVAL INTERNACIONAL DA CANÇÃO

O DIA EM QUE VAIARAM A VITÓRIA DE CHICO BUARQUE: A MÚSICA DE RESISTÊNCIA DE VANDRÉ E O FESTIVAL INTERNACIONAL DA CANÇÃO

O Maracanãzinho é preenchido de palmas. “Olha, sabe o que eu acho? Eu acho uma coisa só a mais: Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque de Holanda merecem o nosso respeito! – o público vai à loucura, as palmas se intensificam – A nossa função é fazer canções… a função de julgar, nesse instante, é do júri que ali está – as palmas se convertem à uma onda de vaias direcionadas ao júri – Por favor… – tentando conter as vaias e continuar – Tem mais uma coisa só: pra vocês que continuam pensando que me apoiam vaiando – começam os gritos “É marmelada! É marmelada!” – Gente! Gente, por favor! Olha, tem uma coisa só: A vida não se resume em festivais!“.

GERALDO VANDRÉ FESTIVAL 1967 CENSURA PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES CAFÉ COM POEMAS

Geraldo Vandré no Festival (Reprodução)

É assim que começa a apresentação final de Geraldo Vandré que, com apenas dois acordes, levanta o estádio com seu sucesso “Pra não dizer que não falei das flores”, famoso pelo apelido “Caminhando e Cantando”, ou a “marsellesa brasileira”. Neste momento, Vandré entrou para a História da Música Brasileira.

O momento em questão é o famoso Festival Internacional da Canção de 1968, realizado no Rio de Janeiro, como de costume, premiando as melhores canções da Música Popular Brasileira. Geraldo Vandré e Chico Buarque já eram conhecidos nesses eventos. Vandré se tornou famoso por um desses festivais, em 1966, quando enviou sua música Disparada, na voz de Jair Rodrigues. Chico era a personalidade do momento.

Em 1968, foram para a final duas músicas desses autores: Chico Buarque, associado com Tom Jobim, considerado o melhor músico na época, traz Sabiá, música  apresentada por Cynara e Cybele e que faz alusão à Canção do Exílio de Gonçalves Dias e fala da terra-arrasada e do exílio na ditadura, mas de maneira branda; enquanto isso, Vandré traz sua poesia musicada “Caminhando e Cantando“, que escreveu em um encontro com Hermeto Pascoal, numa clara convocação do povo contra as autoridades que querem mandar e, por isso, contra a ditadura.

Buarque, Jobim, Cynara e Cybele

Buarque, Jobim, Cynara e Cybele (reprodução)

Durante o Festival, ficou claro que a música de Vandré era a favorita. As universidades, as fábricas e as ruas cantavam sua letra e a declaravam hino de sua resistência, marcada pela resistência e pela poesia. Vandré, cada vez mais, era visto como principal artista subversivo pelo regime.

Uma das estrofes de sua música foi lida como afronta direta ao governo (e os grupos de poder que o formava): “Há soldados armados, amados ou não. Quase todos perdidos, de armas na mão. Nos quartéis lhes ensinam a antiga lição: de morrer pela pátria e viver sem razão”. A música de Vandré começa a ser associada à luta pela resistência pela maior parte da sociedade, por mais que Vandré diga que a interpretação dela, por mais que não esteja errada, não é tão simples assim.

No dia 29 de setembro daquele ano, foi consagrada a final do FIC. Porém, antes da conclusão final do júri, dois militares ligados ao policiamento político intervêm na discussão e coloca de maneira clara que Geraldo Vandré não poderia vencer o Festival com aquela música subversiva e claramente política. O clima na época era tenso, às vésperas do decreto que impõe o AI5, e o júri se submeteu à vontade dos interventores.

Na hora de declarar o vencedor da final, o clima era de animação e euforia. Quando o júri declara vencedora a Sabiá de Buarque e Jobim, o estádio volta a se encher de gritos de indignação e confusão. Imediatamente, o público começa a vaiar o júri, Chico, Tom e os policias presentes no recinto. Vandré, já entendido da situação, caminha até o palco, senta no banco, ajeita o microfone e bota o violão no colo. Ele não via sentido nas vaias, declarava que sua música não falava de política, mas sim de amor. Afinal, política se fazia com as mãos, não com a voz.

Geraldo hoje, após renegar seu legado como "Vandré" e Joan Baez (Reprodução) café com poemas

Geraldo hoje, após renegar seu legado como “Vandré” e Joan Baez (Reprodução)

Após acalmar o público com o discurso que marcou a história dos festivais de música, Vandré começa a cantarolar a introdução de sua mais famosa música. As vaias desorganizadas logo se tornam um coro que acompanha a melódica voz do paraibano, que começava “Caminhando e Cantando e seguindo a canção….

Meses depois, o AI5 é decretado. Vandré, contra a própria vontade, sai do Brasil pelo Uruguai e só voltará em 1973, completamente abalado pelo afastamento do país ao qual era tão apegado. Sua música, mais do que o próprio homem, ainda é lembrada pelas pessoas nas ruas. Sua melodia, simples e arquitetada, ainda faz parte do imaginário brasileiro quando se trata de canções de resistência e MPB. E, até hoje, seu ensinamento se faz presente: a vida não se resume em festivais.

Ouça o áudio desse dia marcante:

Fonte: AVENTURAS NA HISTÓRIA 

 

Morre Paulo Bonavides, jurista brasileiro e professor emérito da UFC

O jurista brasileiro e professor emérito da Universidade Federal do Ceará (UFC), Paulo Bonavides, morreu aos 95 anos, nesta sexta-feira, 30. Ainda não se sabe a causa da morte. O anúncio foi feito pelo atual reitor da universidade, Cândido Alburquerque, que lamentou a morte do colega. “O mundo perdeu o seu maior constitucionalista! A Universidade Federal do Ceará está de luto! Com muito pesar cumpro o dever de comunicar o falecimento do Prof. Paulo Bonavides”, escreveu Albuquerque no Facebook.

Paulo Bonavides nasceu em 10 de maio de 1925, em Patos, na Paraíba. Filho de Fenelon Bonavides e Hermínia Bonavides, foi casado com Yeda Satyro Benevides e deixa sete filhos: Paulo, Márcio, Clóvis, Vera, Gláucia, Doralice e Amarília.

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História

Paulo Bonavides é um destacado jurista brasileiro, lecionando por três décadas na Universidade Federal do Ceará, onde era professor emérito desde 1991. Um dos constitucionalistas mais respeitados do País, é autor de (dentre várias outras obras) Ciência Política e Curso de Direito Constitucional, duas das doutrinas mais tradicionais do pensamento jurídico brasileiro. Iniciou seus estudos jurídicos, em 1943, na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, onde bacharelou-se em 1948. Durante a graduação, cursou também a Harvard University, entre 1944 e 1945.

Sua influência no pensamento jurídico nacional e internacional o levou a inúmeras condecorações, sendo Doutor honoris causa pela Universidade de Lisboa, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidad Nacional de Córdoba, Universidad Inca Garcilaso de la Vega e Universidade de Fortaleza. Também é comendador das maiores honras jurídicas do cenário nacional, a Medalha Rui Barbosa da Ordem dos Advogados do Brasil e a Medalha Teixeira de Freitas do Instituto dos Advogados Brasileiros, além de várias outras, como o Grande-Colar do Mérito do Tribunal de Contas da União, a Medalha da Abolição do Governo do Estado do Ceará, a Medalha Clóvis Beviláqua doTribunal de Justiça do Estado do Ceará etc.

Sobre a obra de Paulo Bonavides, existem várias fontes a serem consultadas, destacando-se a sua biografia: “Paulo Bonavides”, escrita por Antônio Carlos Klein (Fortaleza, Edições Demócrito Rocha, 2003); e a tese do professor Dimas Macedo: ‘”El Pensamiento Político de Paulo Bonavides”‘ (México: Universidade de Puebla, 2010), publicada no Brasil pela Editora Malheiros, de São Paulo, com o titulo: “Estado de Direito e Constituição – O Pensamento de Paulo Bonavides”. As informações sobre a biografia de Bonavides são do site especializado Jusbrasil.

Fonte:  Jornal Opovo

Projeto Cartas e Depoimentos abre novas inscrições. Veja como participar!

Em meio ao século XXI, com a tecnologia cada vez mais avançada e com tantas formas de comunicação como: SMS, WHATSAPP, CHAT, FACEBOOK, E-MAIL etc., as velhas práticas de troca de correspondência via CORREIOS acabam sendo quase que um procedimento do passado. Mas, quem já viveu essa experiência de receber ou escrever uma CARTA ou um BILHETINHO a alguém, independente do assunto abordado, jamais esqueceu essa magia.

Imagine acordar de manhã, verificar a CAIXA DE CORREIOS antes de tomar o café e descobrir que alguém se lembrou de você, enviando-lhe uma cartinha repleta de palavras carinhosas!

Pois é. Depois do sucesso em 2013, com o livro “Tens Algo para Mim?” e de “Entrelinhas e Reticências” em 2014, com edições atualizadas (Disponíveis no site da editora NS Publicações), o Projeto Cartas e Depoimentos retorna, agora com o tema: “Quando o mundo acabou em 2020 – Cartas e Depoimentos na Quarentena”.

O objetivo é reunir um material: Depoimentos Pessoais, Experiências, Impressões, relatos do dia a dia, em forma de Cartas ou Depoimentos (em textos escritos) sobre este momento que estamos enfrentando.

O projeto funciona da seguinte maneira: em um primeiro momento, o participante deverá encaminhar (no ato da inscrição) um depoimento (não se trata de biografia) e deverá, de maneira sucinta, falar um pouco de si, seus gostos, suas preferências, seu estilo de vida, seus sonhos, experiências, fantasias  e o desejo de conhecer pessoas através das cartas. Esse depoimento será publicado em um grupo privado no Facebook (item 1. IV do edital abaixo), composto apenas pelos participantes do projeto e será usado como troca de informação e interação social.

Depois, cada um, vai escrever quantas cartas quiser, porém, diferente de outras edições, o envio será apenas entre os participantes e por e-mail. Será necessário que o PARTICIPANTE encaminhe também, além do destinatário, uma cópia para o e-mail: projetocartasedepoimentos@gmail.com para que a mesma fique registrada junto ao projeto e possamos publicá-la no site ou na coletânea (livro).

Este projeto conta com o apoio da editora Novos Sabores – Publicações, Movimento Cultivista e Café com Poemas. 

Confira abaixo, como participar:

 

Fonte: Projeto Cartas e Depoimentos

Chegamos a 20 mil curtidas no facebook!

Hoje, dia 20 de outubro (dia do poeta) chegamos ao número de 20 mil curtidas na página do Café com Poemas e mais de Um milhão e quinhentos de engajamento – só este mês.  Em junho, deste ano, Chegamos a 10 mil. 

O nosso projeto conta com a plataforma de publicações que envolve, perfil no instagram, página no Facebook e o site. Além de editoração de livros, projetos particulares e sociais como o Movimento Cultivista Brasileiro (presente em algumas cidades na Bahia e em outros estados), Projetos Cartas e Depoimentos, que em breve, estaremos lançando uma nova edição, entre outros.    

É uma comemoração em dose dupla, primeiro porque, o motivo de todo esse sucesso é a poesia, o café, o poema! Café com Poemas é a mistura perfeita da cultura, dos cheiros, dos sabores, da efervescência (ebulitiva) do CAFÉ, com a sutileza da POESIA!

E, no dia do poeta, nada melhor do que comemorar com poesia (veja abaixo, uma homenagem minha ao dia do poeta). 

Estamos felizes por esse sucesso. Vinte mil é apenas o começo. Queremos mais, bem mais! Queremos que a poesia seja o centro do mundo, o ingrediente perfeito para suavisar estes tempos tão difíceis que estamos enfrentando. Como disse muito bem o poeta Vinícios de Moraes: “Só a poesia pode salvar o mundo de amanhã”.

É com essa sintonia que comemoramos mais este dia tão importante na vida de todos nós que escrevemos. Fico com Vínícius porque a poesia traduz os tempos e eterniza os poetas! Ainda bem que existem esses seres alados para nos fazerem lembrar de como é deliciosa essa vida, como vale a pena viver, acreditar, sonhar, apaixonar-se!

Parabéns, poetas! Parabéns Café com Poemas! Que venham mais e mais inspirações!

 

Leandro Flores

(Poeta, jornalista, editor do site e idealizador do Café com Poemas)

https://www.youtube.com/watch?v=hc-9JvjC-1c&t=2s

 

Celebramos o dia 20 de outubro, o Dia do Poeta

Hoje, a nossa homenagem vai para aqueles que nos traduzem em versos, sentimentos e inspirações.

Como disse o escritor argentino Jorge Luis Borges,

> “A poesia é algo tão íntimo que não pode ser definida.”

Devemos, então, vivê-la, porque a poesia faz parte da essência e da beleza da própria vida.
E como bem afirmou Charles Chaplin,

> “A beleza existe em tudo – tanto no bem quanto no mal. Mas somente os artistas e poetas sabem encontrá-la.”
(O Pensamento Vivo de Chaplin, Editora Martin Claret, 1984.)

A poesia é isso: uma lente sensível que revela o que o olhar comum não enxerga.
Parabéns, poetas! A poesia é bela, mas invisível aos olhos normais — só o poeta consegue colhê-la e oferecê-la ao mundo.

 

 Vozes que inspiram a poesia

Celebrado em 20 de outubro, o Dia do Poeta foi instituído em memória ao Movimento Poético Nacional, surgido em 1976, na casa do jornalista, romancista, advogado e pintor Paulo Menotti Del Picchia. Desde então, a data se tornou símbolo da força criadora de quem transforma palavras em eternidade.

E é nessa celebração que o Movimento Cultivista Brasileiro homenageia todos os poetas — os que vieram antes e os que continuam escrevendo a história da literatura com sua sensibilidade e coragem.

Poemas que falam da própria poesia

> “A poesia é a confissão do sentimento, é a alma vestida de palavras.”
— Castro Alves (1847–1871), o “Poeta dos Escravos”, conhecido por sua força lírica e engajamento na causa abolicionista.

 

> “O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.”
— Fernando Pessoa (1888–1935), um dos maiores nomes da língua portuguesa, cuja pluralidade de heterônimos expandiu as fronteiras da literatura mundial.

 

> “A poesia é incomunicável.
Fique torto no seu canto.
Não ame.”
— Carlos Drummond de Andrade (1902–1987), mestre da introspecção poética e das ironias da existência humana.

 

> “A poesia é a música das palavras.”
— Voltaire (1694–1778), filósofo e escritor francês, que via na arte uma forma de iluminar consciências.

 

> SER POETA…
Ser poeta é traduzir em palavras
O que sente, às vezes sem sentir.
É viver a dor de alguém
Em um instante que nem sempre dói em si.
O poeta fala tanto de amor que esquece de se apaixonar.
Traduz os sentimentos com tal veracidade
Que acredita realmente amar.
Ser poeta é viver duas vezes,
Uma para morrer, outra para se eternizar.
— Leandro Flores, poeta, jornalista e ativista cultural brasileiro, autor de Sorriso de Pedra – A Outra Face de um Poeta, reconhecido como um dos poetas mais citados e reproduzidos da internet.

 

Homenagem Cultivista

Neste 20 de outubro, o Movimento Cultivista Brasileiro presta tributo a todos os poetas — os que plantam versos, cultivam emoções e espalham beleza pelo mundo.
Porque ser poeta é mais do que escrever: é viver poeticamente, mesmo em meio ao caos.

 Viva os poetas! Viva a poesia! Viva o Movimento Cultivista!

Fonte: Editora NS Publicações

A que geração você pertence? Baby Boomer, X, Y ou Z? Entenda onde você se encaixa

Os jovens sempre foram apontados como rebeldes. Questionadores por natureza, sempre buscam mudar de comportamento em relação às gerações anteriores. Para compreender e explicar as linhas traçadas pelos jovens e pelas gerações anteriores no Brasil, a revista Consumidor Moderno, em parceria com a REDS e com o Centro de Inteligência Padrão (CIP), desenvolveu o estudo Comportamento do Consumidor Brasileiro, exclusivo no mercado, para mapear o perfil de cada geração.

Em uma série de reportagens, apresentaremos o estudo Comportamento do Consumidor Brasileiro, realizado pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) e pela REDS, que traz hipóteses e dados sobre as gerações no Brasil.

Classificar períodos da vida dos indivíduos – dentro do Brasil ou fora dele – não é uma tarefa fácil. Porém, existe um consenso mundial a respeito da existência de quatro gerações: Baby BoomersXY (ou Millennials) e Z.

Um insight visionário

Apesar do consenso na classificação, Roberto Meir, publisher da revista Consumidor Moderno e presidente do Grupo Padrão, levantou a hipótese de que a geração Y brasileira tem uma defasagem de alguns anos em relação à americana. Essa tese se materializou neste estudo.“Isso muda tudo, porque não é possível categorizar hábitos de consumo de americanos e brasileiros da mesma forma. Isso se deve aos aspectos da conjuntura social, política, econômica, cultural e tecnológica do país”, aponta Meir.

A partir de profundas análises e cruzamentos dos resultados da pesquisa realizada pela REDS e CIP, foi possível obter a possibilidade de uma nova classificação de gerações para a população brasileira. Assim, supomos que existe uma diferença de cinco anos entre o início e o final da geração Y brasileira em comparação com a geração Y americana.

qual geração você pertence café com Poemas 2

Foto: Divulgação

Transição

Outra inovação trazida pelo estudo é o período de transição entre as gerações. Aqueles que nasceram nos anos de cruzamento carregam aspectos comportamentais e de interação com a tecnologia similares às duas gerações entre as quais transitam. Como é possível verificar a partir das datas de transição, os períodos em questão são cada vez menores. “Verificamos uma diminuição constante no período de cada geração e das gerações de transição. As mais jovens tendem a ser cada vez mais curtas. E isso se deve à velocidade com que têm ocorrido as mudanças tecnológicas e sociais no mundo atual”, esclarece Aline Tobal, gerente do Centro de Inteligência Padrão (CIP).

Grupos de transição das gerações
Geração BBX (1958-1964)
Grupo de transição entre Baby Boomers e X
Geração XY (1976-1984)
Grupo de transição entre a geração X e Y
Geração YZ (1995-1999)
Grupo de transição entre a geração Y e Z

Classificação americana das gerações
Baby Boomers – 1945 – 1964
Geração X – 1965 – 1979
Geração Y – 1980 – 1994
Geração Z – 1995 – Atual

Classificação brasileira das gerações
Baby Boomers – 1945 – 1964
Geração X – 1965 – 1984
Geração Y – 1985 – 1999
Geração Z – 2000 – Atual

Pais e filhos

A análise das gerações é feita de acordo com o uso das tecnologias pelos indivíduos e das relações entre elas e os consumidores. Os aspectos comportamentais, naturalmente, não ficam para trás e também são fundamentais. O perfil comportamental de pessoas nascidas no mesmo período, no entanto, é o que determina uma geração.

Segundo Roberto Meir, ao analisar as gerações mais antigas, o que se vê é uma infância repleta de brincadeiras de crianças fora de casa. “Quando os garotos e garotas dessa geração se tornaram pais e mães, perceberam que a violência havia aumentado e não quiseram que os filhos tivessem a mesma rotina. Decidiram investir em segurança: criaram um quarto com TV e computador, notebook para o filho não sair”, diz o Publisher.

A tentativa dos pais, porém, foi frustrada. Os filhos saíram de casa virtualmente porque, pela internet, era possível acessar o mundo. Desse jeito se fez a tão complexa relação entre gerações de pais e filhos – e assim nasceu a tão conectada geração mais jovem.

Comportamento geracional

De acordo com o estudo, para 64,7% dos jovens que possuem até 15 anos de idade – nascidos a partir de 2000 – o primeiro contato com a internet aconteceu até os 11 anos de idade. Para 77,9% daqueles que possuem entre 16 e 30 anos o primeiro contato com a internet aconteceu entre 6 e 15 anos de idade.

“A geração Y, no Brasil, começa quase 10 anos antes do real”, explica Aline. “O que notamos é que a essa geração foi influenciada por uma série de transformações tecnológicas e sociais que ocorreram no Brasil e no mundo. Por exemplo, eles possuem mais flexibilidade em aceitar as diferenças. O fato de terem nascido em um período de transformações políticas influencia seu comportamento”, diz.

A geração Z, por sua vez, começa em 2000. “Com as políticas de inclusão digital, as pessoas nascidas após esse período têm maior facilidade de acesso à internet”, aponta a gerente do CIP. “Ao compararmos essa geração com aqueles que nasceram em 1990, vemos bastante diferença em relação ao uso da tecnologia”. Ou seja, a geração Z se mostra muito mais conectada com maior facilidade em interagir com qualquer dispositivo eletrônico.

Estudo

Para chegar ao resultado, dois mil consumidores, com idade entre 15 e 70 anos, foram entrevistados. A pesquisa, realizada entre outubro e novembro de 2015, aconteceu em todas as regiões do Brasil. Assim, analisa indivíduos das gerações baby boomer, X, Y e Z.

 

 

As informações são do site Consumidor Moderno

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Brasil 2020: 30 linhas insustentáveis

 

 

Desfecho

Se fecho os olhos

Não consigo falar de poesia

Eis a sagacidade do Brasil 2020

Temas e horrores hasteiam a bandeira

Não do nosso Bandeira, mas do bando de lá

Que massacra o Brasil, seus povos originários

Sem origem das maldades que fazem rios sangrar

Sangues de índias, mulheres, mulatas, negras, pobres, elegebetês…

Tudo isso para quê? Sei lá! Vai nas urnas analisar.

 

 

No Nordeste, além de peste, inundaram de óleo o mar

Anestesiada em pesadelo, me olho no espelho

Torno a filosofar: quem dera, fosse Brasil 2015

E eu acordasse de uma vez

Vendo a Democracia caminhar

Aí, meu Deus!

Mas ela em vertigem quase caiu

Derrubando o Brasil que estávamos a embalar

Lá, tudo lá, na casa que devia ser do povo

Servil, civil, bancadas da bíblia, da bala, mas que ele nem pode pisar.

 

Tenho assistido queimarem livros e até o “pulmão do Brasil” (P.Q.P!)

Sou brasileira nata, não mato a mata

Sou da nata correlata que também querem matar

Não sou de brincadeira, poeta marginal, guerreira

Escrevendo mais um grito universal

Das vozes resistentes a relutar

Neste horizonte que em silêncio ecoa

Ecologicamente insustentável

Dessa política ‘biodesagradável’

Escorrendo nos ralos sem rimar…

 

 

Celeste Maria Farias

celestefarias@ymail.com

(Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 08 de fevereiro de 2020)

Um pouco sobre mim: celeste maria farias de souza dias.

Psicopedagoga. Escritora. Poeta. Foi Conselheira representante da sociedade civil no Conselho Municipal de Políticas Culturais de Belo Horizonte – COMUC (Gestão 2018-2020), no setorial de “Literatura, Livro e Leitura”. Fundadora e Coordenadora do Fórum Municipal de Literatura, Livro e Leitura de Belo Horizonte. Participou do GT Lei COMUC. Participa do Comitê de Acompanhamento da Lei Aldir Blanc em BH.

Agente Cultural (UFBA/2017). É baiana, de Salvador, mora em Belo Horizonte desde 2011 e desde 2012 participa dos Saraus da Lagoa do Nado; local onde já organizou, juntamente com outros poetas/escritores, diversas atividades na área da literatura, cultura tradicional, dança, patrimônio imaterial…; em outubro de 2013 realizou a Escala Cultural Bahia Minas (10 dias de eventos em Centros Culturais e Praças de BH com artistas/escritores/jornalistas baianos e mineiros).

É educadora, palestrante, poeta e editora de livros. Doutora Honoris Causa em Letras pela Reitoria Acadêmica do Seminário Teológico Bonhoeffer – BOU- Bonhoeffer Open University; Bacharel em Teologia metodista pela FATEH – Faculdade de Teologia Hokemãh; Licencianda em Filosofia na FAJE – Faculdade de Filosofia e Teologia; Pós-graduada em Psicopedagogia Institucional na Faculdade Educacional da Lapa – FAEL (2020); Especialista em Língua Portuguesa e Literatura pela Faculdade de Tecnologia de Palmas – FTP (2016).

Acadêmica Literária da ANELCA/MG; Autora dos livros “Inanna Salomé – Poesias e Mistérios” 2013 – Cogito Editora e “No divã da consciência” 2015 – Agilite Publicações e Interatividade; Participa de mais de 20 Antologias; É organizadora das Antologias “Tens Algo Para Mim?”, “Entrelinhas e Reticências…” “Café com Poemas I”, “Anelca em prosa e versos – Volume XI”; Ganhou diversos prêmios e honrarias.

Membra da Seccional CAPPAZ em Belo Horizonte; Conselheira Estadual MG/Brasil do Movimento União Cultural; Foi Diretora de Relações Públicas e Marketing da Academia Nevense de Letras, Ciências e Artes – ANELCA/MG; é Coordenadora de Projetos do Movimento Cultivista Café com Poemas; Gestora Literária e Coordenadora Geral do Projeto Cartas e Depoimentos; Diretora Executiva da Ordem Federativa de Honrarias ao Mérito; Gestora Literária e Diretora Executiva da Agilite Publicações e Interatividade (desde 2014).

O Movimento Cultivista Café com Poemas, no qual é coordenadora em Minas Gerais e também é cofundadora com o Jornalista e Poeta, Leandro Flores, traz em seu Manifesto ao Cultivismo, lançado em 2015, quatros pilares de sustentação: a arte, a cultura, a educação e a filosofia; O Café com Poemas foi iniciado em novembro de 2013 na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

O Movimento tem representantes atuantes em várias partes do país, permitindo que Celeste transite por diversas áreas, valorizando assim, as multiculturas e os patrimônios imateriais desse nosso Brasil.

http://lattes.cnpq.br/9944350871909369

SNIIC Nº: AG-72478
http://mapas.cultura.gov.br/agente/72478/

Empreeendedora (MEI desde 14 de agosto de 2014).
Editora Executiva/Revisora|Psicopedagoga|Poeta|Escritora
Associada Individual | ABED
Associação Brasileira de Educação à Distância

A descoberta sobre o ‘ponto fraco’ do coronavírus

A física mexicana Mónica Olvera, que pesquisa a ciência dos materiais, decidiu, após um caso grave de Covid-19 na família, pesquisar uma maneira de neutralizar o vírus no corpo humano.

“Não tenho nada a ver com medicina. Mas quando vimos esse problema tão forte, entramos em ação”, afirmou a cientista à BBC News Mundo.

Mónica e sua equipe trabalham na Northwestern University, nos Estados Unidos, e encaram o vírus da perspectiva física, além de afirmarem terem encontrado um ponto fraco no micro-organismo responsável pelo novo coronavírus.

A cientista afirma que sua ideia é bloquear o coronavírus antes que ele invada uma célula do corpo humano. Para isso, ela usaria um polímetro (uma espécie de molécula), que está sendo desenvolvida, para agir na energia de atração entre a superfície do vírus e das células do sistema.

“Percebemos que se modificássemos as cargas do novo coronavírus, a atração com o receptor diminuiria muito”, justificou a mexicana.

Com a pesquisa, o grupo conseguiu reduzir em 30% a capacidade do vírus de se conectar com as células. O polímero deve demorar mais três meses para ficar pronto e, a partir daí, será preciso encontrar uma forma de administrá-lo — aerossol é uma das possibilidades.

 

*Informações BBC News

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Antônio Santana – Pai!

Aquele que cuida, ama e protege a sua família.
Aquele que administra a casa junto com sua esposa,
Aquele que luta dia após dia para buscar o pão para seus filhos.
Pai aquele que ama sem medir esforços
Aquele que por amor aos filhos trabalha
Incansavelmente para dar-lhes o melhor
Pai aquele que sofre junto e sorri junto
Nos melhores e piores momentos da vida de um filho.
Pai que para o filho não tem preço,
Que reconhece no seu pai o valor de um homem batalhador,
Trabalhador, lutador, parceiro e guerreiro.
PAI que a exemplo de Jesus Cristo,
Não abandonou os seus discípulos,
Nem mesmo quando caíram na fé.
Que seja um pai herói na virtude e na atitude,
De como um filho deve prevalecer.
Na família, na sociedade e no mundo que nos cerca.
PAI palavra de ordem
E de respeito profundo que tantos homens
Não conseguem alcançar.
Então, digamos no dia de hoje:
Meu querido pai, meu papai, meu papaizinho,
Meu paizão e o nosso Grande Pai.
Na sua infinita Misericórdia,
Ele que é o nosso Deus todo Poderoso.

Que Deus abençoe todos os pais!

FELIZ DIA DOS PAIS!

UM GRANDE ABRAÇO!

ANTÔNIO SANTANA,
Escritor e poeta.
Condeúba – Bahia.