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Professor dá resposta perfeita a alunos que perguntaram se ele é gay

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O caso aconteceu em 2016.

Vitor Fernandes, professor do Rio de Janeiro, teve sua orientação sexual questionada por uma aluna em sala de aula. A jovem estava curiosa para saber se ele era gay.

A resposta poderia ser um “sim” ou “não”, mas o professor resolveu ir além e usou a sua página do Facebook para abordar o assunto.

A partir do questionamento inicial da aluna, Vitor Fernandes resolveu estimular os outros estudantes perguntando os motivos que os levavam a questionar a sua orientação sexual — eles também estavam curiosos. Tudo em uma conversa clara, aberta, e sem ofensas.

Dessa forma, o professor agarrou a oportunidade e aproveitou a aula para debater os estereótipos associados ao que é “ser homem heterossexual”.

Foi então que os alunos apontaram alguns comportamentos que acreditam mostrar a orientação sexual de uma pessoa. Imediatamente, o professor foi listando no quadro da sala de aula.

No mês passado, Vitor relatou em sua rede social o ocorrido. A postagem já acumulou 95 mil curtidas. Veja abaixo:

Professor, o senhor é gay?

Já ouvi essa frase algumas vezes. Uma vez por ano ao menos algum aluno pergunta. Na verdade, geralmente alunas. Como já ouvi várias vezes e sempre me intriguei com o porquê da pergunta e, hoje, a pergunta veio de uma aluna de uma turma de 1º ano no meu CIEP, em Inhoaíba, resolvi usar Paulo Freire e partir do concreto para o abstrato.

Parei a aula e mudei o tema para “gênero e sexualidade” (estudávamos antropologia, então é pertinente). Usei a pergunta da aluna e a mim mesmo como exemplo.

Perguntei a ela o que a levou a fazer a pergunta. Qual era o motivo da suspeição da minha homossexualidade? A aluna não quis responder, com medo de uma reação negativa ou até agressiva minha, como é bastante comum na sociedade. Insisti e ela começou a falar. Daí todos os alunos se interessaram muito e começaram a falar também os motivos de suas suspeitas.

Resolvi, para ser didático, anotar no quadro os motivos para debater um a um.

Os motivos, que para eles são características da homossexualidade que eu tenho, foram os seguintes:

– Uma aluna me deu mole e eu não “peguei”.

– Coloco às vezes a mão na cintura

– Gestos e fala característico de homossexual (segundo dois garotos apenas)

– Não fala de relacionamentos, namorada, nem da vida pessoal, o que fez no fim de semana, etc. E outros profs falam…

– Sou professor novo, moderno, simpático. Isso n é característica masculina.

– Tem outros alunos comentam que eu sou gay

– Sou vaidoso, me cuido esteticamente.

– Quando os alunos me perguntaram se eu era gay, não neguei agressivamente, mas debati o assunto. Só no final disse que não era. Não provei que era hétero mostrando fotos minha com alguma namorada, etc

– Não sou machista

– Tenho 30 anos, não casei e não tenho filhos. Todas as pessoas de trinta anos que eles conhecem já casaram e tiveram filhos. Só gays chegam aos 30 sem casar.

– Tenho amigos gays.

Sim, a lista foi longa (rs) e os instiguei a falar tudo.

Não é difícil deduzir que os pressupostos (anotados no quadro tb) dessas falas são:

– Homem que é homem, pega aluna, não rejeita mulher.

– Homem que é homem não coloca a mão na cintura.

– Homem que é homem fala das mulheres que “pega”, “prova” que é homem através de fotos com mulheres.

– Professor hétero não é simpático. Simpatia não é característica masculina.

– Homem que é homem não é vaidoso.

– Homem que é homem nega com veemência a homossexualidade, como se fosse um crime. E é obvio que homem de verdade não debate esses assuntos, muito menos usando a si mesmo como exemplo.

– Homem que é homem é machista.

Obs.: como eu queria as feministas “linha dura” que me acham O escroto machista lá naquela sala pra debater isso com eles. rsrs

– Homem de verdade casa antes dos 30 e tem filhos antes disso.

Talvez você se pergunte o porque eu não neguei com veemência e encerrei o assunto? Por que debati algo pessoal com adolescentes de 15 anos em média?

Primeiro: qual o problema em ser gay? Porque negar isso com veemência? É crime? Imoral? Não. Ser gay ou hétero para mim é como ser flamenguista ou botafoguense. Não tem nada de bom ou ruim em nenhum dos dois.

Segundo: Acho que foi a melhor das oportunidades de debater um assunto tão delicado e proporcionar o acesso à uma outra visão de mundo aos alunos.

Não. Não sou gay rs e fiquei impressionado com a visão estreita de gênero e sexualidade de adolescentes me pleno 2016, tão limitada e machista. E fiquei imaginando a feroz repressão que os homossexuais sofrem no dia-a-dia.

Por outro lado é compreensível os alunos terem essas concepções na cultura onde estão inseridos.

Como assim vc tem 30 anos e não casou se as meninas têm filhos aos 15 às vezes? rs

Como assim vc não pega aluna que te dá mole? Só pode ser viado rs

Eu resolveria facilmente o “problema” mostrando foto com alguma mulher com que fiquei, mas porque eu me preocuparia em provar a heterossexualidade como quem prova a inocência. Por que usaria uma mulher como prova de algo?

Pode parecer engraçado para muita gente ler isso, e pra mim foi. Muito, rs. Mas para eles não. É o que pensam mesmo. Parece anos 1940, mas é 2016…

Imaginem se o projeto “escola sem partido” continua avançando como está. Voltaremos às trevas em pouco tempo.

Precisamos debater gênero e sexualidade nas escolas, mais do que nunca!

O machismo é opressor com os homens também, se liguem nisso!

Obs.: Hoje fui trabalhar com uma camisa rosa. Aí ferrou… rs

 

*com informações do jornal O Tempo e do site o Pragmatismo Político

Confira a seguir, a postagem original:

 

Inscrições para o Projeto Cartas e Depoimentos 2020 são adiadas

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Você que ainda não se inscreveu no projeto Cartas e Depoimentos 2020 essa é a sua última oportunidade. As inscrições foram prorrogadas para o dia 05 de janeiro de 2021. No primeiro edital, a data limite para realização das inscrições era até o dia 22/12/2020.

Para o idealizador e coordenador do projeto Leandro Flores, o adiamento do prazo é para possibilitar que mais pessoas participem e que as experiências de natal e ano novo (em quarentena) possam ser traduzidas em cartas e inspirações.

Está sendo muito bom poder usar as palavras para traduzir o nosso estado de espírito em tempos tão difíceis como estes que estamos vivendo.  Poder falar de várias coisas, nos conhecer através das cartas, soltar a imaginação com os personagens é como se fosse uma válvula de escape para poder fugir da realidade tenebrosa que estamos vivendo. É uma experiência marcante.

Leandro diz ainda que após o encerramento das inscrições o participante inscrito ainda poderá enviar e receber as cartas. Mas que, independente da seleção  das cartas que comporão a coletânea, nada impede que o projeto continue e que as pessoas possam trocar cartas entre si em datas futuras, sem compromissos com publicações.

Se a pessoa escreveu, durante a participação no projeto, vamos supor… 50 cartas, isso não significa que todas elas irão fazer parte da coletânea (impressa). Vai depender de quantas páginas ele ou ela irá escolher participar.  Essa troca de correspondência no projeto é gratuita e o ideal é que todos escrevam o máximo de cartas possíveis.

O projeto funciona da seguinte maneira: em um primeiro momento, o participante deverá encaminhar (no ato da inscrição) um depoimento (não se trata de biografia) e deverá, de maneira sucinta, falar um pouco de si, seus gostos, suas preferências, seu estilo de vida, seus sonhos, experiências, fantasias  e o desejo de conhecer pessoas através das cartas. Esse depoimento será publicado em um grupo privado no Facebook (item 1. IV do edital abaixo), composto apenas pelos participantes do projeto e será usado como troca de informação e interação social.

Depois, cada um, vai escrever quantas cartas quiser, porém, diferente de outras edições, o envio será apenas entre os participantes e por e-mail. Será necessário que o PARTICIPANTE encaminhe também, além do destinatário, uma cópia para o e-mail: projetocartasedepoimentos@gmail.com para que a mesma fique registrada junto ao projeto e possamos publicá-la no site ou na coletânea (livro).

O objetivo é reunir um material: Depoimentos Pessoais, Experiências, Impressões, relatos do dia a dia, em forma de Cartas ou Depoimentos (em textos escritos) sobre este momento que estamos enfrentando.

O Projeto teve início em 2013, com o livro “Tens Algo para Mim?” e de “Entrelinhas e Reticências” em 2014, com edições atualizadas (Disponíveis no site da editora NS Publicações), agora em 2020, o tema é “Quando o mundo acabou em 2020 – Cartas e Depoimentos na Quarentena”, porém, o participante poderá também escrever sobre outros assuntos, como o amor, amizade, fantasia (na construção de personagens), etc. Proibido conteúdos que violem direitos de terceiros ou incentivem a VIOLÊNCIA (qualquer que seja), a PEDOFILIA, o PRECONCEITO, o RACISMO ou provoquem discussões desnecessárias (ex. política, religiosa, ideológica, etc.).

As inscrições são gratuitas. 

Este projeto conta com o apoio da editora Novos Sabores – Publicações, Movimento Cultivista e Café com Poemas.

Confira abaixo, como participar:

 

O que o “Coronavírus” nos traz como lição em tempos de alienação social e reforço a estupidez

Eu acho que o universo tem sua maneira de restaurar as coisas para equilibra-las de acordo com suas próprias leis, quando elas são alteradas. Os tempos em que vivemos, cheios de paradoxos, alimentam o pensamento …

Numa época em que as mudanças climáticas atingem níveis preocupantes devido aos desastres naturais que estão ocorrendo, a China em primeiro lugar e muitos outros países depois são forçados a bloquear; a economia entra em colapso, mas a poluição diminui consideravelmente. A qualidade do ar que respiramos melhora, usamos máscaras, mas ainda respiramos …

Em um momento histórico em que certas políticas e ideologias discriminatórias estão surgindo em todo o mundo, aparece um vírus que nos faz experimentar que, num piscar de olhos, podemos nos tornar os discriminados, aqueles que não têm permissão para atravessar a fronteira, aqueles que transmitem doenças. Mesmo sendo branco, ocidental e com todos os tipos de luxos baratos que temos ao nosso alcance.

Em uma sociedade baseada na produtividade e no consumo, na qual todos passamos 14 horas por dia correndo, não sabemos muito bem para onde, sem descanso, sem pausa, de repente somos forçados a parar. Recolhidos em casa, dia após dia. Contando as horas de um período do qual perdemos o valor, se não for medido em algum tipo de remuneração ou em dinheiro. Ainda sabemos como usar nosso tempo sem uma finalidade específica?

No momento em que os pais, por motivos maiores, costumam delegar seus filhos a outras pessoas e instituições, o Coronavirus força as escolas a fecharem e nos obriga a buscar soluções alternativas, coloca os pais juntos aos seus filhos. Nos obriga a sermos família novamente.

Numa dimensão em que as relações interpessoais, a comunicação, a socialização, são realizadas no espaço virtual das redes sociais, dando-nos a falsa ilusão de proximidade, esse vírus nos tira a proximidade verdadeira e real: sem toques , beijos, abraços, tudo deve ser feito à distância, na frieza da falta de contato. Quanto de nós damos a esses gestos seu verdadeiro significado?

Numa fase social em que o pensamento sobre si mesmo se tornou a norma, esse vírus nos envia uma mensagem clara: a única maneira de sair disso é fazer ressurgir em nós a sensação de ajuda ao próximo, de pertencer a um coletivo, ser responsável e fazer parte de algo maior, que por sua vez, é responsável por nós. Co-responsabilidade: sentir que suas ações influenciam no destino das pessoas ao seu redor e que você também depende delas.

Vamos parar de procurar culpados ou nos perguntar por que isso aconteceu e começar a pensar sobre o que podemos aprender com tudo isso. Todos temos muito em que refletir e nos empenhar. Com o universo e suas leis, parece que a humanidade já está bastante endividada e que essa epidemia está chegando para nos explicar, a um preço caro.

Texto atribuido a psicóloga Francesca Morellimas.

(Cit. F. MORELLI, traduzido para o português)

Imagem: Pixabay 

Projeto Cartas e Depoimentos abre novas inscrições. Veja como participar!

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Em meio ao século XXI, com a tecnologia cada vez mais avançada e com tantas formas de comunicação como: SMS, WHATSAPP, CHAT, FACEBOOK, E-MAIL etc., as velhas práticas de troca de correspondência via CORREIOS acabam sendo quase que um procedimento do passado. Mas, quem já viveu essa experiência de receber ou escrever uma CARTA ou um BILHETINHO a alguém, independente do assunto abordado, jamais esqueceu essa magia.

Imagine acordar de manhã, verificar a CAIXA DE CORREIOS antes de tomar o café e descobrir que alguém se lembrou de você, enviando-lhe uma cartinha repleta de palavras carinhosas!

Pois é. Depois do sucesso em 2013, com o livro “Tens Algo para Mim?” e de “Entrelinhas e Reticências” em 2014, com edições atualizadas (Disponíveis no site da editora NS Publicações), o Projeto Cartas e Depoimentos retorna, agora com o tema: “Quando o mundo acabou em 2020 – Cartas e Depoimentos na Quarentena”.

O objetivo é reunir um material: Depoimentos Pessoais, Experiências, Impressões, relatos do dia a dia, em forma de Cartas ou Depoimentos (em textos escritos) sobre este momento que estamos enfrentando.

O projeto funciona da seguinte maneira: em um primeiro momento, o participante deverá encaminhar (no ato da inscrição) um depoimento (não se trata de biografia) e deverá, de maneira sucinta, falar um pouco de si, seus gostos, suas preferências, seu estilo de vida, seus sonhos, experiências, fantasias  e o desejo de conhecer pessoas através das cartas. Esse depoimento será publicado em um grupo privado no Facebook (item 1. IV do edital abaixo), composto apenas pelos participantes do projeto e será usado como troca de informação e interação social.

Depois, cada um, vai escrever quantas cartas quiser, porém, diferente de outras edições, o envio será apenas entre os participantes e por e-mail. Será necessário que o PARTICIPANTE encaminhe também, além do destinatário, uma cópia para o e-mail: projetocartasedepoimentos@gmail.com para que a mesma fique registrada junto ao projeto e possamos publicá-la no site ou na coletânea (livro).

Este projeto conta com o apoio da editora Novos Sabores – Publicações, Movimento Cultivista e Café com Poemas. 

Confira abaixo, como participar:

 

Fonte: Projeto Cartas e Depoimentos

Chegamos a 20 mil curtidas no facebook!

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Hoje, dia 20 de outubro (dia do poeta) chegamos ao número de 20 mil curtidas na página do Café com Poemas e mais de Um milhão e quinhentos de engajamento – só este mês.  Em junho, deste ano, Chegamos a 10 mil. 

O nosso projeto conta com a plataforma de publicações que envolve, perfil no instagram, página no Facebook e o site. Além de editoração de livros, projetos particulares e sociais como o Movimento Cultivista Brasileiro (presente em algumas cidades na Bahia e em outros estados), Projetos Cartas e Depoimentos, que em breve, estaremos lançando uma nova edição, entre outros.    

É uma comemoração em dose dupla, primeiro porque, o motivo de todo esse sucesso é a poesia, o café, o poema! Café com Poemas é a mistura perfeita da cultura, dos cheiros, dos sabores, da efervescência (ebulitiva) do CAFÉ, com a sutileza da POESIA!

E, no dia do poeta, nada melhor do que comemorar com poesia (veja abaixo, uma homenagem minha ao dia do poeta). 

Estamos felizes por esse sucesso. Vinte mil é apenas o começo. Queremos mais, bem mais! Queremos que a poesia seja o centro do mundo, o ingrediente perfeito para suavisar estes tempos tão difíceis que estamos enfrentando. Como disse muito bem o poeta Vinícios de Moraes: “Só a poesia pode salvar o mundo de amanhã”.

É com essa sintonia que comemoramos mais este dia tão importante na vida de todos nós que escrevemos. Fico com Vínícius porque a poesia traduz os tempos e eterniza os poetas! Ainda bem que existem esses seres alados para nos fazerem lembrar de como é deliciosa essa vida, como vale a pena viver, acreditar, sonhar, apaixonar-se!

Parabéns, poetas! Parabéns Café com Poemas! Que venham mais e mais inspirações!

 

Leandro Flores

(Poeta, jornalista, editor do site e idealizador do Café com Poemas)

https://www.youtube.com/watch?v=hc-9JvjC-1c&t=2s

 

Celebramos o dia 20 de outubro, o Dia do Poeta

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Hoje, a nossa homenagem vai para aqueles que nos traduzem em versos, sentimentos e inspirações.

Como disse o escritor argentino Jorge Luis Borges,

> “A poesia é algo tão íntimo que não pode ser definida.”

Devemos, então, vivê-la, porque a poesia faz parte da essência e da beleza da própria vida.
E como bem afirmou Charles Chaplin,

> “A beleza existe em tudo – tanto no bem quanto no mal. Mas somente os artistas e poetas sabem encontrá-la.”
(O Pensamento Vivo de Chaplin, Editora Martin Claret, 1984.)

A poesia é isso: uma lente sensível que revela o que o olhar comum não enxerga.
Parabéns, poetas! A poesia é bela, mas invisível aos olhos normais — só o poeta consegue colhê-la e oferecê-la ao mundo.

 

 Vozes que inspiram a poesia

Celebrado em 20 de outubro, o Dia do Poeta foi instituído em memória ao Movimento Poético Nacional, surgido em 1976, na casa do jornalista, romancista, advogado e pintor Paulo Menotti Del Picchia. Desde então, a data se tornou símbolo da força criadora de quem transforma palavras em eternidade.

E é nessa celebração que o Movimento Cultivista Brasileiro homenageia todos os poetas — os que vieram antes e os que continuam escrevendo a história da literatura com sua sensibilidade e coragem.

Poemas que falam da própria poesia

> “A poesia é a confissão do sentimento, é a alma vestida de palavras.”
— Castro Alves (1847–1871), o “Poeta dos Escravos”, conhecido por sua força lírica e engajamento na causa abolicionista.

 

> “O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.”
— Fernando Pessoa (1888–1935), um dos maiores nomes da língua portuguesa, cuja pluralidade de heterônimos expandiu as fronteiras da literatura mundial.

 

> “A poesia é incomunicável.
Fique torto no seu canto.
Não ame.”
— Carlos Drummond de Andrade (1902–1987), mestre da introspecção poética e das ironias da existência humana.

 

> “A poesia é a música das palavras.”
— Voltaire (1694–1778), filósofo e escritor francês, que via na arte uma forma de iluminar consciências.

 

> SER POETA…
Ser poeta é traduzir em palavras
O que sente, às vezes sem sentir.
É viver a dor de alguém
Em um instante que nem sempre dói em si.
O poeta fala tanto de amor que esquece de se apaixonar.
Traduz os sentimentos com tal veracidade
Que acredita realmente amar.
Ser poeta é viver duas vezes,
Uma para morrer, outra para se eternizar.
— Leandro Flores, poeta, jornalista e ativista cultural brasileiro, autor de Sorriso de Pedra – A Outra Face de um Poeta, reconhecido como um dos poetas mais citados e reproduzidos da internet.

 

Homenagem Cultivista

Neste 20 de outubro, o Movimento Cultivista Brasileiro presta tributo a todos os poetas — os que plantam versos, cultivam emoções e espalham beleza pelo mundo.
Porque ser poeta é mais do que escrever: é viver poeticamente, mesmo em meio ao caos.

 Viva os poetas! Viva a poesia! Viva o Movimento Cultivista!

Fonte: Editora NS Publicações

A que geração você pertence? Baby Boomer, X, Y ou Z? Entenda onde você se encaixa

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Os jovens sempre foram apontados como rebeldes. Questionadores por natureza, sempre buscam mudar de comportamento em relação às gerações anteriores. Para compreender e explicar as linhas traçadas pelos jovens e pelas gerações anteriores no Brasil, a revista Consumidor Moderno, em parceria com a REDS e com o Centro de Inteligência Padrão (CIP), desenvolveu o estudo Comportamento do Consumidor Brasileiro, exclusivo no mercado, para mapear o perfil de cada geração.

Em uma série de reportagens, apresentaremos o estudo Comportamento do Consumidor Brasileiro, realizado pelo Centro de Inteligência Padrão (CIP) e pela REDS, que traz hipóteses e dados sobre as gerações no Brasil.

Classificar períodos da vida dos indivíduos – dentro do Brasil ou fora dele – não é uma tarefa fácil. Porém, existe um consenso mundial a respeito da existência de quatro gerações: Baby BoomersXY (ou Millennials) e Z.

Um insight visionário

Apesar do consenso na classificação, Roberto Meir, publisher da revista Consumidor Moderno e presidente do Grupo Padrão, levantou a hipótese de que a geração Y brasileira tem uma defasagem de alguns anos em relação à americana. Essa tese se materializou neste estudo.“Isso muda tudo, porque não é possível categorizar hábitos de consumo de americanos e brasileiros da mesma forma. Isso se deve aos aspectos da conjuntura social, política, econômica, cultural e tecnológica do país”, aponta Meir.

A partir de profundas análises e cruzamentos dos resultados da pesquisa realizada pela REDS e CIP, foi possível obter a possibilidade de uma nova classificação de gerações para a população brasileira. Assim, supomos que existe uma diferença de cinco anos entre o início e o final da geração Y brasileira em comparação com a geração Y americana.

qual geração você pertence café com Poemas 2

Foto: Divulgação

Transição

Outra inovação trazida pelo estudo é o período de transição entre as gerações. Aqueles que nasceram nos anos de cruzamento carregam aspectos comportamentais e de interação com a tecnologia similares às duas gerações entre as quais transitam. Como é possível verificar a partir das datas de transição, os períodos em questão são cada vez menores. “Verificamos uma diminuição constante no período de cada geração e das gerações de transição. As mais jovens tendem a ser cada vez mais curtas. E isso se deve à velocidade com que têm ocorrido as mudanças tecnológicas e sociais no mundo atual”, esclarece Aline Tobal, gerente do Centro de Inteligência Padrão (CIP).

Grupos de transição das gerações
Geração BBX (1958-1964)
Grupo de transição entre Baby Boomers e X
Geração XY (1976-1984)
Grupo de transição entre a geração X e Y
Geração YZ (1995-1999)
Grupo de transição entre a geração Y e Z

Classificação americana das gerações
Baby Boomers – 1945 – 1964
Geração X – 1965 – 1979
Geração Y – 1980 – 1994
Geração Z – 1995 – Atual

Classificação brasileira das gerações
Baby Boomers – 1945 – 1964
Geração X – 1965 – 1984
Geração Y – 1985 – 1999
Geração Z – 2000 – Atual

Pais e filhos

A análise das gerações é feita de acordo com o uso das tecnologias pelos indivíduos e das relações entre elas e os consumidores. Os aspectos comportamentais, naturalmente, não ficam para trás e também são fundamentais. O perfil comportamental de pessoas nascidas no mesmo período, no entanto, é o que determina uma geração.

Segundo Roberto Meir, ao analisar as gerações mais antigas, o que se vê é uma infância repleta de brincadeiras de crianças fora de casa. “Quando os garotos e garotas dessa geração se tornaram pais e mães, perceberam que a violência havia aumentado e não quiseram que os filhos tivessem a mesma rotina. Decidiram investir em segurança: criaram um quarto com TV e computador, notebook para o filho não sair”, diz o Publisher.

A tentativa dos pais, porém, foi frustrada. Os filhos saíram de casa virtualmente porque, pela internet, era possível acessar o mundo. Desse jeito se fez a tão complexa relação entre gerações de pais e filhos – e assim nasceu a tão conectada geração mais jovem.

Comportamento geracional

De acordo com o estudo, para 64,7% dos jovens que possuem até 15 anos de idade – nascidos a partir de 2000 – o primeiro contato com a internet aconteceu até os 11 anos de idade. Para 77,9% daqueles que possuem entre 16 e 30 anos o primeiro contato com a internet aconteceu entre 6 e 15 anos de idade.

“A geração Y, no Brasil, começa quase 10 anos antes do real”, explica Aline. “O que notamos é que a essa geração foi influenciada por uma série de transformações tecnológicas e sociais que ocorreram no Brasil e no mundo. Por exemplo, eles possuem mais flexibilidade em aceitar as diferenças. O fato de terem nascido em um período de transformações políticas influencia seu comportamento”, diz.

A geração Z, por sua vez, começa em 2000. “Com as políticas de inclusão digital, as pessoas nascidas após esse período têm maior facilidade de acesso à internet”, aponta a gerente do CIP. “Ao compararmos essa geração com aqueles que nasceram em 1990, vemos bastante diferença em relação ao uso da tecnologia”. Ou seja, a geração Z se mostra muito mais conectada com maior facilidade em interagir com qualquer dispositivo eletrônico.

Estudo

Para chegar ao resultado, dois mil consumidores, com idade entre 15 e 70 anos, foram entrevistados. A pesquisa, realizada entre outubro e novembro de 2015, aconteceu em todas as regiões do Brasil. Assim, analisa indivíduos das gerações baby boomer, X, Y e Z.

 

 

As informações são do site Consumidor Moderno

Obs. Não conseguimos identificar a autoria de todas as imagens 

MENSAGENS PARA QUEM SOFRE DE DEPRESSÃO

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A depressão é capaz de afetar toda a alegria da vida de uma pessoa. Os sentimentos começam a se revirar e tudo parece estar de ponta à cabeça. Viver com essa sensação tira de nós todos as boas vivências que a vida pode nos proporcionar. Se você conhece alguém que esteja enfrentando essa doença, não deixe de demonstrar suas preocupações, seus sentimentos de amor, carinho etc. Tudo que uma pessoa com depressão precisa é ter as emoções e os sentimentos estimulados, para que possam se sentir humanos. Separamos uma sequência de mensagens cheias de amor e carinho para que cheguem até as pessoas que sofrem de depressão. Leve o amor para o coração de quem convive com essa doença.

 

 

       Aprendemos sempre

“A vida não é para quem sabe viver, a vida é para aqueles que demonstram, sem vergonha, tudo o que se passa dentro de si, ou seja, é para quem tem coragem! Você é corajoso, expôs suas fraquezas, suas inseguranças, sua depressão, você pediu ajuda, você é humano! Mesmo achando que nada mais tem sentido, tudo tem um propósito e nós aprendemos tanto no amor, quanto na dor… não deixe de demonstrar pois pessoas para te darem as mãos não irão faltar!”

 

       No seu momento

“Eu acredito que em dias de dor e sofrimento até o canto dos pássaros incomoda, a luz do sol cega e sair de casa é uma batalha. Mas não deixe isso te dominar, nos momentos mais íntimos, entre você e você, distraia-se com os pequenos prazeres que o Universo nos proporciona, não deixe que as más energias e a depressão tomem conta do seu ser e então, tenha fé nas boas ações, nas pessoas de boas intenções e principalmente em Deus!

Mande a tristeza embora porque aqui só cabe felicidade!”

 

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       Sinta-se

“Nos dias mais difíceis, acalme teu coração, sinta o pulsar em todo seu corpo, preste atenção em sua respiração… deixe o vento bater sobre o teu rosto, faça carinho em teus próprios braços e perceba, perceba que está vivo! Perceba que todos os minutos são uma chance para o recomeço e não oprima seus sentimentos, depressão não é frescura, então, peça ajuda profissional e faça todos os dias o trabalho de formiguinha consigo.”

 

       Vai passar

“Não há como explicar ou entender o que você sente, apenas você consegue saber o tamanho da dor que existe em seu ser. E esse vazio parece aumentar a cada dia, te consumindo e levando suas forças. Mas saiba que um dia toda dor termina e o raiar do sol estará disposto a te devolver toda a alegria que você um dia perdeu.

Recomece sem medo com nossas frases de superação!”

 

      Não está sozinho

“Você não precisa achar que deve carregar o mundo em suas costas. Essa luta não é sua e você precisa para de lutar contra o que não pode vencer. Descanse em Deus e confie que mesmo que tenha aflições, você vencerá, pois Ele venceu e somente Ele pode te alegrar novamente. Seja paciente, confie e acredite que toda essa dor passará.”

 

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